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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 23 de Abril 2018
Por Maria Helena


Por dentro dos Dias – Barreiro/ Palmela
Conversa no «Arestas de Vento», na Rádio Popular FM


A(nota)mentos
União das Freguesias do Barreiro e Lavradio - uma unidade de duas identidades


Rosto da Semana – Barreiro
Sofia Martins – um exemplo da importância das diferenças no Poder Local


Por dentro dos dias – Barreiro
O copo meio cheio. O copo meio vazio


A(nota)mentos - Barreiro
Há uma grande diferença entre «muros ideológicos» e «confrontos ideológicos»


Inferências - Barreiro
A ligação da fábrica ao centro da cidade


COLUNISTAS
Guerra
Por Nuno Santa Clara
Barreiro


Quem irei bombardear na próxima semana?
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


O povo é sereno!
Por Jorge Fagundes
Barrreiro


CULTURA e POLÍTICA
alguns aspectos
Por José Caria
Montijo


No final da autoestrada, no final da linha do comboio
Por Nuno Miguel Fialho Cavaco
Moita


Vigiar e intervir antes de ser tarde demais!
Por Nuno Banza
Barreiro


BASTIDORES
Educação Sexual em Meio Escolar a Escolas do Distrito de Setúbal
Ecolojovem leva campanha a Alcochete e Seixal


PCP em contactos em Setúbal e Palmela dia 23
Tribuna pública pelo serviço público ferroviário em Pinhal Novo concelho de Palmela


Partido Socialista da Moita
Parecer da CNE volta a dar razão aos socialistas


Autarcas socialistas na Assembleia Municipal da Moita
PROPÕEM A CRIAÇÃO DO PROJETO ‘ ASSEMBLEIA MUNICIPAL JOVEM’


Há 20 anos que Setúbal não tinha representação assinalável em órgãos nacionais da JSD
Tiago Santos do Barreiro eleito Vogal Suplente da Nacional


Transferência das consultas de oftalmologia do Barreiro para o Montijo
Deputado do PSD, eleito por Setúbal, Bruno Vitorino, está preocupado


CONVERSAS DE 2 MINUTOS
Vai nascer no Barreiro uma Associação dedicada ao «Cinema Colaborativo»
«Perolas Ácidas» documentário que tem como cenário as fábricas


AS EMPRESAS
Barreiro - FISIPE toma medidas para assegurar
o futuro potencial da produção em Portugal


Barreiro - «Ephemera, Biblioteca e Arquivo de Pacheco Pereira»
Novo cliente da Baía do Tejo.


DESPORTO
Grupo Desportivo Ferroviários do Barreiro
Conquista duas medalhas de Ouro e uma de Bronze em Nacionais de Remo


Open de Xadrez dos Ferroviários do Barreiro
Aberto a todos os jogadores filiados na Federação Portuguesa de Xadrez


Barreiro - FUTSAL no Galitos Futebol Clube
Participa nos Campeonatos Distritais de Setúbal na época 2018/2019


Clube de Vela coloca dois velejadores nos 15º primeiros lugares
XIII CAMPEONATO DE PORTUGAL JUVENIS - OPTIMIST


Passeio Informal no Barreiro em BTT
Passeio com cerca de 30Km de baixa dificuldade física e técnica


AS ESCOLAS
Um dos maiores eventos culturais do distrito de Setúbal
Semana Académica de Setúbal 2018


Agrupamento de Escolas de Santo André - Barreiro
Distinguido com o prémio eTwinning «European School Label 2018-2019


Clube de Teatro Augusto Cabrita - Barreiro
«Vanessa vai à Luta» na Biblioteca Municipal


REPORTAGEM
Barreiro - Jantar dos Antigos Alunos da Escola Secundária /Liceu de Casquilhos
Este ano é um evento solidário com IPO Pediatria


«O que se passa nas urgências dos hospitais do distrito de Setúbal é uma vergonha»
Rui Rio quer divulgados nomes das empresas que «ficaram a de


«O Barreiro ainda não percebeu que tem uma escola do Ensino Superior»
afirmou Nuno Banza, no Museu Industria da Baía do Tejo


Uma moldura humana «abraçou» jovens artistas do Barreiro
Recriar obras inexistentes de Santa Rita Pintor é uma referência na exposição


