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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 21 de Maio
por Maria Helena


Barreiro – Setúbal
«Rostos» assina protocolo com Associação NÓS
Apoiar na divulgação de projectos e actividades


Carreira 7 - Barreiro
Largo das Obras ex-libris do 2º «Dia B»


Inferências
Vão-se os anéis e ficam os dedos…
. Finalmente discute-se a saída do euro!


Diz que é uma espécie de Blogue de Notas do Barreiro
«A fábrica abriu-se à cidade e deixou de ser um espaço murado»


COLUNISTAS
Reflexão de uma Pasta Dentífrica
Por Manuela Fonseca
Barreiro


Mudança para melhor?
Por Jorge Fagundes
Barreiro


As mulheres são Mais…
Por Nuno Banza
Barreiro


À muita augusta atenção de vosselências
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


O CAVALO DE TROIKA (ou BOCAS PARA O AR?)
Por Kira
Barreiro


Vamos falar de Poder Local Democrático II
Por Nuno Cavaco
Moita


BASTIDORES
Deputado do PSD Setúbal Bruno Vitorino
Promove «Barreiro no Parlamento»


CDU distribui por todo o Concelho do Barreiro
Carta de Mandatário e Cabeças de Lista à Câmara e Assembleia Municipal


Concelhia do Seixal do Partido Comunista Português
Exige que Governo tome medidas para manter em funcionamento a Siderurgia Nacional


Bloco de Esquerda Barreiro apresenta
Humberto Candeias candidato à presidência da Câmara


CONVERSAS DE 2 MINUTOS
Bruno Vitorino candidato do PSD Barreiro
Revisão do PDM «o processo está praticamente na estaca zero»


Rui Lopo, Vereador do Planeamento - Barreiro
Há todas as condições para continuar o trabalho do PDM


Isabel Mateus Braga – Barreiro
Fotografia «é uma imagem que nos obriga a reflectir»


ENTREVISTA
Marta Baeta do Barreiro três meses numa escola no Quénia
«Acho que nasci para isto, para tornar a vida das outras pessoas melhor»


Determinante para o concelho do Barreiro e para o país
No «Dia B» participaram entre 4.000 a 5.000 pessoas


AS EMPRESAS
Plano B abre novas agências em Alcântara e no Barreiro

Desenvolvimento do Porto de Setúbal está ligado ao transporte ferroviário
Actualmente um dos portos portugueses com maior número de comboios diári


Fórum Baía do Tejo no Barreiro
Reindustrialização: Um caminho para o futuro da Economia Portuguesa


Palmela - Trabalhadores do Parque Industrial VW Autoeuropa
Expressam «preocupações com a redução do número de trabalhadores»


DESPORTO
Palmela - Pavilhão Desportivo Municipal
Recebe Campeonato Distrital de Mini Trampolim
. 10 clubes do distrito de Setúbal


BARREIRO GINÁSIO CLUBE
Festival de Ginástica - «II BarreiroGym»
Grande Abertura com a ESTBarTuna


Na Baixa da Serra - Moita
Campeonato Distrital de Setúbal - Taça ALADS


Passeio Informal no Barreiro em BTT
Inscrições limitadas a 80 participantes


Remo do Barreiro
Clube Naval Barreirense na XXXII Regata Internacional Queima das Fitas


PERSONALIDADES
Barreiro - Homenagem amigo e aluno da Utib que faleceu
A vida era uma pauta musical, que ele tão bem sabia interpretar!


Rui Laranjeira do Corpo de Bombeiros de Águas de Moura - Palmela
Candidatos do PS saúdam pela atribuição da Menção Honrosa


Padre José Manuel pároco do Lavradio - Barreiro
Vai partir em missão para S. Paulo no Brasil


BARREIRO - Rosto do Ano 2012
Imprensa regional distingue Nuno Banza


AS ESCOLAS
Simulacro na Escola do Ensino Básico nº 1 do Lavradio - Barreiro
Testar o Plano de Emergência de Escola


Conferência sobre Sistemas de Produção em Setúbal
Reflete sobre desenvolvimento e criação de riqueza


FEIRA PEDAGÓGICA NO BARREIRO
Participação de mais de 40 entidades de ensino público e privado do Concelho


Passeio Cultural da Universidade da Terceira Idade do Barreiro
Regressámos a casa mais ricos...por tudo que a natureza nos transmitiu e ofereceu.


