reportagem
Halterofilia do GAC da Baixa da Banheira . Moita
Em Setembro na Ucrânia no Campeonato do Mundo
. Vice Campeões do Mundo em 2008
Seis elementos da Secção de Halterofilia do Ginásio Atlético Clube da Baixa da Banheira, no concelho da Moita, vão participar, entre 15 e 22 de Setembro, no Campeonato do Mundo que vai decorrer na Ucrânia, estando inscritos, neste momento mais de 500 atletas de mais de 40 países de todo o mundo.
A Secção de Halterofilia do Ginásio Atlético Clube da Baixa da Banheira funciona há mais de 40 anos, ao longo da sua história perde-se na memória os títulos conquistados ao nível nacional e internacional.
“Fomos campeões nacionais por equipas cinco anos consecutivos, vamos tentar o sexto em Novembro. Ao nível individual temos muitos título e batemos vários record’s” – sublinha Silvestre Fonseca, atleta e treinador.
Uma equipa de Veteranos activa
Na Secção de Halterofilia do GAC juntam-se a praticar a modalidade desde os veteranos até atletas com 11 anos.
A equipa de Master’s é composta por 8 elementos: Frederico Lopes, António Duarte, João Novelo, Paulo Duarte, António Novelo, João Teles, António Soares e Silvestre Fonseca.
Na Secção praticam a modalidade na ordem dos de 15 atletas.
Em Setembro na Ucrânia no Campeonato do Mundo
Seis elementos desta equipa vão participar, entre 15 e 22 de Setembro, no Campeonato do Mundo que vai decorrer na Ucrânia, estando inscritos, neste momento mais de 500 atletas de mais de 40 países de todo o mundo.
Neste Campeonato do Mundo na Ucrânia vão estar presentes 9 atletas de Portugal, seis deles do GAC da Baixa da Banheira.
“Neste Campeonato do Mundo todos nós vamos lutar pelas medalhas, porque as marcas que nós temos, andamos entre os primeiros e os terceiros ao nível mundial” – sublinha Silvestre Fonseca.
Vice Campeões do Mundo em 2008
“Em 2008, no Campeonato do Mundo na Grécia, conquistamos dois títulos de Vice Campeões do Mundo, conquistados por João Novelo e Paulo Duarte” – recorda Silvestre Fonseca.
Recorda, ainda, que João Novelo, foi Campeão da Europa, título conquistado na Austria.
“Deste campeonato europeu trouxemos ainda uma Medalha de Prata e uma de bronze que eu conquistei” – sublinha com um sorriso o treinador do GAC.
Uma referência para captar camadas mais jovens
Silvestre Fonseca refere que a Direcção do GAC – “dá-nos o apoio possível”, depois contamos com o apoio da Câmara Municipal da Moita, da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira e de empresas, com destaque para a empresa «Pires Duarte & Irmão Ldª” que ofereceu equipamentos à equipa.
“O nosso local de treino aqui no GAC é antigo mas tem as condições materiais suficientes, com condições de limpeza, água e luz, para além do apoio moral que a Direcção sempre nos deu” – refere Silvestre Fonseca.
“Mas, para tudo isto existe uma vontade inquebrável de todos nós de servirmos a modalidade e continuarmos a ser uma referência para captar camadas mais jovens para esta modalidade, que cada vez é mais difícil” – refere o treinador do GAC.
Velocidade, técnica e flexibilidade
“O halterofilismo é a modalidade mais antiga do Jogos Olimpicos, vem desde os primeiros jogos.
É portanto uma modalidade olímpica que consiste em dois movimentos olímpicos: o arranque ( quando a barra é colocada lá em cima de uma vez) e o arremesso ( quando se coloca a barra ao peito e depois arremessa, por isso é chamado dois tempos),
O halterofilismo é uma modalidade que faz a conjugação da força, da velocidade, da elasticidade e da flexibilidade.
A conjugação da velocidade, técnica e flexibilidade gera o melhor halterofilista.” – salienta Silvestre Fonseca.
Pessoas oriundas de diversas profissões
Os praticantes da modalidade são alguns militares, policias, empresários, profissionais de medicina dentária – “são pessoas oriundas de diversas profissões”.
“As pessoas que praticam a modalidade iniciaram a sua ligação ainda enquanto crianças. O bichinho de fazer força, é a adrenalina que move, assim como move outros que são amantes do remo ou do futebol” – refere o treinador do GAC.
A luta do homem contra a barra
“Aqui é a luta do homem contra a barra. É uma actividade individual, onde o nosso adversário é sempre a barra, depois é que vem o adversário que está a competir connosco. Primeiro é a barra, temos que ultrapassar a resistência da barra ao peso, essa é a dificuldade, para isso, para superar a barra a força mental e a força física desempenham um papel importante” – refere Silvestre Fonseca.
“Gostava de ver mais gente a praticar a modalidade. Gostava de ter aqui mais crianças, como já tivemos”. – sublinha.
Governantes deviam ter mais atenção à actividade desportiva
“Gostava de deixar aqui um apelo aos responsáveis do desporto em Portugal que olhassem mais a sério para actividade desportiva no geral, já nem falo do caso especifico da halterofilia, que nem Federação tem, mas, acho que os governantes deviam ter mais atenção à actividade desportiva nacional, porque com isso o país fica a ganhar, porque há mais saúde física e mental” – salienta Silvestre Fonseca, um veterano, treinador e atleta que faz desporto por paixão.
18.8.2012 - 15:10
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comentários
| nome: |
Manuel Norberto Baptista Forte |
| comentario: |
Uma modalidade com muitas tradições no G. A. C. (Baixa Banheira) e em portugal .Lamentável é que estejamos a ser governados continuadamente há (pelo menos) 30 anos sem uma verdadeira política desportiva em Portugal. Daí, penso eu, as intermitências entre êxitos e... falhanços. |
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| nome: |
carlos duarte |
| comentario: |
caros amigos.Fico feliz por vos ver de boa saúde e ainda ligados á modalidade, espero umdia poder vos encontrar pessoalmente para vos dar um abraço amigo. |
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