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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 16 de Novembro 2018
Por Maria Helena


Rosto da Semana – Barreiro
Jaime Palma – um exemplo de uma ideia que se inscreve na vida da cidade


A(nota)memtos
Ponte Barreiro – Seixal : será que quem decide é a «politika do linkismo»!


A(nota) mentos
O Barreiro, o potencial e…o seu eterno mal


Inferências
PS escolheu afirmar-se dando futuro ao Barreiro com o PSD


Jornal «O Sul do Tejo» publicado em 1893
125 anos de imprensa regional no Barreiro>


Por dentro dos dias - Barreiro
Basta um sorriso!


Inferências – Barreiro
Quais as marcas dos mandatos autárquicos? (III)


Inferências – Barreiro
Quais as marcas dos mandatos autárquicos? (II)


Inferências - Barreiro
Quais as marcas dos mandatos autárquicos ? ( I)


COLUNISTAS
The Red Poppy
Por Nuno Santa Clara
Barreiro


MONTIJO - ESCOLA PÚBLICA
Por José Caria


Lógica férrea
Por Nuno Santa Clara
Barreiro


Prevenir ou remediar?
Por Jorge Fagundes
Barreiro


A UBER AGRADECE
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


É falta de educação não responder às perguntas ou não cumprir o que se promete
Por Nuno Cavaco
Moita


O Barreiro está um pouco mais pobre!
Por Nuno Banza
Barreiro


BASTIDORES
DEPUTADOS DO PS ELEITOS POR SETÚBAL
CONSIDERAM IMPORTANTE UMA AMBULÂNCIA de SUPORTE IMEDIATO DE VIDA EM ALCÁCER DO SAL


Almada - Resolver com urgência situação do Hospital Garcia de Orta
CDS quer saber que respostas tem o Ministério da Saúde


Juventude Popular do Barreiro
Lamenta resposta tardia e inconclusiva do Ministério do Ambiente


Adesões à Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo Não
Rui Garcia, Presidente da CM Moita e Presidente da AMR de Setúbal.
Francisco Jesus, Pres


Agressões a jovens mulheres no Barreiro
Bruno Vitorino quer reunir de urgência Conselho Municipal de Segurança


Terminal Portuário do Barreiro
Estudo Prévio e Estudo de Impacte Ambiental em consulta pública


ENTREVISTA
Sara Ferreira, Vereadora da Câmara Municipal do Barreiro
Alunos vão dar nomes a todas as escolas do Ensino Básico do concelho


Dulce Reis, líder da CDU na Assembleia Municipal do Barreiro
«Consideramos que esta gestão tem sido muito fogo e pouca palha»


Vítor Castro Nunes, líder do Partido Social Democrata na AMB
«Há uma gritante falta de pensamento estratégico para o Barreiro»


Rui Lopo, vereador da CMB do Partido Ecologista «Os Verdes»
«Do ponto de vista prático este ano de mandato não passou de comunicação»


AS EMPRESAS
Militantes do Bloco de Esquerda do Barreiro
Compram alimentos para trabalhadores sem alimentos


Palmela - Volkswagen Autoeuropa até dezembro de 2020
Acordo laboral aprovado por 72,8% dos trabalhadores da empresa


DESPORTO
José Maria Gouveia do distrito de Setúbal
Vence Taça de Portugal 2018


Hugo Ferreira dos Ferroviários do Barreiro
Vence Open Internacional Marquês de Pombal


Moita - 23º Corta Mato Juvenil
Inicia nova época do AtletisMoita


Barreiro - Associação de Cicloturismo Fidalbyke
14º Passeio de S. Silvestre em BTT


Barreiro - 6.ª edição da Caminhada/ Treino Solidário de Natal
Evento organizado por BRRnightRUNNERS
. Dia 8 de Dezembro, pelas 16h30


Barreiro – Xadrez do Santoantoniense
Excelentes resultados nos distritais jovens
. Conquistam 4 títulos absolutos


AS ESCOLAS
Barreiro - Agrupamento de Escolas de Casquilhos no Reino Unido
Projeto Erasmus+ «The Great European Pastimes Challenge»


Politécnico de Setúbal promove encontro sobre Arte Urbana
«Impactos da Street Art»


Prémio Manuel Lopes (9ª edição) do IEFP
Atribuído a investigador do D C-IUL Paulo Marques do Barreiro


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTO ANDRÉ - BARREIRO
2º INTERCÂMBIO INTERNACIONAL DE ALUNOS, ALEMANHA


Agrupamento de Escolas Augusto Cabrita - Barreiro
Professores e alunos participaram num encontro realizado na Roménia


REPORTAGEM
Frederico Rosa, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro
Vivemos num tempo de populismo em todo o mundo.


