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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 18 de Agosto 2018
Por Maria Helena


Inferências - Barreiro
O regresso da BARRIND – ficção ou realidade?


Rosto da Semana – Barreiro
Pescadores do Tejo - que vivem a paixão do mar


Barreiro - «Ao fim de quarenta anos conseguiste»
José Geraldes – «sou pescador desde que nasci»


Por dentro dos dias – Barreiro
Vivemos ainda, nos dias de hoje, no «fundo da gaveta»


Por dentro dos dias – Barreiro
Histórias e estórias dos lugares e das pessoas


Por dentro dos Dias - Barreiro
A Liberdade é o motor da história.


Por dentro dos dias – Barreiro
Opiniões que se formam…e deformam!


A (nota) mentos - Barreiro / Moita
Os políticos, os autarcas e a comunicação regional


COLUNISTAS
Descascando a cebola
Nuno Santa Clara
Barreiro


Prioridades e importância
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


A menina do chapelinho vermelho (conto)
Por Jorge Fagundes
Barreiro


MUNICÍPIOS: DESCENTRALIZAÇÃO E FINANÇAS LOCAIS
Por José Caria
Montijo


É falta de educação não responder às perguntas ou não cumprir o que se promete
Por Nuno Cavaco
Moita


O Barreiro está um pouco mais pobre!
Por Nuno Banza
Barreiro


BASTIDORES
Situação do Centro Hospitalar de Setúbal
PCP confronta o Governo


Deputados Comunistas de Setúbal na Assembleia da República
Denunciaram problemas e apresentaram propostas para desenvolvimento económico e soc


Federação Distrital de Setúbal da Juventude Socialista
«CDU coloca obstáculos à instituição dos Conselhos Municipais de Juventude»


Integração do serviço ferroviário Lisboa / Setúbal na CP
PCP entregou projecto na Assembleia da República
. Pelo fim da PPP com a FERTAG


Reduções de horários na Linha do Sado precocupa JP Barreiro
Prejudica ligações para os concelhos da Moita, Palmela ou Setúbal


Setúbal - Proibição do acesso automóvel às praias da Arrábida
Deputados do PSD exigem mais explicações


Fertagus é uma mais-valia para a região de Setúbal
PSD acusa PS, PCP e BE de quererem matar um dos melhores serviços de transportes da região


ENTREVISTA
Moita - Nuno Cavaco, freguesia da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira
Balneários e relvado no campo do UDCB avançam sem apoio do Poder Central


José Figueiredo, Bombeiros Voluntários do Barreiro
«A minha maior alegria é estar a comandar este corpo de bombeiros»


Sara Oliveira, Provedora da Santa Casa da Misericórdia do Barreiro
«É muito difícil ver pessoas sofrer e sentirmos a impotência»


AS EMPRESAS
Festas da Nossa Senhora do Rosário do Barreiro
TCB alteração provisória de percursos
. Carreira 14, 15, 18, 149 e 150


Barreiro - Policiamento a bordo dos autocarros
Entre os dias 10 e 19 de agosto
. Festas do Barreiro


Na Quinta da Margueira em Almada
1º Fórum Empresarial da AISET- Associação da Indústria da Península de Setúbal


DESPORTO
Moita - Canoagem na Praia Fluvial do Rosário
Incentivar a prática desportiva ao ar livre
. Em agosto


Inês Gonçalves do Barreiro no estágio da seleção nacional de Futsal
Em preparação para os mundiais universitários


Campeonato Europeu de Juniores 420 - Sesimbra
Clube de Vela do Barreiro coloca 2 tripulações nos 20 primeiros Grupo Ouro


AS ESCOLAS
Estudantes do IP Setúbal premiados pela Academia Europeia de Inovação
Projetos PROCO e SmartCap entre as melhores ideias de negócio de 2018


Setúbal - Acordo de dupla titulação permite conclusão da licenciatura na China
Acupuntura junta IPS e Universidade de Medicina Tradicional Chin


Alunos do secundário e profissional passam uma semana no Politécnico de Setúbal
IPStartUp Week desafia 50 jovens a vivenciar o ensino superior


REPORTAGEM
Colocar o Barreiro no mapa da formação náutica
19 barreirenses receberam Certificado de Pescador


Ministro do Ambiente anunciou no Barreiro
Plano Nacional sobre Alterações Climáticas em discussão pública em Agosto e Setembro


Sistema led em toda a iluminação pública do concelho do Barreiro
Actualmente o encargo anual com a iluminação pública são 850 mil euros


Barreiro - Plataforma Cívica BA6 - Montijo Não
Vai avançar com petição para o tema ser debatido nas Assembleias Municipais


