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desporto
Campeonato Nacional II Divisão – Rugby Moita
R C Oeiras – Rugby Vila da Moita : jogo disputou-se sob um autêntico dilúvio
A 2ª Jornada do C N Rugby da II Div. –Fase Final ditava um jogo entre o RC Oeiras e o RV Moita, que se realizou sob forte temporal no Estádio Universitário de Lisboa, no passado Sábado.
Forte Temporal é brincadeira de criança, o jogo disputou-se sob um autentico dilúvio, e exigiu a todos os atletas um esforço sobre humano. O vento, mais que a chuva foi o principal obstáculo á evolução das equipas em campo.
E o inicio do jogo mostrou, como que a adivinhar o final, um jogo de sentido único, isto é, quem jogasse a favor do vento tinha um inesperado aliado.
Desde o primeiro apito do arbitro que o RVM se instalou na área de 22 do adversário. A pressão foi, por alguns momentos asfixiante para a defesa. Mas foi com a equipa da Moita totalmente instalada no ataque que, fruto de uma jogada ocasional do Oeiras, na 1ª vez que entrou no meio campo do RVM, que ganha uma penalidade em frente aos postes e concretizou uns imerecidos 3-0.
Não baixaram os braços os homens da Moita e logo de imediato, fruto de uma reposição de jogo rápida, o Calos Moreira fura as linhas atrasadas do RCO e faz um ensaio fantástico.
Manteve-se a pressão e bastaram 3 minutos para o Cota marcar também ele um ensaio cheio de oportunidade.
A pressão mantinha-se sobre o ultimo reduto do RCO e a qualquer momento se adivinhavam mais pontos.
No entanto, na sequencia de uma melée a favor do RVM a bola é rechaçada para as linhas atrasadas da Moita e o RCO aproveitou para se acercar pela 2ª vez na linha de 22 da Moita. Para espanto de todos, RCO incluído, é averbada uma penalidade a 5 metros da linha defensiva da Moita que só o arbitro á que quis ver. Resultou um ensaio para o RCO, mais que injusto e fomos para o intervalo com o resultado de 8-10 favoravel aos homens da Moita.
Na 2ª parte tudo se alterou, ou melhor , tudo continuou como acabou a 1ª parte. O arbitro decidiu abrir o livro e chegou a ser revoltante a forma como apitou o jogo. No final do jogo, os próprios jogadores de Oeiras confirmaram junto dos jogadores da Moita que os seus pontos só foram conseguidos porque a Moita foi nitidamente prejudicada.
Só para dar 2 exemplos:
Há uma jogada de ataque das linhas atrasadas da Moita, o Carlos Moreira leva a bola, choca com um adversário, mantem-se de pé e recebe a ajuda dos avançados da sua equipa, forma-se portanto um Maul , a equipa da Moita progride em Maul, transformando-o num Maul dinâmico, e quando se está bem dentro da área de 22 e em progressão, o arbitro apita e marca uma melée para o RCO porque “a bola estava presa” . Dois erros, se o Maule estava a avançar, havendo progressão, nunca é bola presa, mas mesmo que o fosse a melée teria de ser para a Moita e não para o RCO, porque quem tinha a bola e estava a progredir era a Moita. Deste erro nasce o 2º ensaio do RCO.
Pior, numa sucessão de Rucks na área de 22 do RCO a Moita estava a 2 metros da linha de ensaio, 7, SETE , leu bem 7 jogadores do RCO estavam em fora de jogo, e o arbitro marca uma penalidade á Moita por entrada fora do eixo do Ruck. Pontapé de penalidade rápida, bola na zona defensiva da Moita e 2, DOIS, avants consecutivos do RCO e ensaio dos homens de Oeiras. Que é como quem diz, ensaio do arbitro !!!!!!
O RVM está de parabéns . No boletim de jogo aparece o resultado final de 19-10 , mas na verdade e não contando com eventuais pontos que não se marcaram, aqueles 15 pontos oferecidos pelo homem do apito enganam o resultado final.
Um espectador dizia no meio da sua revolta: “…deixa um homem de ir ao Futebol por causa dos “Apitos” e afinal vemos no Rugby coisas parecidas ou piores…”
Nada mais correcto!!
2.2.2009 - 23:47
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