Barreiro – Uma escola com alunos de 22 nacionalidades
Mostra à comunidade projecto de Educação Intercultural


Palmela - «Saber que faz» e “Saber da investigação»
«A Psicologia e a Memória» uma obra multidisciplinar que produz e acrescenta conhecimento<


Barreiro - «O Vestido Cor de Cereja e o Árbitro» de Paula Fráguas e Romão Antunes
Os sentimentos são uma personagem central do livro


Escritores e Autores do Barreiro em «Conversa Aberta»
Decidem criar um «espaço permanente de encontro»


MOLDURA
Palmela - Apresentação da 3ª edição do Mercado Caramelo no Pinhal Novo.
O evento tradicional mais esperado do distrito de Setúbal.


Depois de profundas obras de remodelação no estaleiro de Sarilhos Pequenos na Moita
Galeão Pinto Luísa volta a navegar em Alcácer do Sal


Barreiro - Situação financeira da Câmara Municipal é positiva
Contas de Gerência de 2017 aprovadas por unanimidade


Barreiro - «A Liberdade e a paz na luta contra as guerras»
Lançamento da Brochura do Projeto e conversa


Partida da Romaria a Cavalo Moita - Viana do Alentejo
Romeiros vão percorrer os cerca de 150 km que separam estes dois municípios


Comemorações do 25 de Abril no concelho da Moita
Espetáculo comemorativo com António Zambujo


Centro Comercial Forum Barreiro vai receber
«BOS – Baby’s Portugal 2018»


Debate no Barreiro sobre Aeroporto na Península de Setúbal
Defensores das opções Campo de Tiro de Alcochete e Base Aérea 6 Montijo


Barreiro - Na noite de 24 de abril no Parque da Cidade
Concerto com Miguel Araújo


Manifestação de Cuidadores Informais
Pela aprovação do Estatuto de Cuidador Informal


Barreiro - Teatro de revista na SFAL
«Ó Zé Bate o Pé» com Luís Aleluia
. Promete muita gargalhada


Feira da Bagageira de Santo António da Charneca - Barreiro
Espírito deste mercado é a venda de artigos em 2ª mão


Concerto com Suave no Auditório Municipal Augusto Cabrita - Barreiro
Apresentação do disco «Português Suave»


Barreiro - Plantação de flores, plantas e ervas aromáticas
Na escola EB/JI nº 5 no âmbito do Programa Eco-Escolas


AUTARQUIAS
Comunidade Educativa do Barreiro «abraçou» a ideia do «Dia B»
6500 participantes entusiastas intervêm nas escolas


Assembleia Municipal do Barreiro
Sessão Evocativa do 25 de Abril


Barreiro – Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Palhais e Coina
Analisa Relatório de Atividades e Contas de 2017


Barreiro - Sem Recolha de Resíduos Domésticos
No feriado 1º de Maio - Dia do Trabalhador


OPINIÃO
APOCALYPSE NOW (OU O GANG DOS DINOSSAUROS)
Por Abdul Cadre
Barreiro



NOVAS TECNOLOGIAS AO SERVIÇO DA DESPROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE
A VELHICE DEIXOU DE SER UM POSTO!
Por Vitor Bento Munhão
Barreiro


ASSOCIATIVISMO
Barreiro - Assembleia Geral de Moradores do Alto do Seixalinho
Não aceitaameaças de denúncia do Contrato de Comodato e da retirada das instalaç


Associação Vem Vencer – Barreiro
Apresenta nova Sala de Formação


Grupo Desportivo «O Independente» - Barreiro
Sessão solene de homenagem a José da Cruz Batista


Moita - Baixa da Banheira
Actividade dos escuteiros adultos «Uma pegada solidária»


GRUPO DESPORTIVO FABRIL DO BARREIRO
Assembleia Geral analisa Relatório e Contas 2017


CULTURA
Barreiro - Na iniciativa «À conversa com…»
Bruno Vieira Amaral na Biblioteca Municipal do Barreiro


Barreiro - Exposição O Que Faz falta é Agitar a Malta — Cartazes do Arquivo Ephemera
A primeira iniciativa da parceria estabelecida entre a Baí


LIVROS
No Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro
Apresentação do livro «Pedaços de Escrita» de Emanuel Góis


