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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 24 de Julho 2017
Por Maria Helena


A(nota)mentos - Barreiro
Obrigado David Varela!


Por dentro dos dias - Barreiro
As percepções são meras projecções


A(nota) mentos
O Barreiro, o seu património e as «respostas articuladas»…


Inferências
Da Economia do Mar à instalação de serviços no Barreiro


Barreiro / Moita - Edição Impressa do jornal «Rostos»
Temas de capa Terminal de Contentores e Ponte Barreiro - Seixal


COLUNISTAS
PS : OBRA FEITA NO CONCELHO DE MONTIJO
Por José Caria
Montijo


O Movimento das Espadas
Por Nuno Santa Clara
Barreiro


Demita-se a “Providência”
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


Quem está a seguir?
Por Jorge Fagundes
Barreiro


Tratam-nos da saúde
Por Nuno Cavaco
Moita


BASTIDORES
DEPUTADOS SOCIALISTAS DE SETÚBAL SAÚDAM EDIFICAÇÃO 5ª ESQUADRA DA PSP NO BARREIRO VELHO
CONCRETIZADA PELO GOVERNO DE ANTÓNIO COSTA.


Hélder Silva cabeça de lista do PAN à Câmara Municipal da Moita
Assembleia Municipal será encabeçada por Fátima Dâmaso


Eleições autárquicas Barreiro
Carlos Pires mandatário do Partido Socialista


Barreiro - Um exemplo de que PCP e PS têm uma política igual para o concelho
PCP e PS voltam a chumbar proposta do PSD para redução do IMI


Ana Teresa Xavier, médica oncologista no Hospital do Barreiro
Um dos nomes em destaque na lista do PSD à Assembleia Municipal


Barreiro - União das Freguesias de Palhais e Coina
Apresentação Pública de candidatos da CDU


Eleições Autárquicas 2017
Sete candidatos à presidência da Câmara Municipal do Barreiro


PAN concorre ao Barreiro pela primeira vez em eleições autárquicas
Durval Salema candidato à presidência da Câmara


CONVERSAS DE 2 MINUTOS
Três jovens do Barreiro editaram «7 balas Dias de Cão»
«São contos que nascem dentro de uma cidade inventada»


Isabel Mateus Braga fotógrafa do Barreiro
«Um livro para reflectir como a vida é simplesmente construída com fé»


AS EMPRESAS
Palmela - LIQUI MOLY é parceira da ATEC
Produtos da LIQUI MOLY disponíveis para uso durante as aulas.


Simarsul vai instalar-se no Seixal
Parque Empresarial da Baía do Tejo recebe as futuras instalações


Palmela - Volkswagen Autoeuropa vai contratar cerca de 2.000 colaboradores
750 são para implementar um sexto dia semanal de produção


Sindicato Nacional dos Motoristas
Afirma que vai colocar os TCB do Barreiro em Tribunal


Barreiro - Trabalhadores da Fisipe assinaram acordo para aumento de salários
Acordo com pagamento de retroativos a 1 de janeiro de 2017


DESPORTO
Barreiro - Dois atletas da Associação de Basquetebol de Setúbal
Na Seleção Sub-18 Masculina do Campeonato da Europa


Barreiro - Ana Xavier do Badmintom do Luso Futebol Clube
Conquista 2º lugar na 22ª Edição do Open Oeiras


Clube Naval Barreirense – Barreiro
Mariana Virtuoso campeã nacional
. Beatriz Rosa vice-campeã nacional


Vela do Barreiro passa a fazer parte dos Centros com BANDEIRA ECOMAR
CLUBE DE VELA DO BARREIRO - CENTRO ECOMAR


Xadrez - Campeonato Nacional Jovens Rápidas
Hugo Ferreira Ferroviários Barreiro e Alexandra Savinykh Santoantoniense Campeões Nacionais


Atletas do Grupo Desportivo dos Ferroviários do Barreiro
Conquistam diversos títulos de campeões nacionais


Velejadores do Clube de Vela do Barreiro
Sagram-se Campeões Regionais e CVB Campeão Regional por equipas


Barreiro Stara Zagora no Campeonato Europeu de MiniFootball
Quer conseguir APOIOS para representar a cidade e o país


Barreiro - Luso Futebol Clube
Carlos Brito campeão nacional de KICKBOXING



Academia de Judo do Barreiro / Grupo Desportivo Fabril
Saudação à judoca Filipa Maia


PERSONALIDADES
Palmela - Teatro O Bando
Ao nosso HORÁCIO...


