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breves
No Barreiro
REMOÇÃO GRATUITA DE VEÍCULOS ABANDONADOS
A Câmara Municipal do Barreiro informa a população de que existe forma fácil e gratuita de se libertar dos veículos em fim de vida sem que isso cause transtornos adicionais. O contacto pode ser estabelecido com a firma ECOMETAIS – Sociedade de Tratamento e Reciclagem S.A., através do número telefónico 21 227 55 07.
Através de uma parceria estabelecida com esta empresa, a Câmara Municipal do Barreiro tem vindo a responder às solicitações da população em geral, e das Juntas de Freguesia em particular, no sentido de libertar a via pública dos veículos abandonados.
O processo decorre a bom ritmo e dos 750 casos referenciados, pela Câmara, como veículos para abate já foram retirados, pelos proprietários, cerca de 350. Os restantes irão ser removidos com o apoio de dois reboques da Firma ECOMETAIS.
22.7.2010 - 13:34
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comentários
| nome: |
Álvaro Branco |
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Escrito assim, até parece simples! Sugere o texto que bastará a um qualquer munícipe conhecedor da existência de uma viatura abandonada contactar a empresa que logo se providenciaria a sua remoção. Porém, ao contactar a tal firma ECOMETAIS, afinal, não é tão simples assim.
Esta empresa remete-nos para a Câmara Municipal, segundo ela, única entidade competente para desencadear o processo de remoção e entrega para destruição de viaturas abandonadas na via pública, de acordo com quadro legal e regulamentar específico. Conhecendo minimamente o processo, também me parecia!
E como esta notícia não é mais que a súmula de um texto inserido no sítio da Internet da CMB, seria de bom-tom que se fosse claro na informação prestada ao munícipe. Sob pena de parecer estar-se perante mais um caso de "publicidade enganosa". É que são às centenas as viaturas abandonadas há meses e até anos nas ruas do nosso Concelho.
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antonio |
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Estou plenamente de acordo com o Sr Alvaro Branco
estou farto de enviar emails inclusivo com fotos e até hoje nada foi removido a camara da Moita alega que não tem disponibilidade. |
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| nome: |
Paulo |
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É tudo muito simples...Quantos veiculos removeu a Câmara Municipal do Barreiro ? Nos Fidalguinhos apesar dos constantes avisos nos vidros dos veiculos os mesmos por cá continuam....Um deles recentemente até foi trocado de sitio de empurrão...Esse só está por aqui abandonado há 7!!!! anos.... |
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| nome: |
Lourdes |
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Mas sr antonio, olhe que a notícia é sobre o Barreiro e não sobre a Moita; se calhar, a Moita não tem protocolo. |
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| nome: |
Barreirense |
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Aguardo para ver se a Camara Municipal do Barreiro recupera a credibilidade que perdeu nesta matéria. Pois, Identifica a viatura abandonada; Intima o proprietario a remover a mesma; Este, arranca o oficio e muda a viatura 5 metros para o lado; Pronto - assunto arrumado. Passa-se 1 ano, a CMB continua a nao actuar e tudo permanece igual. |
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| nome: |
José António Soares |
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Não podemos é contornar a lei. A lei diz que só se pode actuar se o veículo estiver com sinais de estar abandonado no mesmo local mais do que "x" dias. Depois segue-se a notificação, com mais um prazo, após o qual se não for retirado pelo dono, a câmara tem de actuar. Ora, se as pessoas retirarem o carro e o mudarem de sítios, são as próprias pessoas que estão a contornar a lei, abusando dela, e ninguém pode fazer nada contra isso!... A partir do momento em que o carro muda de lugar, deixa de cumprir o critério da lei, deixa de estar "abandonado e há mais de x dias no mesmo sítio". É o jogo do gato e do rato. |
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| nome: |