POSTAIS
Barreiro - Urbanização dos Loios no Lavradio
Contentores da Amarsul queimados por vandalismo


Baía do Tejo vai avançar com quarta fase «Business Center»
Programa de Empreendedorismo Jovem valorizar projectos no âmbito do cluster criativo


Temos que voltar a ter orgulho no made in Barreiro
Criação de uma Startup para apoiar jovens empreendedores


Ana Silva, jovem empreendedora do Barreiro
«É importante trabalhar naquilo que gostamos»


Barreiro – Pórtico derrubado sem solução
Há meses que continua nesta situação


ARTES
Na Galeria das Artes do Fórum Barreiro
Exposição de Fotografia de Isabel Mateus Braga


Candidaturas de jovens criadores do Barreiro para o desenvolvimento de novos trabalhos
Na área da Música / Som / Artes Sonoras


EUROPA
Volume do comércio a retalho aumenta 0,1 % na área do euro
e 0,2 % na União Europeia e diminui 1,1 % em Portugal


Preços da produção industrial sobem 0,1 % na área do euro
Mantêm-se estáveis na União Europeia e descem 0,5 % em Portugal


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Inferências - Barreiro
A ligação da fábrica ao centro da cidade

Inferências - Barreiro<br>
A ligação da fábrica ao centro da cidadeO Plano Director Municipal, de 1992 – este que ainda está em vigor – continuava a apontar para aquele espaço da fábrica como um território fechado, onde se perspectivava a implantação de indústrias não poluentes e com base em novas tecnologias.

Em Março, no dia 25, foi inaugura a nova Alameda que aproxima mais, muito mais, a ligação da fábrica ao centro da cidade, dando uma configuração de centralidade ao Bairro Operário.

Durante muitos anos, largas dezenas, os muros da fábrica isolavam a vila/cidade do tecido urbano. O concelho do Barreiro, para o bem e para o mal, era marcado pela presença da fábrica, da sua cultura, da sua relação com as suas gentes.
O território da fábrica era impenetrável. Aquele era um mundo próprio, de vivências próprias. Só lá entrava quem lá trabalhava.
A fábrica foi crescendo, mas nunca conquistou terreno à vila/cidade, os seus muros eram reais. Sim, crescia, foi crescendo conquistando território ao Tejo.

Da desindustrialização e elefantes brancos

Depois veio a crise, a desindustrialização e o território da fábrica começou a transformar-se num mundo deserto. Resíduos. Muitos deles gerados após o 25 de Abril, são passivos ambientais, inscritos em grande parte nos territórios conquistados ao Tejo, resultado de investimentos que foram verdadeiros «elefantes brancos». Já foram investidos largos milhões, oriundos de fundos europeus, na recuperação ambiental.

Parque Empresarial humanizou

Em boa hora, foi tomada a decisão de promover a criação de um Parque Empresarial, ao menos, requalificaram-se espaços abandonados e o território ganhou alguma humanização que estava a perder com o sucessivo encerramento de fábricas sem viabilidade económica, num mundo cada vez mais global.

PDM - Zero de habitação

O Plano Director Municipal, de 1992 – este que ainda está em vigor – continuava a apontar para aquele espaço da fábrica como um território fechado, onde se perspectivava a implantação de indústrias não poluentes e com base em novas tecnologias.
A fábrica continuava a ser a fábrica e o seu território. Em todo aquele território previa-se como áreas para habitação – zero!
O PROT da Região de Lisboa e Vale do Tejo, olhava para esta margem, aqui, Barreiro e definia o território da fábrica como uma área critica.
Entretanto, na outra margem, em Lisboa, territórios com idêntica classificação critica, fruto da EXPO 98, começavam a dar visibilidade a uma Lisboa moderna e cosmopolita – Parque das Nações.

Os protestos da ETRI

Por aqui, brindavam o Barreiro, naquela zona critica – da velha fábrica – com a ETRI – Estação de Tratamento de Resíduos Industriais.
Em boa hora, na época, escrevi aquele artigo no Jornal do Barreiro com o título – Barreiro Lixeira da área Metropolitana de Lisboa.
Foi o pontapé de saída. Gerou-se um amplo movimento social de protesto contra a ETRI. O meu amigo Cabós Gonçalves foi um dos rostos de muitas acções e contestações, até à plantação do pinheiro «Elisio», símbolo da critica à Ministra Elisa.
Assim abriu-se, uma nova discussão sobre a fábrica e a cidade, a procura de novos conceitos para o território.

