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artes
IV Bienal de Pintura – Prémio Joaquim Afonso Madeira – Moita
Ricardo Miranda, «Simplesmente» foi vencedor
. Joana Lobinho «Prémio Revelação»
Joaquim Raminhos, presidente da Direcção da CACAV – Cooperativa de Animação Cultural de Alhos Vedros, referiu que esta iniciativa que vai na sua 4ª edição “tem uma dimensão nacional” e presta uma justa homenagem a Joaquim Afonso Madeira, um homem cuja actividade cultural “marcou uma época”.
Fernanda Gaspar, presidente da Junta de Freguesia de Alhos Vedros, recordou que a freguesia de Alhos Vedros tem “uma grande diversidade cultural” é uma “freguesia aberta” onde “a cultura faz parte do ser homem”.
Rui Garcia, vice presidente da Câmara Municipal da Moita, sublinhou que a realização desta iniciativa ao longo de seis anos dá alento para continuar a “ser uma aposta”, recordando que este projecto se insere na política cultural da autarquia que “se pretende eficaz e progressista”.
No Moinho de Maré de Alhos Vedros, concelho da Moita, foi inaugurada, hoje, a exposição de obras participantes na IV Bienal de Pintura – Prémio Joaquim Afonso Madeira.
Os trabalhos seleccionados pelo júri vão estar patentes até ao dia 21 de Junho, no Moinho de Maré.
Esta é uma iniciativa da CACAV – Cooperativa de Animação Cultural de Alhos Vedros, que conta com a parceria da Câmara Municipal da Moita e Junta de Freguesia de Alhos Vedros.
4ª edição “tem uma dimensão nacional”
Joaquim Raminhos, presidente da Direcção da CACAV – Cooperativa de Animação Cultural de Alhos Vedros, referiu que esta iniciativa que vai na sua 4ª edição “tem uma dimensão nacional” e presta uma justa homenagem a Joaquim Afonso Madeira, um homem cuja actividade cultural “marcou uma época”.Referiu, igualmente, que esta iniciativa era “um momento de reconhecimento” aos que decidiram partilhar “o que estão a fazer” com a actividade criativa ao novel de artes plásticas, participando na Bienal.Jorge Madeira, filho do patrono do prémio, agradeceu o facto de ser reconhecida a acção cultura desenvolvida pelo seu pai.
Alhos Vedros tem “uma grande diversidade cultural”
Fernanda Gaspar, presidente da Junta de Freguesia de Alhos Vedros, recordou que a freguesia de Alhos Vedros tem “uma grande diversidade cultural” é uma “freguesia aberta” onde “a cultura faz parte do se r homem”.A autarca expressão a sua satisfação pela instituição do «Prémio Revelação» apoiado pela Junta de Freguesia de Alhos Vedros, que simboliza o pleno “reconhecimento da importância deste concurso”.
Seis anos dá alento para continuar a “ser uma aposta”
Rui Garcia, vice presidente da Câmara Municipal da Moita, sublinhou que a realização desta iniciativa ao longo de seis anos dá alento para continuar a “ser uma aposta”, recordando que este projecto se insere na política cultural da autarquia que “se pretende eficaz e progressista”.O autarca salientou que ao longo do ano a Câmara Municipal da Moita disponibiliza diferentes espaços para divulgação dos trabalhos dos artistas plásticos.“Na política nacional as artes plásticas são um parente pobre, ao nível local queremos que todos participem e queremos dignificar os seus protagonistas” – sublinhou.
«Simplesmente» de Ricardo Miranda foi vencedor
O júri da IV Bienal de Pintura – Prémio Joaquim Afonso Madeira, foi composto por Acácio Malhador, Joana Villaverde, Elsa Rodrigues, representante da Junta de Freguesia de Alhos Vedros; Fátima Romão, representante do CACAV e Manuel Augusto Araújo, representante da Câmara Municipal da Moita.
No Concurso participaram 287 trabalhos, de 166 artistas, das quais o júri seleccionou, por unanimidade, 49 trabalhos de 32 artistas.
O prémio Joaquim Afonso Madeira, vencedor da IV Bienal, foi atribuído ao seu trabalho «Simplesmente», de Ricardo Miranda, de Famalicão.
O Prémio Revelação foi atribuído ao trabalho «Cartão de Visita», de Joana Lobinho, de Oeiras.
Foram atribuídas «Menções Honrosas» aos trabalhos “Inside” de Maria do Céu Crispim; e ao trabalho “Nascimento”, de Anabela Maravilhas Marques.
Programa Cultural anima a exposição
No decorrer da IV Bienal de Pintura vão decorrer um Programa Cultural que, na abertura, contou com a participação de “Big Pea Clown” em acção que animou de forma brilhante a abertura do evento.
No dia 14 de Junho, pelas 21,30 horas, realiza-se «Um momento para Rui Leite».
No dia 15 de Junho, pelas 21,30 horas, “Isto é Cinema” – filme para ver e debater.
No dia 16 de Junho, pelas 21,30 horas, «Mil Imagens e uma palavra» - Fotografia.
No dia 17 de Junho, pelas 21,30 horas, «À Conversa com Raquel sobre…História de Arte».
No dia 18 de Junho, pelas 21,30 horas, « Comunidade de Leitores».
No dia 19 de Junho, pelas 21,30 horas, «À Conversa com Francisco Nogueira sobre …Arte Contemporânea».
No dia 20 de Junho, pelas 21,30 horas, «Vozes à beira cais», com o Grupo Coral UTIB.
No dia 21 de Junho, pelas 17 horas, «Música ao entardecer», marca o encerramento da exposição.
A exposição pode ser visitada de 2ª a 6ª feira, das 15 às 17,30 horas. Sábados e Domingos das 15 às 18 horas e das 21 às 23 horas.
BREVES REGISTOS





13.6.2009 - 19:02
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