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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 16 de Julho 2018
Por Maria Helena


Rosto da Semana
Clube de Vela do Barreiro uma presença na Europa


A(nota) mentos
Em primeiro lugar o Barreiro


Inferências - É bom ver a sociedade civil a agir e mexer-se
Península de Setúbal não pode continuar a ser prejudicada pelos fundos comunitários.


Por dentro dos dias - Barreiro
O meu «Kompensan» é fazer cidade e cidadania


Por dentro dos dias – Barreiro>
O associativismo não é uma ideologia


Por dentro dos dias – Barreiro
Porta do Tempo – Um Pórtico feito de memórias que fazem a cidade que somos


A(nota)mentos
Barreiro –uma terra feita de muita gente vinda de muitos lados


COLUNISTAS
A menina do chapelinho vermelho (conto)
Por Jorge Fagundes
Barreiro


Textos decetivos – 2
Cada vez mais descartáveis
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


Si, cariño!
Por Nuno Santa Clara
Barreiro


MUNICÍPIOS: DESCENTRALIZAÇÃO E FINANÇAS LOCAIS
Por José Caria
Montijo


É falta de educação não responder às perguntas ou não cumprir o que se promete
Por Nuno Cavaco
Moita


O Barreiro está um pouco mais pobre!
Por Nuno Banza
Barreiro


BASTIDORES
Vaga de peixes mortos em Alcochete
CDS questiona ministro do Ambiente


Deputados do PSD do distrito de Setúbal exigem resposta
para práticas ilegais relacionadas com a apanha de bivalves no Tejo


Barreiro - Proposta de reestruturação para os serviços camarários
Mereceu os votos contra da CDU e a abstenção do PSD


Vereador do PSD na Câmara Municipal do Barreiro
Acusa maioria PS de ter uma «atitude passiva» na defesa dos interesses do concelho


ENTREVISTA
Barreiro - Naciolinda Silvestre, Presidente da União de Freguesias de Palhais e Coina
«Uma freguesia que dá qualidade de vida a quem cá está»


Barreiro - Isabel Ferreira, Presidente da Junta de Freguesia de Santo António da Charneca
«Não quero que a minha freguesia seja uma freguesia peri


AS EMPRESAS
Palmela - Trabalhadores do Parque Industrial VW Autoeuropa
Preocupados com horários e agravamento das condições de trabalho


Serviço de Praias TCB 2018 - Transportes Colectivos do Barreiro
Início dia 30 de Junho


DESPORTO
«Patinar ao Luar» em Setúbal
Espetáculo de patinagem artística


Seleção Nacional de Sub18 Venceu a Irlanda 90-64
Diogo Janeiro Peixe do Barreiro marcou 18 pts


Campeonato Europeu de Juniores 420 - Sesimbra
Clube de Vela do Barreiro coloca 2 tripulações nos 20 primeiros Grupo Ouro


Ferroviários do Barreiro sagrou-se Vice-Campeão Nacional de Rápidas
Sérgio Rocha campeão nacional


Barreiro - Equipa do GDR «OS LEÇAS»
Conquista 2º lugar na Taça de Portugal de Trampolins


Barreiro - Ginastas da Associação Trampolins Fabriltramp
Ana Renata Paulino e Raquel Solposto em 3º. lugar nacional


PERSONALIDADES
«O Barreiro tem no seu ADN a multiculturalidade»
Homenagem à Avó Juliana, a contadora de histórias


AS ESCOLAS
Coimbra - Estudo europeu revela
que a população idosa portuguesa é pouco saudável


Moita - Um ano rico no desenvolvimento de competências
dos jovens do curso Técnico de Restaurante-Bar


No Auditório Municipal Augusto Cabrita - Barreiro
Encontro Nacional de PAPs - PAPTice)


REPORTAGEM
Barreiro uma terra de todos e para todos
Promover a multiculturalidade, combater a xenofobia e o racismo


Sistema led em toda a iluminação pública do concelho do Barreiro
Actualmente o encargo anual com a iluminação pública são 850 mil euros


Barreiro - Plataforma Cívica BA6 - Montijo Não
Vai avançar com petição para o tema ser debatido nas Assembleias Municipais


Barreiro – Coral TAB e Russkii Klub
Uma noite com ritmo e a perfeição da «simbiose» entre as vozes e a dança


Barreiro - Um dia não é suficiente para visitar e ver todas as obras da 9ª Colectiva de Artes
Mais de 120 obras dos alunos de Casquilhos


MOLDURA
Palmela - Um homem e uma mulher percorrem o mundo a dançar
«Carripana» nas «Noites de Verão» em Pinhal Novo


Setúbal - Exposição comemorativa dos seus 65 anos de atividade
Maria José Amado na Casa da Cultura


Casos de Policia em Almada - Seixal - Setúbal
No Barreiro detidos por condução sem habilitação legal para o efeito.