AS ESCOLAS
Universidade de Coimbra - Estudo Internacional revela estratégia inovadora
para promover a formação de novos vasos sanguíneos no coração


BARREIRO - O SOL QUANDO NASCE É PARA TODOS!
Orgulho no Agrupamento de Escolas de Santo António


Barreiro - Projeto Escola para Pais
Aprende-se bastantes coisas importantes para o futuro dos nossos filhos


Barreiro - Vence final regional dos Eco-cozinheiros no projecto Eco-Escolas
Agrupamento de Escolas de Santo António com Menção Honrosa a nível


Barreiro - UAEEAM do 1º Ciclo de Santo António da Charneca
«Ronaldo vem à nossa escola. Tu és o melhor jogador».


REPORTAGEM
Barreiro - Da falta de ar condicionado nos autocarros às rotundas da Avenida do Bocage
Até situação da Rua Sebastião da Gama que pode ter soluç


Barreiro – Livro «Fé- Faith» de Isabel Mateus Braga
A simbiose entre «simplicidade» dos pensamentos e as fotografias


Nova sede do Rotary Club do Barreiro no Moinho do Jim
Um espaço aberto à realização de actividades com entidades do concelho


Escola de Futebol do Benfica – Barreiro
Uma experiência gratificante na formação de atletas


«O Barreiro vai ficar ligado à história do PNR»
afirmou José Pinto-Coelho ao divulgar o novo hino


Construção do Centro de Saúde do Alto do Seixalinho
Vai descongestionar a Urgência do Hospital do Barreiro


Valorização do Património do Barreiro tem que ter reposta integrada
Secretário de Estado promete sensibilizar governo


«Primeiro passo para dinamizar no Barreiro a Economia do Mar»
Infraestrutura de bivalves é a primeira unidade desta natureza em Portugal


Na assinatura do contrato de construção da «Muleta»
Vamos ter notícias por estes dias sobre a actividade económica no Tejo
. anunciou o Presid


Barreiro - Campanha #MusEu Contribuo
Valorizar espaço museológico da Baía do Tejo com memórias dos trabalhadores e famílias


MOLDURA
Casos de Policia na Península de Setúbal
No Seixal indivíduo agrediu Agente que necessitou de tratamento hospitalar


Barreiro -Feira Quinhentista de Coina chega ao fim
com milhares de visitantes e um momento que fica na História


Cerca de uma tonelada e meia de redes de pesca em Palmela
GNR recupera material furtado


Polícia Marítima e ACT fiscalizam restaurantes em Setúbal
Llevantados 11 autos-de-notícia e efetuada uma participação à ASAE.


Barreiro – Animação de Verão no Lavradio
Marchinha Botequim vai animar as ruas da vila


Barreiro – Ritmos de Verão
José Manuel Barreto no Parque Paz e Amizade


Centro Hospitalar Barreiro Montijo
Atividades de Tempos Livres para os filhos dos colaboradores


No Convento Madre de Deus da Verderena - Barreiro
Exposição «Brinquedos de Madeira (Base artesanal)»


No Parque Catarina Eufémia - Barreiro
Obra em curso permitirá encher de novo o lago


OUT.FEST 2017 - Primeiros nomes confirmados
14º Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro


Barreiro - Proteger e preservar a Mata da Machada
Vereador Bruno Vitorino promove iniciativa «Machada em alerta»


AUTARQUIAS
Barreiro
60 novos autocarros movidos a gás natural renovam a totalidade da frota dos TCB


Barreiro com duas equipas de intervenção permanente
10 bombeiros em regime de permanência


OPINIÃO
Smart Cities e o Barreiro
Por Nuno Soares
Barreiro


Fiquei revoltada, quem não fica?
Por Filomena VenturaMoita


Parque Catarina Eufémia ou Parque da Vila no Barreiro, o que fazer?
Por Augusto Coelho
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TURISMO NO BARREIRO? SIM, É POSSIVEL!
Por Rui Braga
Barreiro


O TORMENTO DO SERVIÇO SOCIAL
Sofismas do faz de conta num Governo meramente Assistencialista
Por Vitor Bento Munhão
Barreiro


O Primeiro Código Cooperativo
Por Dourado Mendes
Barreiro


ASSOCIATIVISMO
Palmela - Apoios financeiros para instituições de solidariedade social
Centro Social de Palmela e Centro Jovem Tejo


Barreiro - Exposição «Ver e Sentir o Lavradio»
A fotografia inscreveu-se na história da SFAL


