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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 20 de Setembro 2018
Por Maria Helena


Barreiro / Moita - Edição impressa jornal «Rostos»
Baixa da Banheira das zonas que mais vai sofrer com instalação do aeroporto no Montijo


Inferências-Líder do PP espanhol defende TGV Lisboa - Madrid
Será de novo a margem sul e Barreiro na encruzilhada das indefinições da história?


Rota 66 - Barreiro
«A gente fala lá fora»


A(nota)mentos - Recuperação do património ferroviário do Concelho do Barreiro
Armazém de Víveres e o Dormitório da CP são trocos


Inferências - Barreiro
Quais as marcas dos mandatos autárquicos ? ( I)


A(nota)mento
Barreiro – a importância da arte urbana no fazer cidade


Por dentro dos Dias
Barreiro - um tempo de percepções sem perspectivas


COLUNISTAS
A Retribuição Mínima Mensal Garantida
José Caria
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As pessoas ainda contam
Por Jorge Fagundes
Barreiro


Descascando a cebola
Nuno Santa Clara
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Prioridades e importância
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


É falta de educação não responder às perguntas ou não cumprir o que se promete
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O Barreiro está um pouco mais pobre!
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CARTA AO DIRECTOR
Carta ao Director
Para quando a Câmara Municipal da Moita resolve está situação?


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Mais quatro diplomas da Descentralização aprovados em Conselho de Ministros
Proteção Civil, Saúde animal, Habitação e Estruturas de atendimento


Redução do IMI no Barreiro
Aprovada proposta do PSD


Encontro de socialistas de todo o distrito de Setúbal
Grande comitiva nas Festas da Moita


HOSPITAL DO BARREIRO SEM ÁGUA DEVIDO A INTERVENÇÃO DA CMB
O INCRÍVEL ACONTECEU


Bruno Vitorino volta a apresentar proposta para reduzir o IMI no Barreiro
Criação do IMI familiar também em discussão



Bloco de Esquerda - Moita
Em defesa da cultura ribeirinha do tejo


Bloco de Esquerda reuniu com «Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo Não»
A necessidade de um debate o mais amplo possível é uma preocupação


Eleitos da CDU na Assembleia Municipal da Moita
Transferência de competências colocam em causa a sustentabilidade das Autarquias


Barreiro - Obras de requalificação na ponte pedonal
PSD alerta para degradação da ponte pedonal da Recosta


CONVERSAS DE 2 MINUTOS
Barreiro – Alfaiate Borges com 92 anos
«Os fatos portugueses são os melhores do mundo»


Barreiro - «Má Raça» um dos rostos da arte in town>
Quando nasci estavam a construir a muralha da Avenida da Praia


ENTREVISTA
Moita - Nuno Cavaco, freguesia da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira
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José Figueiredo, Bombeiros Voluntários do Barreiro
«A minha maior alegria é estar a comandar este corpo de bombeiros»


Sara Oliveira, Provedora da Santa Casa da Misericórdia do Barreiro
«É muito difícil ver pessoas sofrer e sentirmos a impotência»


AS EMPRESAS
Greve dos enfermeiros no distrito de Setúbal
Adesão acima dos 70%


Transporta diariamente cerca de 70 mil passageiros entre Setúbal e Lisboa
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Semana Europeia da Mobilidade 17-23 de Setembro
Fertagus promove o uso do transporte em Lisboa e Setúbal


Melhorar a oferta portuária de Setúbal
Permitindo a receção de navios maiores e mais modernos


ACT Barreiro promove ação de sensibilização na Riberalves na Moita
Promover a melhoria das condições nos locais de trabalho


ACT- Barreiro e a Câmara da Moita promovem Seminário
Avaliação de Riscos Profissionais - Organizações Públicas e Privadas


Na Quinta da Margueira em Almada
1º Fórum Empresarial da AISET- Associação da Indústria da Península de Setúbal


DESPORTO
No Barreiro 97 atletas de todos os escalões
Participaram na 5ª Etapa do Circuito Nacional de Remo de Mar - 2018


Campeões Nacionais do Clube de Vela do Barreiro
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CV Barreiro- Vasco Soares sagra-se Campeão Nacional de Infantis
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AS ESCOLAS
Setúbal - Nova pós-graduação em Intervenção Social e Práticas Artísticas
Seminário de divulgação agendado para 26 de setembro