Pedro Lima |
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Mais uma noticia que promove a CMB sobre o que não faz! Efectivamente, qualquer cidadão que se queira libertar de um veículo em fim de vida (VFV), desde que cumpridos alguns requisitos, pode-o entregar gratuitamente em qualquer centro de recolha de VFV´s, não obrigatoriamente na ECOMETAIS. Contudo, se o veículo já não anda terá de ser rebocado, o que tem custos que poderão não ser compensados pela receita obtida com a venda dessa “sucata”. Esta noticia teria outro impacto se a CMB anuncia-se que entrega parte da receita que obtêm desta parceria (se não a obtêm, recomendo vivamente e urgentemente a renegociação desta pareceria, pois trata-se de uma matéria-prima valorizável - sucata) a quem tomar a iniciativa de entregar o veículo em fim de vida e documentação para abate. Quanto aos veículos abandonados que continuam a “contornar” notificações camarárias, está na hora da CMB tomar medidas mais severas e mais visíveis com vista à remoção destes perigosos “monos”. |
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| nome: |
José António Soares |
| comentario: |
"Medidas mais severas"?... Quais? A câmara tem de cumprir a lei, as pessoas não? Ou então mude-se a lei, permitindo que a mera mudança de sítio não invalide que um carro, que já tenha sido identificado noutro local, possa ser recolhido. E estão-se a esquecer de mais uma coisa: os carros não são recolhidos logo para abate! Eles têm de ser armazenados durante um "x" tempo até ver se alguém o dono o vem reclamar. Só depois é que poderá ser abatido. Ora, este armazenamento não é fácil e tem custos para quem o fizer. A câmara certamente não tem espaço próprio, por isso teve de fazer o protocolo com a empresa. Provavelmente o "lucro" (se é que existe) com esta operação serve para pagar esse armazenamento. E já agora, para além dos custos de armazenamento, temos também de falar dos custos de segurança! Porque enquanto ocarro estiver à guarda dessa entidade, seja a câmara ou seja uma empresa, essa entidade tem responsabilidade porque ele é propriedade de alguém, tem dono e tem de ser preservado, até que o processo seja ao fim... Nem tudo é tão fácil como uma análise superficial deixa parecer... Nem tudo é tão simples como nós, cidadãos comuns, achamos quando olhamos para as coisas e pensamos "porque não resolvem?"... |
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| nome: |
Álvaro Branco |
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Parte (1) Naturalmente a remoção e recolha de veículos abandonados estão regulamentadas e sujeitas a um conjunto de procedimentos.
Não é isso que se põe em causa. Até porque a regulamentação é do próprio município. (http://www.cm-barreiro.pt/NR/rdonlyres/818E59B5-4451-48BF-87AD-5A725E8C9E10/29100/REGULAMENTODEVEICULOSABANDONADOS.pdf) e, naturalmente há que salvaguardar os direitos e obrigações das partes. Nem tudo o parece é!
O que tem toda a pertinência questionar é, desde logo, as questões de eficiência na execução do regulamentado. É que prevendo o regulamento que os fiscais municipais devem colocar um dístico na viatura presumivelmente abandonada, dando 10 dias para a sua remoção (ver regulamento), a verdade é que esse dístico lá fica meses a fio até que, como foi o caso já referido por um leitor, o veículo é mudado de lugar. E recomeça a “dança”! (cont)
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| nome: |
Álvaro Branco |
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Parte (2) Portanto, não é a complexidade dos processos ou até os actos burocráticos que os sustentam que levam à situação degradante que se vive. É sim a ineficiência e a incapacidade para o cumprimento dos seus regulamentos pelo Município. Nenhuma lei, nenhuma norma, por mais perfeita que seja resistirá à incompetência.
Por esta razão é que não consigo entender o anúncio colocado neste Jornal, replicado do sítio do Município. É que até parece que o processo agora se tornou simples. Assim, por obra e graça do “espírito santo”; só porque se terá feito mais um protocolo - mais um dos muitos celebrados por tudo e por nada, para barreirense ver, mas cujo alcance prático é paupérrimo ou nulo.