Associações com sede social no Concelho do Barreiro
Devem entregar candidaturas para Apoios Estruturais


CULTURA
Os escravos do Barreiro
Por João Naia da Silva
Barreiro


POSTAIS
Jorge Miguel Teixeira, candidato do CDS/PP à presidência da CM Barreiro
«Não são os Arcos Ribeirinhos que nos salvam»


Barreiro vai adquirir 60 autocarros a gás natural comprimido
Carlos Humberto assinou Termos de Aceitação do Programa de Financiamento


Secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes no Barreiro
Assinatura do Protocolo da criação das equipas de Intervenção Permanente


Reabilitação da Estação do Barreiro
Será que é mesmo desta que vai acontecer...


A encerrar dez dias de Festas do Barreiro 2017
Concerto com GNR


Na abertura das Festas do Barreiro 2017
Concerto com os D.A.M.A.


Moita – Cordas& Filho apoia Escola de Futebol do Benfica do Barreiro
«É para nós uma parceria importante»


EUROPA
Comité das Regiões Europeu prestes a eleger novo presidente
Markku Markkula deverá transferir a Presidência para Karl-Heinz Lambertz


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JSD Setúbal
O Estado não mais pode ser encarado como pai da Sociedade

JSD Setúbal<br>
O Estado não mais pode ser encarado como pai da Sociedade“É, pois, tempo de Portugal tornar-se um País que rompa a Bruma do Derrotismo, do Pessimismo e dos Interesses, e que Abrace o Desafio de um Caminho onde a Exigência nos conduza à Excelência. Para isso podemos ter que modificar muitas leis, mas antes de tudo o mais, temos que ser agentes indutores de uma verdadeira Revolução de Mentalidades.” – sublinha Nuno Matias, líder da JSD de Setúbal, na moção que apresenta ao Congresso do PSD.

A Moção "JUVENTUDE PORTUGAL",apresentada ao XXIX Congresso Nacional do PSD, tem como primeiro subscritor o Presidente da Distrital de Setúbal da JSD, NUNO MATIAS, também Conselheiro Nacional do PSD e candidato a Secretário-Geral da estrutura no último Congresso Nacional da JSD.

“O texto procura fazer um retrato do Portugal que Temos e do Portugal que queremos (sobretudo na Educação vs 1º Emprego, Economia vs Fiscalidade, Papel do Estado na Sociedade, a Dependência Energética em Relação ao Exterior, entre outras), bem como o papel que cabe às Novas Gerações (a que se chama JUVENTUDE PORTUGAL) ser o agente catalisador desta Revolução Tranquila, mas determinada, de Mentalidades” –sublinha Nuno Matias.

Divulgamos o texto integral da referida moção.


JUVENTUDE PORTUGAL

Portugal é a nossa Nação, a nossa Paixão, mas acima de tudo, a nossa Missão!

Portugal vive um período da sua já longa História, onde se exige um novo espírito de audácia, de inconformismo, de coragem, de inovação e de conquista. Porque estes Novos Tempos, trouxeram consigo novos padrões de desenvolvimento social, económico, ambiental e civilizacional, que exigem novos valores, novos ideais, novos comportamentos e procedimentos.

É, pois, tempo de Portugal tornar-se um País que rompa a Bruma do Derrotismo, do Pessimismo e dos Interesses, e que Abrace o Desafio de um Caminho onde a Exigência nos conduza à Excelência. Para isso podemos ter que modificar muitas leis, mas antes de tudo o mais, temos que ser agentes indutores de uma verdadeira Revolução de Mentalidades.

O Futuro do país far-se-á da capacidade de todos, e de cada um, assumirem que desejamos um país com estruturas modernas, com uma sociedade adaptada às necessidades de uma vivência (e convivência) cada dia mais competitivas, onde não mais a irresponsabilidade, o imobilismo e o facilitismo serão permitidos, e onde somente uma cultura de responsabilização, de exigência e de mérito vingarão.

No entanto, o dia-a-dia faz-se com o Futuro sempre Presente, e a responsabilidade pela construção do Portugal Moderno passará também (e sobretudo) pelas novas Gerações, pois estamos a falar de uma batalha Nacional, que deve ser assumida por todos os Jovens como um Desígnio Geracional, de quem não pretende continuar a conviver, e sofrer, com os constrangimentos de um País que anseia por um novo Rumo que permita ganhar o seu futuro.