Setúbal - Obras científicas são lançadas na Fundação Gulbenkian
Investigadoras do IPS estudam voz cantada e a fala na primeira infância


Equipa da EST Barreiro /IPS conquista 3.º lugar com projeto na área da Biotecnologia
Politécnico de Setúbal sobe mais uma vez ao pódio do Polie


«As nossas 25 escolas básicas estão cada vez mais bonitas»
Presidente da Câmara da Moita visitou escolas requalificadas


Escola Profissional Bento de Jesus Caraça
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REPORTAGEM
Barreiro - Declarações Politicas das forças políticas
Criticada a ausência de maioria do executivo Municipal


Barreiro – Moções, recomendações e saudações
Aprovação por unanimidade na Assembleia Municipal


Psicologia deve ter um papel no desenvolvimento da comunidade
Psicólogos do Barreiro querem implementar programa de acção no concelho


Colocar o Barreiro no mapa da formação náutica
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Sistema led em toda a iluminação pública do concelho do Barreiro
Actualmente o encargo anual com a iluminação pública são 850 mil euros


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No Barreiro foram detidas duas mulheres com 41 e 67 anos por tráfico de estupefacientes
Apreendidas 160 Doses de Cocaína e 166 Doses de Heroín


Dia Nacional dos Castelos em Palmela
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Barreiro / Moita - No dia 29 de Setembro pelas 10:00 horas
Marcha de Protesto contra infraestrutura aeroportuária na Base do Montijo


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Semana Europeia da Mobilidade no Barreiro
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Barreiro - Programa POLIS vai avançar em duas fases
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Taxa de Analfabetismo no Barreiro é de 3,5%
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Barreiro - Obras no Moinho Pequeno
Funcionária da Câmara afirma que actual executivo limitou-se a levantar suspensão da obra


Terminal de Contentores do Barreiro
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Barreiro - Quinta Braamcamp tem capacidade de construção
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Barreiro - Aumento de acções de desinfestação
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Na Galeria de Artes do Forum Barreiro
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Comissão Europeia regista iniciativa
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A(nota)mentos - Recuperação do património ferroviário do Concelho do Barreiro
Armazém de Víveres e o Dormitório da CP são trocos

A(nota)mentos - Recuperação do património ferroviário do Concelho do Barreiro<br>
Armazém de Víveres e o Dormitório da CP são trocosO que gostava de saber é de facto qual é a estratégica da autarquia para os territórios ferroviários e a sua ligação ao desenvolvimento da cidade.

Qual a estratégia de ligação daquele território do Armazém e Dormitório com o território adjacente da Baía do Tejo?

A Câmara Municipal do Barreiro tomou a decisão politica de assumir um empréstimo de um milhão e cinquenta mil euros, no âmbito do IFFRU 2020 - Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas, verba que irá aplicar na requalificação do Armazém de Víveres, do antigo ´Dormitório da CP e espaços envolventes.

Recuperação do património ferroviário do Concelho

Quando da assinatura do protocolo de cedência destes espaços à Câmara Municipal do Barreiro, o Presidente do Conselho de Administração da IP Património, Carlos Fernandes, considerou que este era “um passo relevante na recuperação do património ferroviário do Concelho”.
Sublinhou que a recuperação deste património pode ter uma função importante no desenvolvimento do Barreiro, referindo que este protocolo significava – “fazer política pública” e “descentralizar”.
Foi na altura referido que o Armazém de Víveres seria utilizado para a instalação da Assembleia Municipal, assim como para a realização de iniciativas culturais e outras atividades de interesse municipal, enquanto o terreno e edifício do antigo dormitório teria como destino a instalação de um estabelecimento de alojamento local.