Projecto Manuel Salgado

Surgem diversos protagonistas. Pedro Canário, então presidente da Câmara Municipal do Barreiro, em vésperas de eleições autárquicas, avança com um convite ao Arquitecto Manuel Salgado que elabora um «estudo prévio» onde nasce uma nova abordagem do território e da sua relação com a cidade.
A Câmara Municipal a querer tomar decisões estratégicas sobre um território sore o qual não tinha qualquer tutela.
Mas, de qualquer forma as sementes estão lançadas e a forma de olhar para o território da fábrica, a partir daqui nunca mais foi a mesma.

O famoso Masterplan abre a fábrica à cidade

A CDU perde as eleições. O PS que já nas suas propostas eleitorais abria a reflexão sobre uma nova relação com o território da fabrica – o projecto do Forum Barreiro era um leit motiv para esta reflexão.
Entretanto a Quimiparque avança com o Masterplan, e, diga-se, é, de facto com o Masterplam que é consolidado e implementado de forma concreta um novo conceito de relação da cidade com a fábrica.
“Devemos começar a perspectivar uma nova consolidação do centro da cidade.” – afirmava Luís Pedro Cerqueira, vereador da área do Planeamento, defendendo que o centro da cidade devia ligar-se ao território da fábrica.
O Plano Director em revisão já abria esta discussão e apontava para o crescimento urbano do centro da cidade com novas áreas de habitação e serviços no território das fábricas. A CDU na oposição criticava e condenava o Masterplan.

A Cidade do Cinema

O PS perde as eleições. A CDU regressa ao poder. Antes de perder as eleições o PS ainda anunciou, em vésperas do acto eleitoral, a construção da CIDADE DO CINEMA que iria nascer no território da fábrica. Juntou-se ao Masterplan e ficaram para as memórias dos sonhos que nunca se realizam, porque são apenas ilusão.

Plano de Urbanização da Quimiparque

E, de facto, já existindo alguma consolidação de conceitos que colocam em causa o previsto no PDM – ainda hoje em vigor – nasce o Plano de Urbanização da Quimiparque, através do qual, começa a nascer um novo diálogo e uma relação inovadora entre a Câmara Municipal do Barreiro e a Quimiparque.
O centro da cidade começa a ser pensado e projectado para se alargar ao território da fábrica. Até o Terminal Fluvial é apontado para ser implantado na zona da fábrica, onde uma nova e moderna cidade abria portas ao futuro.
No governo de José Sócrates surge então uma nova postura do Poder Central para com os territórios da fábrica, com a proposta de criação do Projecto Arco Ribeirinho Sul e a Terceira Travessia do Tejo.

Abertura da fábrica à cidade

No concreto a primeira acção realizada, para lá de estudos e projectos, foi no dia 19 de Julho de 2009, com a abertura definitiva do território da fábrica ao centro da cidade.
“Aqui se encontram e cruzam, uma vez mais, Fábrica e Cidade – Trabalho e Cidadania, símbolos perenes de uma história e alicerces do Futuro – 19 de Julho de 2009” – estas as palavras escritas na placa evocativa da abertura da ligação do Barreiro ao Lavradio, a qual está colocada na Rotunda, junto ao Mausoléu de Alfredo da Silva.
Carlos Humberto, teve um papel relevante na concretização deste objectivo – “a fábrica passou a integrar o território do concelho” referiu.

Mas, na verdade, a crise e a troika, colocam os pontos nos is e, afinal, lá se foi a Terceira Travessia do Tejo, até ver, e, o Plano de Urbanização da Quimiparque, que entretanto evoluiu para Plano de Urbanização da Quimiparque e Zonas Envolventes, de forma ser estruturante a ligação do território da fábrica, centro da cidade e espaços ferroviários.