É por isso que a Aposta no Portugal do Futuro terá que ser a Aposta nas Novas Gerações, que assumam como seu dever, encarnar este desafio de afirmar a Juventude Portuguesa como o verdadeiro motor da nossa Mudança Civilizacional.

Porque deve ser essa a nossa Missão!

I- O Portugal que Temos

Não estando hoje sozinhos no Mundo, não podemos continuar a agir e pensar a nossa sociedade como se o nosso país fosse uma ilha envolta por uma redoma de vidro protegida do exterior.

Estando num Mundo onde a concorrência aberta deve ser considerada um estímulo e uma janela de oportunidades, e nunca um problema ou uma ameaça, Portugal e os Portugueses devem assumir qual o caminho que desejam percorrer.

Com o alargamento formal a Leste da União Europeia, Portugal não se pode esquecer que deixará de receber os montantes até aqui provenientes dos Fundos comunitários, em detrimento de países que se encontram (relativamente), apesar de tudo, num estádio de desenvolvimento mais elevado (com mão-de-obra mais qualificada e barata, com níveis de produtividade superiores, e com potencialidades, ao nível da fiscalidade, mais atractivas).

E Portugal não pode continuar a adiar-se, como se amanhã ainda fosse a tempo de recuperar o atraso que há décadas vai acumulando em relação aos países mais desenvolvidos. Não é com o nosso PIB a crescer, como aconteceu em 2005, cerca de 5 vezes menos do que a U.E. (crescimento médio comunitário entre os 25 estados membros), cerca de 11 vezes menos do que os EUA e 33 vezes menos (!!!) que a China, que adquirimos a pujança da nossa estrutura económica e social, e garantimos a consolidação de alicerces que nos tornem competitivos face aos demais.

E porque é que isto acontece? Será apenas porque a conjuntura económica assim o dita? Ou não será tempo de reconhecermos que as estruturas que alicerçam a nossa Sociedade estão caducas e necessitam, isso sim, de ser reerguidas através de uma forma de encarar o país e os seus diversos agentes, de forma diferente, e com uma estratégia clara que potencie um novo modelo de crescimento e desenvolvimento económico e social.

O que é certo é que muitos factores ajudam a explicar esta situação.

De que forma queremos ser competitivos e ser tão bons como os demais, quando:

- Somos testemunhas de um nível de Despesa Pública em Educação que é elevado, mas que não se traduz em resultados visíveis, a avaliar pelos elevados índices de abandono escolar, pela falta de aposta no ensino técnico profissional, pela fraca interligação entre quem forma e quem emprega (com a inexistente informação a quem estuda, sobre as actuais condições de empregabilidade de cada sector de formação);

- Somos testemunhas de um Estado que em vez de regulamentar e injectar instrumentos de confiança para estimular o crescimento e desenvolvimento, continua ele próprio a necessitar de receber constantes e crescentes estímulos financeiros, devido aos interesses instalados, à sua máquina gigantesca que sorve recursos (apesar de não dar retorno, nem no serviço, nem na criação de riqueza), e de uma Constituição ideológica e arcaica, que até pode parecer uma conquista de Direitos Fundamentais, mas que distorce o Papel do Estado e apenas enaltece os Direitos sem exigir de todos, os Deveres de Cidadania que uma Sociedade Moderna exige;

- Somos Testemunhas de um Modelo de Crescimento Económico que se baseia em pressupostos errados para estimular o crescimento, ao não apostar numa máquina fiscal mais simples, mais competitiva, mais eficaz e menos onerosa, ao não estimular a aposta na Inovação, na Investigação e Desenvolvimento, e não fomentando um tecido empresarial com maior valor acrescentado, continuando hoje a apostar em concorrer com mercados que têm maiores indicadores de produtividade e mão-de-obra mais barata;

- Somos Testemunhas de uma Dependência Energética em relação ao Exterior, que nos torna particularmente vulneráveis a qualquer flutuação dos mercados internacionais, e que é um factor que trava claramente a nossa competitividade; Sobretudo, porque não somos capazes de perceber que mesmo em Economia Aberta e Global, o nosso Balanço Energético não pode ser tão deficitário, e que apenas investindo forte na produção interna (seja através de meios convencionais, seja através de fontes energéticas alternativas,- naturais ou não) podemos aspirar a depender menos de factores exógenos que condicionem o nosso desempenho;

Enfim, quando assistimos a este desagregar de Confiança no País, nas suas Pessoas e nas suas Instituições, devemos assumir que É pois Tempo de Parar, Escutar, Debater, mas acima de tudo, Planear, Decidir e Agir, em nome de um Futuro que tem que ser conquistado com Garra, Determinação e Coragem.