Até prova em contrário, sou forçado a concluir que se trata de mais uma acção de “propaganda”, de “publicidade enganosa”, do tipo parece que é.
Pois é Sr. José António Soares, nós, “cidadãos comuns”, (o que será um cidadão incomum?) por cá andamos, pagando os nossos impostos, esperando ser um dia ser tratados, não como mentecaptos, mas com respeito pelos nossos direitos enquanto tal.
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| nome: |
José António Soares |
| comentario: |
Um "cidadão comum", neste contexto, é um cidadão que não pertence a qualquer entidade que tenha responsabilidades especiais nesta matéria, e um cidadão medianamente, pouco ou nada informado sobre o que diz a lei e a sobre a gestão autárquica. Ou seja, a maior parte das pessoas. O "incomum" será o inverso. Apesar de tudo, com todo o direito legitimado de ter opinião. Concordo que deva haver fiscalização, e que depois do papelinho afixado não deveriam passar meses. Aqui o problema é fiscalização, mas julgo que também o armazenamento. Fiscalizando e não deixando passar os 10 dias, o que acontece? Nada, porque não há condições para garantir o armazenamento e a segurança dos mesmos! Quanto à esperteza de mudá-los de lugar, não há nada a fazer, é uma questão de educação esperto. É quase como reclamar com o lixo espalhado, quando são as próprias pessoas que deixam os sacos fora do contentor e no chão, ou que queimam os contentores. Critiquemos se a medida não resultar, não a condenemos à partida, como treinadores de bancada... |
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| nome: |
Pedro Lima |
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Caro José António Soares, existe dois motivos para que determinado veículo seja encaminhado para abate: 1.º porque se encontra em fim de vida e o seu proprietário toma essa iniciativa ou 2.º porque se encontra, visivelmente, abandonado na via pública sem que seja “reclamado” pelo respectivo proprietário.
1.ª Hipótese - Que medidas tomou a CMB para incentivar os proprietários dos veículos em fim de vida a entrega-los para abate? Fez um protocolo com uma empresa de reciclagem que recolhe as viaturas (sem custos p/ a CMB nem para o proprietário), uma vez que há colaboração do proprietário não vai existir custos de armazenamento, pois a viatura é directamente encaminhada para abate, o custo que a empresa tem com o transporte é suportado pela receita da sucata (porque certamente não vai transportar apenas um veículo) e no fim a CMB recebe a sua quota (uma vez mais refiro, se não recebe é porque negociou mal o protocolo)! O que ganhou o proprietário da viatura? Na maior parte dos casos, as viaturas são “encostadas” porque os seus proprietários não tem fundos para as por a funcionar ou para as sustentar, logo num período de crise como o que estamos a atravessar, a cedência por parte da CMB de uma percentagem da sua “quota” serviria como uma medida de carácter social que atingiria mais rapidamente o objectivo proposto – libertar as ruas de VFV.