No Palco das Marés - Festas do Barreiro
Quim Barreiros a abrir no dia 10 de Agosto


Barreiro - Um ponto de ENCONTROS inesperados
Feira da Mala - Mercado de 2ª mão de artes e antiguidades


No Museu do Trabalho em Setúbal
Oportuna apresentação do «Diário da Contra-Revolução»


Easy Talk e Fabril do Barreiro
Juntam-se para ensinar e divertir os mais novos


Barreiro - 5ª Edição do Mês da Fotografia 2018
Estão abertas inscrições para Concurso de Fotografia


OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
Datas e primeiros nomes confirmados para a 15ª edição


S.ENERGIA regressa a Agência Regional de Energia
para os concelhos do Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete


Rede viária florestal na Mata da Machada - Barreiro
Operação de beneficiação em curso


AUTARQUIAS
João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente no Barreiro
Assinatura dos Contratos relativos à «Adaptação do Território às Alterações Climát


Moita - Piscinas do Parque José Afonso na Baixa da Banheira
De portas abertas até setembro


Ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques no Montijo
Cerimónia de conclusão da Intervenção de Reabilitação da EN4


Na Baixa da Banheira criação de Zona 30 na Rua 1º de Maio
Câmara da Moita vai lançar concurso público


Moita Debate sobre projeto do novo Aeroporto de Lisboa na BA6 no Montijo
«Ainda é tempo de travar esta opção desastrosa» afirma presidente da A


OPINIÃO
Fazer a diferença
Hélder Leal Rodrigues
Barreiro


Vamos ocultar a nossa história?
Por Luís Murilhas
Barreiro


Gerir o medo
Por Sandra Pereira
Barreiro


O AÇAMBARCAMENTO DA OSTOMIA
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DAS FARMÁCIAS E O BUSINESS DA OSTOMIA
Por Vitor Bento Munhão
Barreiro


Aproximadamente 22% da população portuguesa sofre de Rinite Alérgica.
Por Cândida Bizarro, Inês Ribeiro e Maria Inês Silva
Barreiro


PATRIMÓNIO INDUSTRIAL COMO GERADOR DE CONHECIMENTO
Por Leal da Silva
Barreiro


ASSOCIATIVISMO
Barreiro - Tertúlia na padaria da dona Conceição
Dedicada ao tema «(Não) Estamos Sós»
. Combater o isolamento e a solidão


Evento solidário a favor do CATICA contou com 100 jogadores
Foi a maior recolha de alimentos de uma equipa de airsoft no concelho do Barreiro


Moita - No Centro dos Reformados e Idosos da Baixa da Banheira
Festa de final de ano da sua Creche «os Netinhos»


Barreiro - Futebol Clube Barreirense
Assembleia Geral aprecia orçamento e plano de atividades


Associação Serviços Sociais e Culturais dos Trabalhadores das Autarquias do Barreiro
I Encontro de Pesca


No Clube Dramático Instrução e Recreio 31 de Janeiro «Os Celtas» - Barreiro
Noite Africana- CRIVA


CULTURA
Associação Barreiro – Património,Memória e Futuro considera um crime
Câmara Municipal arrasou o Moinho Pequeno


POSTAIS
Barreiro - Carta de uma neta com o coração em lágrimas
Ao homem que matou a minha avó


Crónicas do Algarve
Acerca da casa da avó-velha, da dona Olívia e da pastelaria Império
Por Henrique Bonança


Banda Municipal tocou pela primeira vez a «Marcha do Barreiro»
Içar do «Mastro» anuncia as Festas 2018


Rumo do Barreiro coordena Núcleo de Setúbal «Incorpora»
Potenciar «uma rede colaborativa de 2ª geração na Península»


Plataforma para o Desenvolvimento da Península de Setúbal
Há uma crise na economia agravada pela perda do acesso aos fundos comunitários
afir


Crónicas do Algarve
Acerca de Ir à Praia e de Barquilhos
Por Henrique Bonança


Barreiro - EXPOSIÇÃO «O QUE FAZ FALTA É AGITAR A MALTA»
Gratidão para com todos os que lutaram e lutam pelos direitos do cidadão