Porque é verdade que Portugal tem um Presente difícil. É verdade que o Ânimo não abunda e a motivação para Lutar não é a ideal. Mas também é verdade que os Portugueses saberão superar-se, no exacto momento em que tomarem consciência de que o Caminho apesar de ser estreito, no entanto, existe e é possível de ser percorrido e vencido.

Foi sempre assim na nossa História. Portugal fez-se destes Movimentos de Inconformismo, de Audácia, de Trabalho, de Afirmação e Conquista. Porque os Portugueses já perceberam o país que temos, sendo pois tempo de, com eles, construir o Portugal que Queremos.

II- O Portugal que Queremos

O Portugal que queremos é uma Nação que seja uma referência de estabilidade social, um exemplo de audácia na capacidade criadora e empreendedora, e que tenha um Estado que seja formador, regulador e agente indutor de confiança e credibilidade.

No entanto, o nosso Sucesso não depende apenas do Estado. Começa a construir-se nas nossas famílias, na forma como olham e desejam fazer parte da Sociedade, nas empresas no modo como planeiam e procuram atingir os seus objectivos económicos e sociais, na formação como desejamos e executamos um programa curricular que ajude a tornar os nossos jovens ( e os menos jovens) mais capacitados do ponto de vista técnico, e que os ajude a ter capacidade de ter um papel activo no mercado de trabalho e uma acção cívica que represente uma mais valia para o nosso país.

O Portugal do Futuro não se faz apenas da vontade do Estado, faz-se do desejo e empenho de cada um de nós.

E começa na forma como assumimos o papel do Estado.

Hoje, mudar Mentalidades, começa sobretudo na forma como vemos o Estado, que não mais pode ser encarado como pai da Sociedade, a quem se exige tudo, mesmo quando sabemos de antemão que não tem meios para apoiar em quase nada. E enquanto não assumirmos que aquilo que esperamos, e exigimos ao Estado, é que seja uma entidade que regule o funcionamento da Sociedade, não deixando de ajudar quem não pode, mas exigindo a quem possa, que contribua para que a Solidariedade Social e Geracional seja uma realidade, não conseguiremos nunca alocar os recursos onde verdadeiramente são fundamentais e podem gerar um verdadeiro efeito multiplicador do ponto de vista do bem-estar social.

O Estado hoje continua, sobretudo, a diferir responsabilidades para as Novas Gerações. Na forma como continua a desequilibrar as suas contas públicas diferindo os seus custos para o futuro. Na forma como criou um Estado Social que se está a transformar num “Berbicacho” Geracional, na medida em que não consegue garantir, a quem hoje para ele contribui, o retorno de quem cumprindo os seus deveres, espera ter adquirido alguns direitos.

É por isso que temos que Lutar por Um Estado diferente- Menos Ideológico, mas muito mais Lógico; Menos Complexo e Mais próximo dos Cidadãos; Menos Interveniente, e muito mais Regulador; Menos Estado, mas muito melhor Estado!

Onde se aposte num novo Estado Social, em que a consagração do princípio da igualdade passa, não por garantir a todos os mesmos benefícios, mas sim, assegurar que todos têm acesso, por igual, aos meios e instrumentos de crescimento e desenvolvimento social.

Onde se aposte numa Máquina Fiscal onde se faça verdadeira Justiça. Onde a fraude e a evasão sejam combatidas de forma implacável, garantindo que todos pagam, na certeza de que se assim for, se fará, no futuro, uso de uma máxima que será um poderoso indutor de confiança social e económica- se todos pagarem, todos pagam menos!

E começa, também aqui, a nossa Competitividade Empresarial. A actividade económica faz-se da gestão de expectativas, e é nesse domínio que temos que garantir uma Fiscalidade competitiva para atrair Investimento Directo Estrangeiro, para assegurar condições de competitividade das nossas empresas, e por forma a fomentar a criação de actividades empreendedoras, inovadoras e que apostem em investigação e desenvolvimento.

Competitividade que apenas será possível de concretizar, também, com a nossa capacidade de criar alternativas à nossa, actual, dependência energética que deve ser minimizada urgentemente. E Portugal, tem áreas onde deve apostar. Ao nível das energias alternativas, apostando nas fabulosas condições naturais que possuímos (no Sol, no Ar e no Mar), mas também deixando de lado receios mal sustentados, e lançando-nos num debate sério e franco, sobre a hipótese da criação de unidades de produção de energia a partir de fontes energéticas nucleares.