MOLDURA
José Cid encerra programação do Palco das Marés nas Festas do Barreiro
Passeio de Cicloturismo dia 19 agosto com concentração a partir das 8h00


Fogo-de-Artifício das Festas do Barreiro lançado a partir do Rio Tejo
Local privilegiado para o público assistir a «varanda sobre o Tejo»


Centro Hospitalar Barreiro Montijo
Inicia nova consulta em Cuidados Paliativos


Moita - Sarilhos Pequenos vai estar em festa
A tradicional Festa em Honra de Nossa Sr.ª da Graça


Aeroporto complementar na Base Aérea nº6 do Montijo
Plataforma Cívica exige divulgação integral do Estudo de Impacto Ambiental


Músico finlandês Jimi Tenor no Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
OUT.FEST 2018 novos artistas confirmados


Na Escola Superior de Tecnologia do Barreiro
NaturBRR – II Mostra de Imagem de Natureza da Cidade do Barreiro


AUTARQUIAS
Câmara de Palmela transfere um milhão de euros por ano
Delegação de competências nas Juntas de Freguesia


No Auditório da Biblioteca Municipal de Palmela
Reunião pública do Executivo


Santiago do Cacém
Câmara aprova isenção de «derrama» a pequenas e microempresas


Biblioteca Municipal do Barreiro encontra-se encerrada ao público
Por motivo de obras de melhoramentos do edifício


Entrega de donativos às corporações de bombeiros voluntários do Barreiro
Receita do Serviço de Recolha de Óleos Alimentares Usados – OAU!


Novo Tribunal de Sesimbra
Câmara Municipal entregou projetos ao Instituto de Gestão Financeira e de Equipamentos de Justiça


OPINIÃO
O sol e os cuidados a ter para aproveitar ao máximo o Verão...
Por Cristiana Borrego e Inês Caxaria
Barreiro


Setúbal não é Lisboa
Por João Pedro Louro
Setúbal


Fazer a diferença
Hélder Leal Rodrigues
Barreiro


Vamos ocultar a nossa história?
Por Luís Murilhas
Barreiro


Gerir o medo
Por Sandra Pereira
Barreiro


O AÇAMBARCAMENTO DA OSTOMIA
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DAS FARMÁCIAS E O BUSINESS DA OSTOMIA
Por Vitor Bento Munhão
Barreiro


PATRIMÓNIO INDUSTRIAL COMO GERADOR DE CONHECIMENTO
Por Leal da Silva
Barreiro


ASSOCIATIVISMO
Barreiro / Moita - ADAR . Associação dos Diabéticos Arco Ribeirinho
Cessou a atividade por decisão da Assembleia Geral Extraordinária


Barreiro - »Os Reguilas» Creche e Jardim de Infância
Após 43 anos de história anunciada extinção da instituição


Barreiro - Futebol Clube Barreirense
Concurso para a cessão de exploração do café e salão de bilhares da Sede do Clube


CULTURA
Barreiro - Apelo à doação ou empréstimo de espólio para exposição
Memorial aos Combatentes - 100 Anos - 1ª Grande Guerra


Associação Barreiro – Património,Memória e Futuro considera um crime
Câmara Municipal arrasou o Moinho Pequeno


POSTAIS
Barreiro - Faleceu a Ti´ Natália
Fica a recordação no mural que nunca chegou a ver


Barreiro - Valor 1.068,68 euros de recolha de 11.658 litros de OAU.
Entrega de donativos às duas corporações de bombeiros


Dar o nome à MULETA de «BARREIRO»
uma forma de fazer uma homenagem a esta terra


BARREIRO foi muito importante na construção naval e reparação
Estaleiro do mestre Francisco Ferreira marcou desenvolvimento desta terra


BARREIRO - Tower of Song
Quando a criatividade une gerações


Unidade de Depósito e transformação de bivalves no Barreiro
Concurso Público ficou deserto.


Phil Mendrix tinha muitos fans e amigos no Barreiro
Morreu o maior e mais carismático guitarrista português de Rock


Crónicas do Algarve
Acerca dos Rebuçados Peitorais do Dr. Bayard e do Meu Avô Carlos
Por Henrique Bonança


Trazer a festa para a rua – «é tudo isto que é o Barreiro»
Um momento recreativo de lazer e cultural


»Uma viagem pelo Barreiro - 1957 - 2017 / TCB 60 anos» de Bruno Vieira Amaral
Câmara aprovou preço de venda ao público


«Trazer a banda desenhada em português ao Barreiro»
Exposição de Banda Desenhada e Ilustração em Setembro


Barreiro - Carta de uma neta com o coração em lágrimas
Ao homem que matou a minha avó