Domínio público e domínio privado

Desde a primeira hora, de facto, registei por parte dos eleitos da CDU a sua oposição e voto contra esta decisão da maioria socialista, tendo como principal argumento que o município propunha-se realizar um investimento na recuperação do património ferroviário e arruamentos envolventes, que não lhe pertencem, pois, as próprias ruas do espaço envolvente não são do domínio público, são domínio privado da IP Património.
Por outro lado, refere a CDU que este não é um investimento que vá contribuir para o desenvolvimento do concelho do Barreiro.
Por seu lado, o vereador eleito do PSD, também tem expresso a sua discordância sobre este projecto, tendo optado pela abstenção, sublinhando que este projecto não seria uma prioridade para os sociais democratas, mas não o inviabiliza, porque se a força politica que lidera os destinos do concelho quer ter essa opção, considera que não o deve inviabilizar.
Por parte da força que lidera a autarquia, os argumentos colocados sobre a mesa são que este é um projecto que se insere na necessidade de requalificação de património ferroviário degradado, na requalificação urbana de uma zona do centro da cidade, no criar um espaço que possa contribuir para criar alojamento no concelho, uma carência que refere tem que ser resolvida no âmbito de uma estratégia do pensar a importância do turismo no desenvolvimento económico do concelho do Barreiro.
Portanto, as discussões têm sido feitas, em torno essencialmente destes argumentos, quer nas reuniões da Câmara Municipal, quer na Assembleia Municipal.
E, na verdade, desde a aprovação da «ideia» deste projecto, passando para a assinatura do protocolo, seguindo as consultas para o empréstimo e agora o empréstimo, tudo tem vindo a avançar e vai naturalmente continuar, sendo quase já, diga-se, o afirmar de uma bandeira politica, um futuro exemplo, da acção realizada na transformação da cidade.

Ao longo dos anos o Barreiro teve dois «agentes locais» que marcaram sempre a sua realidade económica e social – os ferroviários e a CUF.
Os territórios destes dois «patrões» marcaram sempre de forma impositiva a paisagem urbana e as relações sociais.
Deixando de lado, diversas reflexões que esta realidade pode proporcionar, sigamos directamente para o processo pós-industraliazação, nomeadamente as situações geradas em sequência da revolução de Abril, que deixou marcas profundas nestes territórios, pelas indefinições politicas, pelas indecisões, pelo abandono das potencialidades, tudo isto, sublinhe-se, por parte do Poder Central, pois foi sempre este quem tutelou estes territórios.

Assistimos á evolução do seu estado de abandono, ao degradar de equipamentos, à destruição de postos de trabalho, sem que se procurassem alternativas ou, ao menos, se apontasse um visão estratégica.
No caso dos territórios ferroviários, ainda há cerca de quatro ou cinco anos, nem sequer existia um inventário real sobre a quem pertencia o quê – se era REFER, ou EMEF, ou CP, ou outra coisa qualquer, estava tudo, ou quase tudo por classificar.
Foi, saliente-se a acção da Câmara Municipal do Barreiro, com intervenção metódica e com objectivos estratégicos de rasgar caminhos e encontrar soluções para os territórios ferroviários, que o Governo – quer do PSD/CDS, quer do PS – em diálogo com a autarquia, liderada por Carlos Humberto e com o «saber politico» de Rui Lopo, assim como com a acção dos técnicos, que foi criado um Grupo de Trabalho para classificar e definir objectivos estratégicos para os territórios ferroviários.
Neste processo, quer Carlos Humberto, quer Rui Lopo, tiveram uma acção politica relevante, abrindo portas, dialogando, construindo pontes com os governos quer do PSD/CDS, quer com o PS.
Este diálogo foi essencial para que o Poder Central, de uma vez por todas, de forma estratégica colocar o Barreiro – nos seus territórios ferroviários e da CUF – na agenda das opções das estratégias nacionais de reindustrialização.
Foi neste contexto, que foram realizadas abordagens no sentido de se encontrar soluções para a estação do Barreiro Mar, ou criaram-se as condições para a assinatura do protocolo de cedência à autarquia da Doca Seca da CP, no âmbito da estratégia de requalificação das zonas ribeirinhas, nomeadamente de Alburrica.

A Câmara Municipal do Barreiro marcava pontos, sensibilizando, motivando, abrindo caminhos para resolver situações que não eram da sua responsabilidade, mas assumindo o seu protagonismo. O importante era valorizar o território e requalificar o Barreiro.
A ideia que fiquei sempre era que faltava a definição final, preto no branco, de tomadas de decisão teoricamente formuladas, mas não assumidas na prática sobre as opções para os diversos espaços ferroviários.
A única coisa que chegou a estar em marcha foi um concurso para requalificação da estação do Barreiro Mar, entretanto cancelado.