Moita - Associação Zero vai apresentar queixa na União Europeia
Exige Avaliação Ambiental Estratégica para Aeroporto na BA6 Montijo


ARTES
Moita - Acolher residências artísticas, oficinas e ateliês relacionados com as artes visuais
Espaço FAVO novo equipamento cultural


AGENDA
Moita - Uma nova vida aos locais mais frequentados nas noites de verão
«Cultura em Movimento» pelo concelho


Cinema City Setúbal estreia Mamma Mia! Here we go again
O filme conta com um elenco de topo


EUROPA
Orçamento da União Europeia
Comissão Europeia propõe investir 9,2 mil milhões de EUR no primeiro programa digital de sempre


Comissão Europeia publica relatório
sobre a aplicação da Carta dos Direitos Fundamentais na União Europeia em 2017


colunistas rostos.pt - o seu diário digital

Falar de mim
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro

Falar de mim<br />
Por Carlos Alberto Correia<br />
BarreiroA edição deixou de ser sinónimo de gosto, de bem escrever e passou a estar disponível para quantos, tendo o necessário poder de compra, entreguem os originais nesses mercadores de folhas agrupadas. Por isso nunca se publicou tanto, tão mau e cada vez mais se rarefaz o mercado dos livros.

Não se importam de parar um pouco o coro de protestos? Certo! Parece muito desplante de qualquer meco utilizar o espaço do jornal e a paciência dos leitores, com a arrogância de um discurso sobre si próprio, isto como se cada escrito, cada crónica, por muito que aparente distância do autor não fosse, de outra forma, o seu reflexo no espelho. Que mais não seja porque, escrevendo-se sobre coisa diversa, continuamente se estará a escrever nos moldes em que pensa o mundo, a partir de si, das suas experiências, gostos e decisões. Já lá dizia Barthes, “quem fala, fala-se”, ou, traduzindo para o assunto em causa, quem escreve, sempre se escreve.

Se aguentaram até aqui a discursata em que me envolvi, terão o direito absoluto a exigirem-me as razões da mesma. E o anterior pedido de acalmia nos protestos nasce do reconhecimento de que têm esse poder. Vou, pois, por ínvios caminhos, ao assunto.

Pertenço ainda à geração do livro! Neste momento, certamente, o coro de protestos recrudescerá em bastos, também eu, também eu! Sei muito bem ser isso verdade. Para ser sincero a maior parte de nós faz parte dela. Lembro-me de quando, em início de adolescência, conseguia uns cobres para comprar algum livro cobiçado desde há muito, correr para casa, agarrar num corta-papéis e entre emoção e nervosismo, abrir as páginas, deixando sobre a mesa as raspas de papel sobrantes ao sacrifício da abertura original. Nesse tempo o livro era assim! Comportava um ritual desvirginador garantindo, a quem o comprava, ser o seu único e primeiro possuidor. Estão a ver a semelhança com os rituais núbeis? Pois, em sociedade as coisas não só se tocam como vão mudando com os tempos. A tradição é uma grande mentira securizante!

O que foi de gritos e destemperos (estou a exagerar) quando os livros começaram a aparecer aparadinhos, folhinhas abertas a todos e certinhas no corte, nunca sabendo o comprador quantos mais teriam passado os dedos molhados na língua e os olhos ávidos pelas suas páginas. Os brados lancinantes, os anátemas garantidos, não mudaram o produto industrial e, vejam lá, estenderam-se às relações amorosas. A virgindade deixou de ter sentido absoluto tornando-se o objeto livro, ou a pessoa feminina, valores por si próprios, independentemente de terem, ou não, sido primordialmente tocados por outras mãos. É o efeito do tempo, a mudança de valores, a acompanhar e a produzir serventias técnicas e sociais diferenciadas. Os conservadores bramiram por muito tempo o descontentamento, mas a tradição foi-se tornando outra, fortificando, ganhando raízes, obrigando pela omnipresença à diminuição paulatina dos bramadores do antes é que estava bem.

Perguntar-me-ão de novo, para que serve tudo isto? Porque estou a perder o meu tempo a ler este tipo? Pois, a curiosidadezinha, o querer saber para onde os quero, docemente, conduzir. A desagradável e fria resposta é a enunciada no título: a mim!

Então porque fala de livros, de virgindades e absurdos congéneres? Porque, meus amigos, lhes vou dar uma notícia em primeira mão. Claro, ela importa sobretudo ao próprio, mas, para além do egoísmo demonstrado, pode ser que, por algum modo, vos venha também a interessar. Sabem, o escritor é um autocentrado megalómano. Parte do princípio que o escrito não só tem quem o procure e espere, como poderá alterar comportamentos, modos de pensar, estilos de vida. Esteja embora por provar, não deixa o escriba de, mesmo não o confessando abertamente, ter lá, muito no fundo, este bichinho de esperança a roer-lhe a expectativa.