Em paralelo, temos que garantir um aumento significativo da qualidade dos nossos recursos humanos, que têm que ser formados a pensar na sua integração no mercado de trabalho, aliando vocação pessoal com a capacidade de assegurar sucesso profissional. Para tal, o Estado deve assegurar a interligação entre os agentes educativos e os agentes empregadores, criando informação sobre níveis de empregabilidade por sectores e facultando esses dados aos jovens que têm que decidir o seu percurso académico. Devemos assegurar que haja um Sistema de Ensino mais racional, onde não proliferem cursos de “banda estreita” que estão à mercê da volatilidade do mercado de trabalho, e que apenas potenciem licenciados que acabam por engrossar a lista de desempregados. Da mesma forma que devemos combater, e erradicar, o estigma social de que somente os chamados “doutores e engenheiros” são os únicos com direito de ter sucesso e reconhecimento, e que leva a que haja muitos jovens, quase sempre por pressão familiar, tenham uma formação académica nos antípodas da sua vocação pessoal e profissional, e isto quando é reconhecido que também, por exemplo, o ensino Técnico-Profissional assegura uma taxa de empregabilidade elevadíssima.

Enfim, o Portugal que Queremos é uma Nação que seja Ousada, Competitiva, Inovadora, Formadora, mas que apele (e motive) todos, e cada um, a uma Cidadania mais Vivida e Participada.

Uma Nação que se volte a Afirmar pela sua Qualidade, pela Sua Seriedade, Serenidade e Competência.

Uma Nação que se Orgulhe de Si Mesma!

III- O Papel da Juventude Portugal

Portugal anseia, e clama, por Mudança. Essa “Revolução” Tranquila, faz-se da força silenciosa de um povo que quer ganhar o seu futuro. Mas essa transformação social efectua-se, e terá sucesso, na razão directa da capacidade de envolver as diferentes gerações nesta demanda pela conquista da Modernidade e da Coesão Económica e Social.

E nesse Caminho quem esquecer as Novas Gerações está, logo aí, a Hipotecar o seu Sucesso. É que se encontra na Juventude a força catalisadora da Mudança, na exacta medida em que a formação que lhes pode ser dada, pode potenciar uma nova forma de estar e sentir a Sociedade e a sua participação enquanto sua parte integrante.

Envolver a Juventude Portuguesa, é torná-la ela própria numa força incrível de Paixão pelo nosso País, que se transformará numa profunda, e convicta, missão de uma “Juventude Portugal” que quererá ser o Motor da Mudança dos Alicerces de um País, que tem Orgulho no seu Passado mas que deseja Abraçar o seu próprio Futuro.

E é esta, também, a nossa Missão. Enquanto Partido, o PSD tem tido ao longo de mais de 3 décadas de história uma posição central na construção, afirmação e consolidação do Portugal Democrático. Não abdicando da sua visão humanista e personalista da sociedade, o nosso partido afirmou-se na sua capacidade de pensar o país e a sua sociedade, e de colocar em prática as reformas que nos ajudassem a progredir e desenvolver.

Mas a Força do PSD nasceu sempre das suas Gentes e das Suas competências. Nasceu sempre da capacidade de Ouvir, Debater e Representar todas as Gerações de Portugueses. Dos mais novos aos mais experientes, o nosso partido sempre soube retirar o que de melhor tinha para colocar ao Serviço de Portugal e dos Portugueses.

É por isso que o PSD tem sido sempre uma Força Reformista do Portugal Democrático. Ao longo de mais de 3 Décadas, o nosso Partido afirmou-se como o Partido mais Português de Portugal, e aquele que mais representava os anseios e os ideais dos nossos Jovens.

Por si mesmo, mas sobretudo por Acção da Juventude Social Democrata. Através da JSD (de Norte a Sul, no Continente e nas Regiões Autónomas), o PSD pôde ser mais forte, porque conseguiu compreender melhor todos os Portugueses. Através da JSD, o PSD pôde ser mais pujante, porque contou nas suas fileiras com jovens competentes que foram o reflexo daquilo que era a Juventude Portuguesa.

E esse deve ser também o Desígnio do PSD de hoje, e para o Futuro- continuar a apostar em Ouvir e Representar as Novas Gerações, por forma a sermos o Partido que melhor compreende, e motiva, a Juventude que desejamos chamar a participar nesta nobre Missão- Portugal!

16.5.2006 - 1:52
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