O novo executivo municipal encontrou aberto este caminho, com o inventário, com algumas decisões assumidas - um destes dias ouviremos falar da abertura da zona da Doca Seca à Rua Miguel Pais.
No diálogo que abriu com o governo, optou por querer assumir a requalificação de alguns espaços, até ao momento já foram referenciados o Palácio de Coimbra – onde se diz vai nascer o Teatro Municipal – e está em marcha este processo do Armazém de Víveres e Dormitório da CP.
Não vejo mal nenhum nesta opção, nem considero que seja estar a fazer algo em propriedade que não pertence ao município – o que está no Barreiro é do Barreiro. E, se esta opção da autarquia, for um contributo para exigir e o governo decidir a transferência deste património para a autarquia, melhor ainda, aliás, o Poder Central se esta obra se concretizar, desde já, só tem que tomar a decisão de transferir este património, e, na verdade, seria uma vergonha pública, algum dia o Governo querer retirar ao município o direito de assumir este património. Mas, tudo pode acontecer, as cores politicas dos governos mudam e com eles as opções estratégicas.
Por isso é que, coloca-se, desde já na ordem do dia que a Câmara Municipal do Barreiro e, até, porque não a Assembleia Municipal do Barreiro, tomem decisões politicas no sentido de exigir a transferência deste património ferroviário para o Poder local.

Mas, as preocupações como cidadão que tenho, nem sequer têm nada a ver com estar ou não estar de acordo com as obras no Armazém de Víveres e Dormitório da CP.
O que gostava de saber é de facto qual é a estratégia da autarquia para os territórios ferroviários e a sua ligação ao desenvolvimento da cidade.
Qual a estratégia de ligação daquele território do Armazém e Dormitório com o território adjacente da Baía do Tejo?
Existe alguma estratégia equacionada de ligação daquela área urbana com o Bairro das Palmeiras, criando-se a sul, uma ampla alameda idêntica à que existe a norte, até aos murais do VHILS?
A cidade vai abrir-se por ali ao território da fábrica, sim ou não? Se sim, neste caso, esta intervenção em vez de parecer uma coisa avulso, é, sem dúvida uma opção que está a abrir caminhos e a antecipar o futuro.
Ou este não é mais que um projecto que se insere numa ansiedade de querer fazer obra, mostrar obra, sem olhar a meios, mas apenas porque sim, porque se quer provar que se é diferente. Nem sequer reconhecendo que se hoje isto pode ser feito é porque, nos últimos anos existiu um trabalho da autarquia que rasgou caminhos, para esta e para outras soluções.

O que gostava de perceber é qual a estratégia da autarquia para o património ferroviário.
Se vai assumir sob a sua responsabilidade a requalificação de um património que é da responsabilidade do Poder Central, em detrimento de outras carências do municipio.
Ou se vai, como vinha a ser feito, continuar o diálogo com o Poder Central seja ele qual for no sentido de encontrar soluções conjuntas.
Qual o pensamento estratégico da autarquia no que diz respeito ao património ferroviário o que vai ser preservado ?
Mantém-se o mesmo pensamento, tantas vezes criticado, em relação ao que está inscrito no PDM para os territórios ferroviários? Ou em sede de revisão há opções a apresentar e definir?

Qual a importância do território ferroviário na criação de um corredor verde, como já foi referenciado?
Como se enquadra o território ferroviário no futuro do concelho e na região?
Pode o Barreiro voltar a ser uma ligação estruturante com o Alentejo – Beja e Évora?
Ninguém comenta, ninguém discute a importância do Barreiro não ficar, no futuro. como um gueto da rede ferroviária nacional?
Será que ficarmos com o Armazém de Víveres e o Dormitório não é um sedativo?
São estas e muitas outras questões sobre as quais tenho reflectido, e, de facto, mais que discutir o pormenor se vai ser feita obra em propriedade alheia, o que gostava é que o Poder Local, assumisse a discussão forte e sóbria, acerca do papel e importância deste «patrão» ferroviário no desenvolvimento do concelho do Barreiro.
O Armazém de Víveres e o Dormitório da CP são trocos e pelos vistos um «fait divers».

António Sousa Pereira

12.09.2018 - 20:09
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