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| nome: |
Pedro Lima |
| comentario: |
2.ª Hipótese - Como foi referido pelo Sr. Álvaro Branco e reforçado por si, a remoção de um veículo em fim de vida que não seja por iniciativa do proprietário não é um processo simples, mas quanto tempo demora a CMB a notificar o proprietário de um veículo que supostamente se encontre abandonado? Se os veículos forem identificados e passarem a constar de uma base de dados, para que com a periodicidade estabelecida no regulamento municipal sejam localizados e os respectivos proprietários intimados, talvez o jogo do gato e do rato se torne mais difícil de efectuar. Muita gente brinca com a justiça porque não existe rigor na aplicação da mesma! Um veículo abandonado não é só um espaço ocupado, é um conjunto de perigos para o ambiente, para as crianças, para a vizinhança! |
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| nome: |
Ricardo Jorge |
| comentario: |
Sr Pedro, na 1ª hipótese - Que medidas tomou a cmb para incentivar as pessoas a entregarem o carro para abate?!?! O problema em Portugal é mesmo esse: porque carga de água é que as pessoas precisam de receber incentivos para cumprir a lei?!... Lá vai mais um subsídiozinho, para que façam a sua obrigação... isso é ridículo. Ter um carro não é só comprar e usar. Quando "morre" tem de se entregar para abate, mesmo que tenha custos. Provavelmente os donos desses carros já não estarão a pagar IUC. As Finanças que preguem uma multa aos contribuintes que tenham carros "activos" com o IUC com mais de 1 ano de atraso! É sempre mais fácil pôr as culpas e a responsabilidade naqueles que estão mais a jeito, e não nos verdadeiros culpados. É o problema do lixo: culpar se não o apanham do chão, em vez de responsabilizar quem o deita para o chão! O sr. Pedro pergunta "Quanto tempo demora a cmb a notificar os proprietários"?... Eh! Uma grande parte das vezes nem isso se consegue fazer, porque mudaram de moradas e o que está na DGV não está actualizado, e depois não há cruzamento com a morada das Finanças que, embora seja mais provável estar certa, não se tem acesso. Não digo que algumas das medidas que propõe não sejam válidas. Eu defendo o mesmo mundo perfeito que vocês, caros colegas comentadores, mas temos de olhar para todas as vertentes da realidade. Não cruzemos os braços, não nos conformemos, mas sejamos realistas. |
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| nome: |
Pedro Lima |
| comentario: |
Caro Ricardo Jorge, concordo que todos temos de cumprir a nossa parte e que quem não cumprir deva ser penalizado, contudo o que proponho não é um subsídio para incentivar o cumprimento da lei, é que o proprietário da viatura (matéria-prima valorizável), desde que colabore no desenrolar do processo, também receba uma quota parte do que vale o seu bem! “Ter um carro não é só comprar e usar. Quando "morre" tem de se entregar para abate, mesmo que tenha custos.” Quanto é que paga para abater o seu frigorifico? Nada, porque quando o comprou, pagou uma taxa para a reciclagem do mesmo! Não acha que já pagamos o suficiente quando compramos um carro, que justifique que não tenhamos custos com o seu abate? Sabe qual a mais-valia que uma empresa de reciclagem tem por receber uma viatura para abate? Pouco não é, porque não se ouve falar na falência de muitas, apenas nas irregularidades que cometem fiscalmente, ambientalmente, entre outras… Quanto à notificação dos proprietários das viaturas, essa intimação é feita através da viatura, notifica-se uma vez e ele troca o carro de lugar, se quando o notificam a segunda vez, lhe bloquearem o carro, vai ver que eles aparecem!!! |
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| nome: |
Álvaro Branco |
| comentario: |
Já tinha dito para mim mesmo que não interviria mais porque entendia que nda tinha para dizer. Mas, perante tanta divagação (coisa normal nesta coisas, diga-se), venho só reposicionar a questão: e a questão é que a CMB informa através do seu site a população do Barreiro que bastará ligar para uma empresa com quem terá celebrado um protocolo para, num ápice, se tirarem as viaturas abandonadas da rua. Foi o que fiz. Liguei. E afinal não é nada disso. Convido todos a ligar, O nome e o nº está nesta notícia e tb no sita da CMB. Quato às questões das notificações, dos que cumprem, dos que não cumprem, dos espertos e das espertices, o que me parece é que CMB é um agente público com poderes para autoar. Então que o faça! Mas, na verdade, o que me parece é que nem capacidade há para cumprir e fazer cumprir os seus próprios regulamentos. E o que me custa mesmo é que venha com este tipo de anúncio panfletário a tomar-nos por mentecaptos. É isso que eu não gosto que que admisnistra o meu município me faça enquanto cidadão. |
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