REPORTAGEM
SALÃO ANUAL ARTESFERA - BARREIRO
«Precisamos de colorir as nossas vidas»
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«Encontros da Primavera» em Alhos Vedros na Moita
Uma noite vivida com Luís Cardoso escritor que abre caminho à «literatura timorense no futuro»

Olga Paredes, Vereadora da Câmara Municipal do Barreiro
Barreiro tem apostado em energias renováveis


Setúbal – Candidato PSD/CDS visitou APSS
Turismo - «é necessário apostar na imagem de Setúbal»


CDU no Barreiro garante
Carlos Humberto «é candidato para o mandato todo»


Ignite Barreiro / Margem Sul
O «Armazém 10» da Quimiparque abriu as portas aos sonhos


Carlos Humberto, candidato da CDU à presidência da Câmara do Barreiro
Defende necessidade de «transformar a AML numa grande região euro-atlântica


Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro
«Comemorar a Marinha é comemorar Portugal»


Augusto Cabrita era um humanista
«O Barreiro era mais que a terra dele, era a casa dele»


Marco para o Rotary Club do Barreiro
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DIA B 2013 já está em marcha nas Escolas do Barreiro
Mais de 3000 envolvidos nas iniciativas em curso


Manifestantes «ocupam» Estação e protestam no «Livro de Reclamações»
«Estão a retirar à população do Barreiro o acesso aos Correios»


Teatro acontece no Barreiro
No real e magia de «Era uma vez... El-Rei Tadinho»…


Barreiro - Arte Viva estreia «Biedermann e os Incendiários»
Uma «lição» sobre a natureza humana…que faz sorrir e pensar!


TEB – Teatro de Ensaio do Barreiro
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MOLDURA
Fórum Seixal Saudável promove saúde e cidadania

Feira de Maio na Moita
Insere Biofesta – 9ª Mostra de Projetos e Produtos Biológicos


No Auditório Municipal Augusto Cabrita - Barreiro
Concerto com «Crooner VIEIRA» e «Colectivo Alburrica»
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Na Casa da Cultura em Setúbal
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Exposição sobre frente ribeirinha de Alburrica no Barreiro
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AUTARQUIAS
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Novo Parque Infantil no Vale da Amoreira – Moita
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TEB - Teatro de Ensaio do Barreiro
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OPINIÃO
EUROPA - DUAS OU TRÊS COISAS !!!...
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Os meus olhos e os meus ouvidos em Medina Carreira
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De joelhos?! Não, de pé povo amargurado!
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COOPERATIVAS, IPSSs , ASSOCIAÇÕES COM FINS ALTRUÍSTICOS...
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Carnívoros
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De Pierrot le Fou a Peter O´Tolo
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Escola de Surf em Alburrica - Barreiro
Proporcionar aos jovens do Concelho o primeiro contacto com a modalidade no Rio Tejo


Cooperativa Cultural Popular Barreirense - Barreiro
Festa Comemorativa do Centenário no dia 23 de maio


Persona – Associação para a Promoção da Saúde Mental - Barreiro
Promove comemoração do 20º Aniversário


CULTURA
Recriação Histórica em Alcácer do Sal
Torrão do Alentejo regressa ao Renascimento


Dia Mundial do Sapateado
Michel apresenta «Cadernos de Viagem» em Palmela


Academia de Música de Almada vai levar à cena
Ópera Pollicino «O Polegarzinho» de Hans Werner Henz


LIVROS
Joaquim Pessoa Poeta do Barreiro
Lança novo livro «Guardar o Fogo»


Barreiro - Leitura do livro infantil «O Pequeno Inventor»
por Carina Santa Bárbara na sala do conto da Biblioteca Municipal


Susana Tereso lança em Azeitão - Setúbal
Livro «EDUCAÇÃO AMBIENTAL PELA ARTE»


POESIA
Valsa
Por Maria Jorgete Teixeira
Barreiro


Ergo-ME porque ME ladrais a vida como quereis ?
Por Miguel Faia


ARTES
Barreiro - «Começar de Novo»na SIRB «Os Penicheiros»
Uma homenagem a Lisa Maria «Microfone de Ouro» de 1963


Exposição de Artes Plásticas 2013 Moita
Alunos dos Ateliers de Desenho e Pintura e Artes Decorativas da CACAV


Dia B pintado mural dedicado às «Palavras Cruzadas»
Barreiro assinala centenário das Palavras Cruzadas (em jornal)


AGENDA
Filme «O Reino dos Gatos» no Barreiro

CONTOS
Amélia de olhos cansados
Por Maria Jorgete Teixeira
Barreiro


o menino da praia dos amendoins
Por Rosalina Carmona
Barreiro


O Franklin e a «Licas»
Por Manuela Fonseca


EUROPA
PIB da zona euro diminui 0,2% e o da União Europeia diminui 0,1%


Eurodeputado Nuno Melo pede esclarecimentos à Comissão Europeia
Sobre protecção a conferir aos depósitos inferiores a 100.000 euros