AGENDA
Exposição Barreiro Ilustra BD
A partir de 1 de setembro no AMAC


Barreiro - Com encenação de Diogo Infante
Teatro «O Deus da Carnificina» no AMAC


Gisela João em Concerto no AMAC no Barreiro
Bilhetes à venda


EUROPA
Comissão Europeia regista a iniciativa
«Acabar com a fome que afeta 8 % da população europeia»


Comissão Europeia regista iniciativa
sobre «Cidadania Permanente da União Europeia»


reportagem rostos.pt - o seu diário digital

Barreiro - «Jogo de Massacre» uma peça que é ArteViva
Um espectáculo onde a morte afirma-se com um grito à vida.

Barreiro - «Jogo de Massacre» uma peça que é ArteViva <br />
Um espectáculo onde a morte afirma-se com um grito à vida.<br />
Um texto tremendo. Irónico. Brutal. Filosófico. Uma peça que tem força na sua riqueza discursiva, muito bem interpretada, com uma excelente dicção de todos os actores, nos gritos, nas emoções, nos diálogos.

É de facto ali, que a peça começa, nas ruas da cidade, onde nos cruzamos, onde, até, talvez, em cada esquina podemos encontrar um amigo, nesse espaço, ponto de encontro com os dias, com o seu ritmo frenético, que nasce a complexidade da vida, na nossa capacidade de nos encontrarmos para além do silêncio, e, rasgarmos os muros de uma cidade fechada.
A peça começa, ali, sincopada, nesse ritual, de cores, sorrisos, onde fabricamos os dias. O trânsito dos dias, porque a vida afinal, é isso mesmo, um trânsito, feito de transitoriedade, onde nos movemos, sorrimos e morremos. A vida.

Aquele cenário ergue-se, ali, na nossa frente, uma paisagem que revoluciona os nervos. Um lugar que domina sobre as personagens. Pode ser uma fábrica, essa, feita nas imagens que emergem na memória, oriundas de cenas do filme «Tempos Modernos», de Charlot. Pode ser o convés de um navio, aquele que nos limita no espaço e tempo, que, mais à frente esbarra num iceberg, tal Titanic.
Pode ser isso mesmo, e, apenas, um alpendre de uma construção que irá nascer algures numa cidade de futuro – uma casa, um quartel, uma prisão, sempre um espaço fechado.
O cenário que é a construção de um mundo, ali, fechado dentro de si mesmo, com as coordenadas bem definidas, no espaço e no tempo, onde, afinal, só existe o existir e morrer. É ali que as personagens se movem, constroem e destroem. Um jogo.

O cenário é deslumbrante aberto ao futuro, e, simultaneamente empurra-nos para os subterrâneos, o lugares onde os ratos vegetam, lugares esses, apenas ganhando vida com os movimentos e as cores dos personagens, que desfilam em gestos, em aparências.
A vida da cidade é o teatro, onde as personagens vivem ou morrem. A morte, ali, é uma banalidade. Um medo. Uma certeza.

O guarda roupa está deslumbrante, colorido, dinâmico, resplandece no espaço, é, de facto, através dele que as personagens traçam na paisagem hermética de aço a energia da sua vontade de estar e ser para além daquele mundo fechado, assumindo colorido e alegria.
Um guarda roupa de excelência. Figurinos que dão asas à imaginação.

A peça é uma sucessão de cenas, cada uma com a sua linguagem e conteúdo que nos obriga a interagir por dentro do pensamento. Sentir com gargalhadas todos os discursos, sejam dos camaradas, ou dos irmãos na fé, as marcas de uma cultura, de conflitualidade, que se dirige entre a realidade real – aquela que vivemos e sentimos, e a realidade virtual aquela que é inventada – numa narrativa que nos conduz ao silêncio – “ninguém sai de casa!”.

A morte entra-nos pelos olhos de forma subtil, convincente, entre o riso e o drama, é figurativa e marginal. Acabamos por nem levar a morte a sério.
A morte, é tão presente que, por fim, chega a um certo ponto, que fica quase desprovida de sentido humanista, de tal forma que somos, na verdade, quase levados a pensar: Matai-vos uns aos outros! Isso, de facto, parece tornar-se mais forte que o «Amai-vos uns aos outros».

Um texto tremendo. Irónico. Brutal. Filosófico. Uma peça que tem força na sua riqueza discursiva, muito bem interpretada, com uma excelente dicção de todos os actores, nos gritos, nas emoções, nos diálogos.
Um texto que levanta problemas e abre um caminho para pensarmos o tempo que vivemos, por dentro de nós, na nossa própria solidão, essa que é o nosso encontro com a morte.
Um texto muito bem encenado. Um texto muito bem interpretado.