Pois a notícia, estão a ver como eu estendo o mistério buscando que a curiosidade do leitor supere o tédio do discurso, é que vou mudar de paradigma!

Pressinto os vossos olhos a abrirem-se de admirados, na boca um sopro irónico, a pergunta desencantada: que quer ele dizer e o que tenho a ver com isto? Com mais um pouco de paciência, lá chegaremos.

No tempo dos livros abertos com espátula eram eles objetos caros, raros, valiosos. Não existiriam no país muitos editores. Conseguir a publicação “do Livro” exigia um percurso de artigos em revista, jornais, referências académicas e mais um rol de coisas de aborrecida enumeração. Chegados lá, porém, seria a consagração. Era assim como erigir um farol ou um altar. Haveria dissidentes? Certamente! Mas o feito estava firme nas montras das livrarias, nas estantes das bibliotecas, nos suplementos da imprensa, nos ensaios a respeito. Com o livro aparadinho chegou maior facilidade de publicação. A técnica passou da tipografia ao “offset”, as chapas podiam guardar-se para novas edições, os preços diminuíam. Muito mais gente começou a publicar e livros e autores dominaram a praça publica. Nessa altura o Editor era ainda uma figura respeitada e interessada que, escolhida a obra, a acompanhava desde a releitura e correção, passando pela impressão, divulgação e distribuição do livro. Este era o seu trabalho! A ele se dedicava a tempo inteiro, pugnando pelo êxito da obra.

Os tempos e as técnicas continuaram a mudar. Tornou-se fácil editar fosse lá o que fosse. O Editor dedicado transformou-se num funcionário, muitas das vezes a recibos verdes e pelo tempo de duração de um estágio, que, na ótica do patrão, procura menos, ou quase nada, a qualidade do texto, visando meramente o cálculo de quanto pode render. Tais empresas de serviços, arvoradas em editoras, fazem livros como poderiam fazer tijolos ou ensacar feijões, caso tais atividades se revelassem mais remuneratórias. Assim, em grande parte, exigem ao autor o pagamento de edição, contra a aposição de uma chancela que liberte o livro da menoridade de edição de autor, e, recebido o dinheiro, produzem meramente o número de exemplares requeridos pelo consumo imediato e declarado, deixando o autor sozinho, não distribuindo nem divulgando o livro. A edição deixou de ser sinónimo de gosto, de bem escrever e passou a estar disponível para quantos, tendo o necessário poder de compra, entreguem os originais nesses mercadores de folhas agrupadas. Por isso nunca se publicou tanto, tão mau e cada vez mais se rarefaz o mercado dos livros. Claro que outros factos haverá – tudo é mais complexo do que aparenta – mas estas são as principais razões a apontarem para a revelação que, desde inicio, vos prometo.

Farto de consultar e discutir com os novéis editores as condições de aparição de cada uma das obras, obrigando-me embora a perder o contacto com o objeto físico, deixando de parte a sensualidade de sentir o ruge-ruge do passar das folhas, aceitando o caminho de desmaterialização a impor-se a muitas atividades, com alguma mágoa, confesso, decidi partir para nova experiência. Retirei da Editora o meu romance “Momentos para inventar o amor” e entreguei-o, para ser publicado como ”e-book”, a uma parceria de grande credibilidade – “escritores online” – entre a Associação Portuguesa de Escritores e a CLEPUL, organização da Faculdade de Letras de Lisboa.

Esta era mudança que vos queria comunicar. Lutando contra o hábito de ter o escrito corporizado em objeto físico vou entrar pelo caminho, que prevejo como o futuro, do livro a existir numa nuvem informática sabendo que, para os amantes dos livros será decisão desilusória, mas, por outro lado, fundado em organizações credíveis, saber da possibilidade de chegar a outro público, interessado, informado e, acrescendo, pelo preço que custará (2,95 euros) a possibilidade de alargar a fruição do texto a quantos não podem esportular a dezena de euros de uma publicação impressa.

Falei de mim, confessei aderir ao futuro, espero não me desiludir, nem desiludir os putativos leitores. Façam um esforço! Alterem hábitos! Não o podendo garantir reconheço que pode valer a pena.

Carlos Alberto Correia

09.11.2017 - 17:39
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