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Nunca Mais!
Por Pedro Vasconcelos Almeida

Nunca Mais! <br>
Por Pedro Vasconcelos Almeida. Hoje, mais do que nunca, vemos que os acontecimentos que levaram ao 28 de Maio de 1926 estão a começar a repetir-se, uns de forma dissimulada, outros de forma bastante visível. Sacrificam-se liberdades e garantias individuais, bem como direitos fundamentais em nome dos mercados ou de uma austeridade cega que tem espalhado o desespero social por toda a Europa.

A 28 de Maio de 1926, um grupo de militares ultranacionalistas, vindos de Braga e comandados pelo Marechal Gomes da Costa, esse caricato "herói" da 1ª Guerra Mundial, acabou com a frágil e caótica 1ªRepública, pondo fim a uma experiência parlamentarista de quase 16 anos em que se sucederam presidentes, governos, golpes, contragolpes, golpadas, intentonas, etc. Há 86 anos, foi isto que aconteceu em Portugal à semelhança do que acontecia um pouco por toda a Europa com a crise do Demoliberalismo. Foi este movimento que daria início a um período da nossa história conhecido como Ditadura Militar ou Ditadura Nacional que abriria caminho posteriormente, em 1933, ao Estado Novo e à autocracia salazarista.
Este movimento intitulado de “Revolução Nacional” durante anos pelas elites salazarentas e que, embora não fosse feriado, era comemorado pelo Estado Novo como hoje comemoramos o 25 de Abril, era uma autêntica miscelânea social e política tendo o apoio de grandes grupos económicos, dos sectores mais conservadores e corporativistas da Sociedade Portuguesa, da Igreja, dos movimentos monárquicos e até, por muito irónico que seja, dos sindicatos e movimentos anarco-sindicalistas. Já ninguém acreditava na 1ª República, desejava-se um governo "forte" que conseguisse unir os Portugueses e afirmar o interesse nacional, argumentos clássicos, senão típicos da extrema direita.
Como se chegou a este ponto? Como foi possível a liberdade desaparecer com um grupo de militares bacocos que veio pôr ordem no galinheiro e que foram veementemente aplaudidos pelas massas? A verdade é que este movimento, embora tivesse dissimulada uma matriz ideológica nacionalista na sua génese, reunia as mais variadas e díspares tendências político-ideológicas, tendo o apoio tácito de uma base social considerável da Sociedade Portuguesa perante o descalabro da 1ª República, havendo a convicção de que os militares iriam fazer a república regressar à sua essência original, aquela que se quis implementar no 5 de Outubro de 1910 e que não foi cumprida. Depressa, os que apoiaram de forma entusiástica o 28 de Maio se deram conta da ilusão em que tinham caído, da forma como foram ludibriados a abdicar tão facilmente da sua liberdade. Logo no rescaldo do golpe, iniciou-se o período do reviralho em que muitos militares, populares e sindicalistas pegaram em armas para reaver, em vão, o que lhes tinha sido tirado. O povo, fosse por ignorância (havendo mais de 50% de analfabetos nessa altura em Portugal) ou por simples ingenuidade, deixou-se levar. Para quem não tem pão e letras, a política torna-se supérflua e indiferente, pois não podemos esquecer que uma grande parte do povo nessa altura era ainda rural e vivia abaixo do limiar da pobreza. Como é que a 1ª República se desgraçou desta forma? Como é que a tão famigerada República se deixou trucidar a ela e por arrasto à democracia que, todavia, não foi assim tão respeitada, como havia sido prometido, no período de 1910-1926? Terá sido de uma classe política incompetente, incapaz de alcançar consensos, e de uma elite económica corrupta ou de um sistema político mal estruturado que atribuía um poder exacerbado ao parlamento? Terá sido a profunda crise financeira do nosso país agudizada pelo nosso problema de endividamento crónico e de dependência externa que a 1ª República se mostrou incapaz de resolver? Terá sido a 1ª Guerra Mundial e a devastação que esta causou na Europa, destruindo o seu mercado interno e atirando a Economia Europeia para uma depressão económica sem precedentes? Terá sido um sinal dos tempos, quando na Alemanha o povo elegia para o lugar de chanceler um verdadeiro psicopata que mandou milhões de pessoas para a morte? Terá sido o anticomunismo, o ilustre papão comunista que se vislumbrava no leste, e o discurso de massas populista e demagógico que os movimentos nacionalistas e nazi-fascistas esgrimiam para hipnotizar multidões? Enfim, foi um pouco de tudo mas é certo que este é um período negro da história da Europa com muitas idiossincrasias, em que se assistia de forma impávida e serena à ascensão destes regimes ditatoriais, muitos deles militaristas e expansionistas que não foram mais do que um resultado natural do tratado de Versalhes, esse pedaço de papel revanchista, vingativo e castrador para os países derrotados na 1ª Guerra Mundial que só serviu para dar continuidade a ódios viscerais entre nações e que abriu caminho ao nazi-fascismo e consequentemente à 2ª Guerra Mundial.
