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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 16 de Janeiro 2018
Por Maria Helena


Rostos do Ano 2017
Rosto «Inovação» Transportes Colectivos do Barreiro - TCB


Rostos do Ano 2017 - Barreiro
Rosto «Veterano» Luciano Barata


Rostos do Ano 2017 - Barreiro
Rosto «Escritor» Fernando Sobral


Rostos do Ano 2017 - Barreiro
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Rostos do Ano 2017 - Barreiro
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Rostos do Ano 2017
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Barreiro - Rostos do Ano 2017
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Barreiro - Rostos do Ano 2017
Rosto «Solidariedade Social» Rumo, Cooperativa


Rostos do Ano 2017 - Barreiro
Rosto «Memória» Cabós Gonçalves


Por dentro dos dias – Barreiro
Sozinhos somos apenas uma ausência de comunidade.


Por dentro dos dias – Barreiro
Uma Rede social pode ser um instrumento de relação humana positiva


Barreiro / Moita - Associativismo e Comunicação
Valorizar as dinâmicas de comunicação na vida associatva


COLUNISTAS
Disco virado. E a música?
Por Jorge Fagundes
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Desculpem lá!
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


AUTARQUIAS LOCAIS - QUE FAZER ?
Por José Caria
Montijo


As prendas do Pai Natal
Por Jorge Fagundes
Barreiro


Três vezes onze
Por Nuno Santa Clara
Barreiro


Saúde um direito constitucional que não se cumpre na Vila da Baixa da Banheira
Quanto mais prometem, menos cumprem!
Por Nuno Cavaco


Vigiar e intervir antes de ser tarde demais!
Por Nuno Banza
Barreiro


BASTIDORES
Maria Luís Albuquerque num encontro com alunos no Seixal
Defende que há muito trabalho a fazer para a igualdade de género


Barreiro -Medida aprovada por PS e CDU triplica o IMI
«Carregada de uma carga ideológica por parte de socialistas e comunistas»


Moita - Candidatura à secção do Partido Socialista da Baixa da Banheira
Luis Cerqueira é o candidato a Coordenador


Movimento «Fazer Barreiro» formaliza candidatura à Concelhia do PS
Lista encabeçada por André Pinotes Batista
. Eduardo Cabrita mandatá


Barreiro - Arranjos Exteriores do Centro de Saúde de Santo António da Charneca
PS saúda Governo pelo arranque das obras


Posição da CDU na Assembleia Municipal da Moita
Orçamento Municipal e GOP 2018


Barreiro - Arranjos exteriores da Unidade de Saúde Familiar de Santo António da Charneca
CDU acompanhou junto da ARS a necessidade desta interv


CONVERSAS DE 2 MINUTOS
André Camilo, actor do Barreiro
«Através do teatro aprendi a olhar o mundo através da magia»


AS EMPRESAS
Carnaval de Sesimbra é um dos mais reconhecidos do país
Programa de Carnaval do Sesimbra Hotel & Spa já disponível



Palmela - PCP repudia intenção da multinacional Lincoln Electric
Encerrar unidade de produção na Venda do Alcaide (Pinhal Novo).


Seixal / Setúbal - 25% da frota operacional da SIMARSUL já é 100% elétrica
Irá permitir diminuir a pegada de carbono da empresa


DESPORTO
No Complexo Municipal de Atletismo de Setúbal
Olimpíadas da Corrida


Torneio de Petanca na Moita
Participantes salientam a excelente qualidade da prova


Prova Apuramento Regional – Optimist juvenis 2018 no Barreiro
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Taça Cidade do Barreiro
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PERSONALIDADES
Barreiro - Faleceu Lénine Maria Sobreiro
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Barreiro - Valentim Oliveira / Missa do Trigésimo
Dia 21 de Janeiro na Igreja Matriz de Palhais


AS ESCOLAS
Barreiro - Tertúlias Augusto Cabrita
Informática e Liberdade com Helder Coelho


Moita - 28 computadores portáteis e 16 conjuntos de telas e retroprojetores
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Moita na Rede OCDE Education 2030
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Barreiro - Agrupamento de Escolas de Santo António «Marca a Diferença»
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REPORTAGEM
Barreiro - Aumento Tarifário dos TCB
Aprovado com voto de qualidade do Presidente
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Abertura de Balcão Único no Barreiro
«Primeiro passo da revolução tecnológica»


Eduardo Cabrita, Ministro da Administração Interna
Barreiro é um exemplo da relação entre as autarquias e os bombeiros


«Se querem matar o Terminal do Barreiro haja coragem de o dizer»
sublinhou Bruno Vitorino, na última reunião de Câmara


Uma nova estratégia de turismo para o Barreiro
Abertura do Posto de Turismo marca o começo


Barreiro - Tarifário da Água mantém preços de 2017
Proposta aprovada com abstenção da CDU e PSD


Barreiro - Um musical para todas as idades
Um convite a mergulhar por dentro da imaginação