Ligação do Forum Barreiro ao Largo das Obras

O ano passado, foi inaugurada ligação do Forum Barreiro ao Largo das Obras e concretizada a requalificação do território da zona do Largo das Obras.
Este foi mais um passo de grande significado e de grande simbolismo, neste contexto, da afirmação e consolidação do conceito – ligar o centro da cidade à fábrica – foi o aprofundar e inscrever na prática e vivências quotidianas a ligação do território da Baía do Tejo como continuidade urbana da cidade.

Modificar radicalmente a entrada da fábrica no Largo das Obras

No ano 2013, a Baía do Tejo, divulgou o projecto que iria contribuir para modificar radicalmente todo a entrada na zona do Largo das Obras, criando uma ampla alameda e gerando uma ampla zona que abria os braços do território da Baía do Tejo ao centro da cidade.
Diga-se que o Conselho de Administração da Baía do Tejo, em estreita colaboração com a autarquia tem dinamizado um intenso trabalho de promoção – com uma forte componente de marketing territorial – como é o caso da criação do concito Lisbon South Bay.
Mas, é de sublinhar, que os responsáveis da Baía do Tejo tem concretizado ideias e projectos inovadores para o território, defendendo a implementação no território da fábrica do conceito de indústrias criativas.

Uma configuração de centralidade ao Bairro Operário.

Em Março, no dia 25, foi inaugurada a nova Alameda que aproxima mais, muito mais, a ligação da fábrica ao centro da cidade, dando uma configuração de centralidade ao Bairro Operário.
O mural do artista Vilhs, a mais extensa de todas as suas obras espalhadas pelo mundo, e, o facto de Vilhs ter o seu atelier na Baía do Tejo contribui para afirmar o conceito de ligação do território da fábrica a artes e indústrias criativas.
Mas, apesar de toda esta evolução, principalmente nesta última década, de aproximação do território da fábrica à cidade, continua a ser necessário discutir e aprofundar um conceito estratégico para o antigo território da fábrica, ou, encontrar uma plataforma de entendimento sore as várias funcionalidades que se colocam no futuro.

Equacionar o conceito de território

Como equacionar o conceito de território de industrias criativas com a existência de um «Porto multidmodal», como agora começa a ser referenciado?
Como pode este território ser uma base importante ao nível logístico e não só para o futuro aeroporto do Montijo?
Deve ou não pensar-se com urgência a ligação deste território ao Montijo?
Que papel pode e deve ter a Câmara Municipal na definição de estratégias para o futuro do território da antiga fábrica? Deve a autarquia integrar, ou não, o Conselho de Administração da Baía do Tejo?
Qual a importância da Travessia Barreiro – Seixal na valorização deste território?
A Terceira Travessia do Tejo, no futuro, deve ser um elemento estratégico para pensar o território da antiga fábrica?
Em suma, afinal como pensar sobre este território no âmbito da revisão do Plano Director Municipal?

A fábrica e o centro da cidade

A inauguração da Alameda da CUF só veio clarificar e consolidar uma realidade e dar continuidade a um conceito de planeamento estratégico do concelho do Barreiro que, de facto, os mais de 200 hectares da antiga fábrica, nunca mais serão um muro, mas devem e têm que ser pensados como território do concelho e com forte influência na cidade que somos e na cidade que queremos ser, continuidade do seu centro.
Tudo isto demonstra que a vida é um processo, que ao longo dos anos há muitos protagonistas.
Há uns que por vezes estão contra e depois a favor, é natural, é a evolução e a consolidação de conceptualizações de modelos de cidade.
E, na verdade, é nesta encruzilhada que o Barreiro está, numa tentativa especulativa de se encontrar e recentrar na AML.
Há décadas que ouço dizer o problema do Barreiro é a falta de investimento. Mas só se investe quando se sabe o porquê e para quê…

Pensar Barreiro não é só pensar o território da fábrica.

Mas, já agora, quanto ao concelho que queremos ser essa é outra matéria que vai para além, desta tradição adquirida e que um dia será superada, de muitos que consideram que pensar Barreiro é pensar o território da fábrica.
O Barreiro tem um território com «grande potencial» que todos ignoram. É por isso que eu defendo que uma estratégia de valorização do concelho não pode centrar-se no seu SUL e esquecer o seu Norte – Coina. Mas, isto fica para o outro dia. Porque, afinal pensar Barreiro não é só pensar o território da fábrica.

António Sousa Pereira

01.04.2018 - 22:55
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