E, digo-vos, aquele final é deslumbrante. Dantesco. Tem uma energia avassaladora que explode num ritmo vibrante de sonoridade e luz, numa sincronização plástica de movimentos, tão perfeita, que atinge uma beleza única, dando ao final uma dimensão estética que se inscreve nos nervos e na memória.
Um final que é um grito, um basta, um protesto, onde, afinal, a morte afirma-se com um grito à vida.
Um final que é quase como um rasgar de todas as máscaras, afirmando: Desperta e canta, tu que és pó, e, em pó te vais transformar! Recordei este texto ao ver aquele final – espectacular – que por ser tão radical, abre as portas ao emocional, numa plasticidade que é, sem dúvida, ela mesma, a síntese de todo o texto e de toda acção vivida pelas personagens.

Ali, ao vermos aquela imagem a penetrar os nossos olhos, viajamos, subitamente, por dentro dos dias e do tempo, pensamos, agarrados às grades, é isso, é mesmo isso, é esse eco que vem do tempo, para além das grades, existe - “Lá fora a cidade..”.

Sempre me interroguei sobre a dimensão da actualidade dos textos que o ArteViva escolhe, a sua contextualização epocal, particularmente nas vivências da comunidade, esta nossa comunidade.
Acaso, coincidência, fiquei com essa mensagem, que há sempre mais vida que a vida que, por vezes, o sistema quer projectar …e, se a vida é teatro, ali, sentimos que o teatro é vida.
Parabéns Carina Silva, excelente encenação. Parabéns a todos os actores, criadores de música, som e luz. Um trabalho de excelência.

Lanço um repto, numa noite destas, durante este tempo que o espectáculo estiver em cena, convidem alunos e professores da disciplina de Filosofia das Escolas Secundárias do Barreiro, e, promovam conversas, tendo a peça como tema de debate e reflexão.
Era giro, pensar a vida e a morte…numa cidade que luta por sobreviver e quer renascer.
Afinal, uma cidade não morre só de morte, morre também da morte da sua sociedade civil quando ela se cala e fica fechada nos seus fantasmas e silêncios.

António Sousa Pereira

SINOPSE

Numa cidade que não está claramente identificada, assim como num período igualmente indefinido, num belo dia, de repente, sem que haja o menor aviso uma epidemia explode.
Ninguém sabe o que é nem de onde vem, mas o facto é que as pessoas morrem como bonecos, ao acaso.
A morte, o mal, o grande mal.
Neste espectáculo, a morte tem pouca importância. O que importa é o que acontece com os seres humanos numa sociedade que está sob ameaça. Com que facilidade as liberdades humanas são comprometidas e manipuladas pelo medo.
O que interessa é o absurdo da capacidade humana, de engano e loucura e a possibilidade sempre contingente da verdadeira comunicação. A construção social que nos cerca. Somos colocados dentro de um sistema, de uma ordem social que nos molda.
Como nos comportamos quando tudo isso desaparece?
A maioria das personagens são imbecis e o público sempre se riu dos imbecis. Continua a rir-se, mas vai-os descobrindo cada vez mais inquietantes, ameaçadores ou invasores. Os imbecis tornaram-se mortíferos, proliferantes, insidiosos.
Como é que os nossos semelhantes se comportam mediante um fenómeno que excede a imaginação? O resultado pode ser uma grande visão da comédia humana.
Todos são reconhecíveis.

Carina Silva


Ficha Técnica
Jogo de Massacre

Autor – Eugène Ionesco
Tradução – Lurdes Faneca
Encenação – Carina Silva

Elenco
Alexandre Antunes, Ana Sofia Samora, Catarina Santana, Celeste Mestre, Luís Pacheco, Patrocínia Cristovão, Ricardo Gurreiro, Rita Reis, Sara Santinho, Vanda Robalo, Vítor Nuno.

Cenografia – João Pimenta
Figurinos – Ana Pimpista
Música – Fast Eddie Nelson
Construção e Montagem – António Santinho
Apoio Figurinos – Oficina de Costura Criativa
Luminotecnia – João Oliveira Júnior
Operação Técnica – Maria Inês Santos
Contra- Regra – Adriana Lopes
Design Gráfico – João Pimenta
Produção Executiva – Catarina Santana
Fotografia – Cláudio Ferreira
Apoio Geral – João Henrique Oliveira

Classificação – M/14
Agradecimento Especial a Maria Genoveva Pimpista
76ª Produção da ArteViva – Companhia de Teatro do Barreiro

07.05.2018 - 00:15
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