MOLDURA
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DansaArtes sobe ao palco do Cinema Teatro Joaquim d’Almeida no Montijo
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Palmela - Igualdade de género em peça teatral no Pinhal Novo
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Festa da Dedicação da Igreja de Santa Maria do Barreiro
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Moita - Na Baixa da Banheira
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Centro Hospitalar Barreiro Montijo
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Setúbal - No Forum Municipal Luisa Todi
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Centro Hospitalar Barreiro Montijo deixa de enviar cartas em papel
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Palmela - Município quer reforçar WIFI no Centro Histórico e na Serra do Louro
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Eleitos da CDU na Assembleia Municipal da Moita
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OPINIÃO
OSTOMIA E A IRRIGAÇÃO NA PRIMEIRA PESSOA
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A ARTE PERVERSA DE ADULTERAR CRIANÇAS
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Escutismo católico no concelho do Barreiro
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António Pato apresenta na Biblioteca Municipal do Barreiro
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Jéssica Pinheiro residente no Barreiro
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Barreiro –Ligação do Parque Empresarial Baía do Tejo ao centro da cidade
Arte de Vhils marca a Alameda da CUF


Barreiro - João Pintassilgo divulgou abertura do Balcão Único
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Estação Sul e Sueste Barreiro pode passar para responsabilidade da Câmara Municipal
Um cenário colocado pelas Infraestruturas de Portugal


Barreiro - Encerramento da Estação dos CTT prejudica a população
«Isto é um retrocesso civilizacional»


Barreiro - Protesto contra encerramento dos CTT no Lavradio
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Barreiro vai receber a «Chama da Solidariedade»
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Terminal de Contentores do Barreiro
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Alhos Vedros – Moita
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Barreiro – LIDL quer construir na Quinta das Canas
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Comissão Europeia propõe-se investir 1000 milhões de euros
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Falar de mim
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro

Falar de mim<br />
Por Carlos Alberto Correia<br />
BarreiroA edição deixou de ser sinónimo de gosto, de bem escrever e passou a estar disponível para quantos, tendo o necessário poder de compra, entreguem os originais nesses mercadores de folhas agrupadas. Por isso nunca se publicou tanto, tão mau e cada vez mais se rarefaz o mercado dos livros.

Não se importam de parar um pouco o coro de protestos? Certo! Parece muito desplante de qualquer meco utilizar o espaço do jornal e a paciência dos leitores, com a arrogância de um discurso sobre si próprio, isto como se cada escrito, cada crónica, por muito que aparente distância do autor não fosse, de outra forma, o seu reflexo no espelho. Que mais não seja porque, escrevendo-se sobre coisa diversa, continuamente se estará a escrever nos moldes em que pensa o mundo, a partir de si, das suas experiências, gostos e decisões. Já lá dizia Barthes, “quem fala, fala-se”, ou, traduzindo para o assunto em causa, quem escreve, sempre se escreve.

Se aguentaram até aqui a discursata em que me envolvi, terão o direito absoluto a exigirem-me as razões da mesma. E o anterior pedido de acalmia nos protestos nasce do reconhecimento de que têm esse poder. Vou, pois, por ínvios caminhos, ao assunto.

Pertenço ainda à geração do livro! Neste momento, certamente, o coro de protestos recrudescerá em bastos, também eu, também eu! Sei muito bem ser isso verdade. Para ser sincero a maior parte de nós faz parte dela. Lembro-me de quando, em início de adolescência, conseguia uns cobres para comprar algum livro cobiçado desde há muito, correr para casa, agarrar num corta-papéis e entre emoção e nervosismo, abrir as páginas, deixando sobre a mesa as raspas de papel sobrantes ao sacrifício da abertura original. Nesse tempo o livro era assim! Comportava um ritual desvirginador garantindo, a quem o comprava, ser o seu único e primeiro possuidor. Estão a ver a semelhança com os rituais núbeis? Pois, em sociedade as coisas não só se tocam como vão mudando com os tempos. A tradição é uma grande mentira securizante!

O que foi de gritos e destemperos (estou a exagerar) quando os livros começaram a aparecer aparadinhos, folhinhas abertas a todos e certinhas no corte, nunca sabendo o comprador quantos mais teriam passado os dedos molhados na língua e os olhos ávidos pelas suas páginas. Os brados lancinantes, os anátemas garantidos, não mudaram o produto industrial e, vejam lá, estenderam-se às relações amorosas. A virgindade deixou de ter sentido absoluto tornando-se o objeto livro, ou a pessoa feminina, valores por si próprios, independentemente de terem, ou não, sido primordialmente tocados por outras mãos. É o efeito do tempo, a mudança de valores, a acompanhar e a produzir serventias técnicas e sociais diferenciadas. Os conservadores bramiram por muito tempo o descontentamento, mas a tradição foi-se tornando outra, fortificando, ganhando raízes, obrigando pela omnipresença à diminuição paulatina dos bramadores do antes é que estava bem.