Não escrevi este artigo para marcar a data do 28 de Maio, que fique claro. Este artigo é uma apologia à defesa da nossa liberdade. Porquê escrever sobre liberdade numa data que não lhe é cara? Precisamente por esse motivo! Na minha opinião, tem muito mais simbolismo escrever sobre a liberdade num dia em que há 86 anos nós a perdemos, para nos darmos conta de como a liberdade é um bem precioso e para nos relembrarmos da facilidade com que ela nos foi tirada durante 48 anos! Costuma-se dizer que só damos verdadeiro valor às coisas quando as perdemos, e não poderia estar mais de acordo.
Neste momento já temos quase quarenta anos de democracia, uma democracia madura, mas em crise, e pior do que isso, com as suas instituições e agentes descredibilizados. As pessoas fartaram-se dos maus políticos e da falta de transparência da política. Os partidos políticos têm perdido muita da candura que porventura alguma vez tiveram e assumem-se como estruturas cuja hierarquia e organização se tornam sufocantes para os jovens interessados em participar na vida política. Muitos partidos têm feito um esforço para se modernizar, mas não têm conseguido dialogar com os movimentos e plataformas sociais, muitos deles que começam a surgir nas redes sociais. Os Media têm tido um papel preponderante na descredibilização da classe política, pois não mostram aquilo que de bom e positivo acontece na vida política, limitando-se a mostrar os escândalos e as broncas, numa procura caquética e absurda por mais audiências.
É uma generalização avulsa e abusiva dizer que não há bons políticos ou que a política é um jogo cínico de poder. No entanto, estou em crer que é absolutamente vital, direi mesmo urgente, que a política caia na real, que os partidos se abram mais à sociedade civil, que a política volte a ter como denominador comum o interesse público e o serviço à república. A Democracia não pode funcionar a meu ver sem partidos políticos, não podemos ser abolicionistas do sistema partidário, temos sim de abrir caminho às pessoas abnegadas a causas, que estejam na política de forma desinteressada e genuína para defender as populações que representam. Dentro dos partidos, a discussão de ideias e propostas para o País deve tomar primazia em relação à discussão de lugares e de protagonismo político. Os políticos têm de fazer corresponder os seus actos às suas palavras, de forma a devolver a transparência e a virtude à política.
É esta mensagem que pretendo transmitir, a da dignificação da política como forma de defendermos a nossa democracia e impedirmos que aquilo que aconteceu há 86 anos se repita. Hoje, mais do que nunca, vemos que os acontecimentos que levaram ao 28 de Maio de 1926 estão a começar a repetir-se, uns de forma dissimulada, outros de forma bastante visível. Sacrificam-se liberdades e garantias individuais, bem como direitos fundamentais em nome dos mercados ou de uma austeridade cega que tem espalhado o desespero social por toda a Europa. A verdade é que a ilusão em que o povo se deixou levar em 1926 pode ser vir a ser uma realidade no Século XXI. O povo não pode ser novamente ludibriado a abdicar da sua liberdade! Por isso, mais do que nunca, temos que estar atentos! A liberdade conquista-se todos os dias, e no dia em que as pessoas deixarem de acreditar na Democracia, será o dia em que a voltaremos a perder, e no dia em que perdermos a nossa liberdade, será o dia em perderemos a nossa dignidade enquanto cidadãos. Por isso, neste dia, digamos “Nunca Mais!”.

28 de Maio de 2012
Pedro Vasconcelos Almeida

29.5.2012 - 0:27
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comentários

nome: Manuela Fonseca
comentario: Tenho orgulho em conhecer este rapaz, sábio, desde os 3 dias de idade! Continu, Pedro, e bem hajas!
nome: Maria do Rosário Vaz
comentario: Com jovens como o Pedro, não tenhamos medo do futuro! Está na hora de eles agarrarem o seu tempo. Tenho essa esperança! Força a todos os Pedros!

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