Perguntar-me-ão de novo, para que serve tudo isto? Porque estou a perder o meu tempo a ler este tipo? Pois, a curiosidadezinha, o querer saber para onde os quero, docemente, conduzir. A desagradável e fria resposta é a enunciada no título: a mim!

Então porque fala de livros, de virgindades e absurdos congéneres? Porque, meus amigos, lhes vou dar uma notícia em primeira mão. Claro, ela importa sobretudo ao próprio, mas, para além do egoísmo demonstrado, pode ser que, por algum modo, vos venha também a interessar. Sabem, o escritor é um autocentrado megalómano. Parte do princípio que o escrito não só tem quem o procure e espere, como poderá alterar comportamentos, modos de pensar, estilos de vida. Esteja embora por provar, não deixa o escriba de, mesmo não o confessando abertamente, ter lá, muito no fundo, este bichinho de esperança a roer-lhe a expectativa.

Pois a notícia, estão a ver como eu estendo o mistério buscando que a curiosidade do leitor supere o tédio do discurso, é que vou mudar de paradigma!

Pressinto os vossos olhos a abrirem-se de admirados, na boca um sopro irónico, a pergunta desencantada: que quer ele dizer e o que tenho a ver com isto? Com mais um pouco de paciência, lá chegaremos.

No tempo dos livros abertos com espátula eram eles objetos caros, raros, valiosos. Não existiriam no país muitos editores. Conseguir a publicação “do Livro” exigia um percurso de artigos em revista, jornais, referências académicas e mais um rol de coisas de aborrecida enumeração. Chegados lá, porém, seria a consagração. Era assim como erigir um farol ou um altar. Haveria dissidentes? Certamente! Mas o feito estava firme nas montras das livrarias, nas estantes das bibliotecas, nos suplementos da imprensa, nos ensaios a respeito. Com o livro aparadinho chegou maior facilidade de publicação. A técnica passou da tipografia ao “offset”, as chapas podiam guardar-se para novas edições, os preços diminuíam. Muito mais gente começou a publicar e livros e autores dominaram a praça publica. Nessa altura o Editor era ainda uma figura respeitada e interessada que, escolhida a obra, a acompanhava desde a releitura e correção, passando pela impressão, divulgação e distribuição do livro. Este era o seu trabalho! A ele se dedicava a tempo inteiro, pugnando pelo êxito da obra.

Os tempos e as técnicas continuaram a mudar. Tornou-se fácil editar fosse lá o que fosse. O Editor dedicado transformou-se num funcionário, muitas das vezes a recibos verdes e pelo tempo de duração de um estágio, que, na ótica do patrão, procura menos, ou quase nada, a qualidade do texto, visando meramente o cálculo de quanto pode render. Tais empresas de serviços, arvoradas em editoras, fazem livros como poderiam fazer tijolos ou ensacar feijões, caso tais atividades se revelassem mais remuneratórias. Assim, em grande parte, exigem ao autor o pagamento de edição, contra a aposição de uma chancela que liberte o livro da menoridade de edição de autor, e, recebido o dinheiro, produzem meramente o número de exemplares requeridos pelo consumo imediato e declarado, deixando o autor sozinho, não distribuindo nem divulgando o livro. A edição deixou de ser sinónimo de gosto, de bem escrever e passou a estar disponível para quantos, tendo o necessário poder de compra, entreguem os originais nesses mercadores de folhas agrupadas. Por isso nunca se publicou tanto, tão mau e cada vez mais se rarefaz o mercado dos livros. Claro que outros factos haverá – tudo é mais complexo do que aparenta – mas estas são as principais razões a apontarem para a revelação que, desde inicio, vos prometo.

Farto de consultar e discutir com os novéis editores as condições de aparição de cada uma das obras, obrigando-me embora a perder o contacto com o objeto físico, deixando de parte a sensualidade de sentir o ruge-ruge do passar das folhas, aceitando o caminho de desmaterialização a impor-se a muitas atividades, com alguma mágoa, confesso, decidi partir para nova experiência. Retirei da Editora o meu romance “Momentos para inventar o amor” e entreguei-o, para ser publicado como ”e-book”, a uma parceria de grande credibilidade – “escritores online” – entre a Associação Portuguesa de Escritores e a CLEPUL, organização da Faculdade de Letras de Lisboa.

Esta era mudança que vos queria comunicar. Lutando contra o hábito de ter o escrito corporizado em objeto físico vou entrar pelo caminho, que prevejo como o futuro, do livro a existir numa nuvem informática sabendo que, para os amantes dos livros será decisão desilusória, mas, por outro lado, fundado em organizações credíveis, saber da possibilidade de chegar a outro público, interessado, informado e, acrescendo, pelo preço que custará (2,95 euros) a possibilidade de alargar a fruição do texto a quantos não podem esportular a dezena de euros de uma publicação impressa.

Falei de mim, confessei aderir ao futuro, espero não me desiludir, nem desiludir os putativos leitores. Façam um esforço! Alterem hábitos! Não o podendo garantir reconheço que pode valer a pena.

Carlos Alberto Correia

09.11.2017 - 17:39
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