Barreiro - Materiais originais na Exposição «Maio de 68 – 50 anos depois»
Um forte movimento de crítica dos costumes


Barreiro - Colóquio sobre a 1ª Guerra Mundial
«Foi o acontecimento que mais marcou o século XX»


Memórias pessoais e colectivas de Armando Sousa Teixeira
21 contos ilustrados com fotografias


Barreiro - Luís Mira Amaral na Conferência «Reindustrialização e a Indústria 4.0»
4ª Revolução Industrial não é voltar à mão de obra barata


Cooperativa Rádio de Táxis Rápidos do Barreiro
35 táxis dos 39 que funcionam no Barreiro
. Não aceitam concorrência desleal


Barreiro - Quinta do Braamcamp é «uma pérola única»
Com a compra pelo município foi retirada do mercado imobiliário


Barreiro - «Memórias do Meu Rio» de Lina Soares
Um encontro entre a história, a poesia e a fotografia


MOLDURA
Tour europeia passa pelo Barreiro
«Tom & Christina Carter« primeiro disco em sete anos do duo em tournée europeia


Moita - Biblioteca Municipal de Alhos Vedros comemora 25º aniversário
Exposição «José Afonso: Geografias de uma vida»


Tour europeia passa pelo Barreiro
«Tom & Christina Carter« primeiro disco em sete anos do duo em tournée europeia


Dia Mundial da Diabetes no Barreiro
USF Lavradio promove evento «A FAMÍLIA E A DIABETES»


AUTARQUIAS
Moita - Apoio às Vítimas de Violência Doméstica
Câmara aprova Protocolo para dotar concelho de uma resposta integrada


No Seixal - 10º ENCONTRO DISTRITAL ANAFRE - SETÚBAL
AUTARCAS DE FREGUESIA DO DISTRITO


Barreiro - No Futebol Clube da Quinta da Lomba
Reunião da Assembleia Municipal do Barreiro


Palmela - Concessão para exploração da rede municipal de distribuição de eletricidade
Celebração de Contrato Interadministrativo delega competê


Moita - Sanitários públicos do Parque José Afonso novamente vandalizados
Foram furtados todos os apoios em inox das sanitas e uma porta


Barreiro - Até 30 de novembro estão abertas as inscrições gratuitas
XVII Concurso de Montras de Natal


OPINIÃO
A vacinação reduz o número de casos e de mortes por pneumonia
Por Vasco Barreto


O TERMINAL DO NOSSO DES (CONTENTAMENTO)
Por Armando Teixeira
Barreiro


IGUALDADE DE GENERO NA INFÂNCIA… INTERVENÇÃO PRECOCE PARA UMA CIDADANIA IGUALITÁRIA
Por Susana Louro Pádua
Santiago do Cacém


Haverá barco amanhã?
Por Hélder Leal Rodrigues
Barreiro


A DEFESA DOS DIREITOS E PROMOÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA DO OSTOMIZADO UM NEGÓCIO DE DÚVIDAS
Por Vitor Bento Munhão
Barreiro


FAÇA-SE LUZ
Por Rui Lopo
Barreiro


ASSOCIATIVISMO
ROTARY CLUB DO BARREIRO
Campos de Férias na Europa – Seleção de candidatos


Barreiro - Jardim de Infância D. Pedro V
Assembleia Geral debate plano de ação e orçamento de 2019


CULTURA
No Fórum Cultural de Alcocheteo
X Encontro de Leitura Pública
.«Redes Sociais e Bibliotecas em Rede»


A classificação do Património Ferroviário do Barreiro em risco
Posição da Associação Barreiro Património Memória e Futuro


LIVROS
Barreiro - Escritor Carlos Alberto Correia
Publica «URBI - poemas datados»


Na Biblioteca Municipal de Setúbal
Apresentação do livro de Poesia «À procura de mim»


Moita – No Espaço F.A.V.O em Alhos Vedros
Apresentação do «ORGÂNICO ANIMAL»


POSTAIS
Protocolo entre Rotary Club e Escola Superior de Tecnologia do Barreiro
Atribuição de duas Bolsas de Estudo


Escola Superior de Tecnologia do Barreiro
Festeja 19º aniversário com mais de 500 alunos no seu quadro estudantil


Domingos Abrantes, histórico do PCP e Conselheiro de Estado
O perigo fascista é, hoje, um perigo real


Barreiro – Encerramento do trânsito no túnel na Rua Miguel Bombarda
Comerciantes expressaram indignação na reunião de Câmara


Barreiro - Reprovada proposta sobre Depuradora de Bivalves
«É mais um frete ao governo que a Câmara está a fazer»
Foi bem negociado pe


Forum Barreiro comemora dez anos com esperança no futuro
Vai atingir mais de 3 milhões de visitantes em 2018


Barreiro – Casa da Cultura da Baía do Tejo
Vai ser assinado Protocolo para (re)activar funcionamento em 2019


Barreiro - Novo sintético do Estádio João Pedro
Investimento de 150 mil euros do Grupo Desportivo Fabril do Barreiro


Barreiro – 50 mulheres apresentaram queixa de agressões
«O espaço público é um espaço de Liberdade, não é um espaço de medo»


Crónicas do Algarve
Acerca de cinema


ARTES
ArteViva - Companhia de Teatro do Barreiro
Estreia «PINÓQUIO» com encenação de Paula Magalhães


AGENDA
Cinema no Forum Barreiro
Programação de 15 a 21 de Novembro


EUROPA
ABERTURA DE CANDIDATURAS PDR 2020
26 de outubro a 8 de fevereiro 2019


Comissão Europeia regista iniciativa
sobre «Cidadania Permanente da União Europeia»


inferências rostos.pt - o seu diário digital

A(nota)mento
Barreiro – a importância da arte urbana no fazer cidade

A(nota)mento<br>
Barreiro – a importância da arte urbana no fazer cidadeÉ uma obra de arte urbana com uma linguagem estilizada e figurativa agradável, marcada pela simplicidade, onde se dá relevo às memórias do passado – terra de sal e de vinho – porque, de facto, junto aos montes estilizados de sal, está um monte verdejante que nos leva a sentir as terras de lavrar e cultivo.

O ano passado, por esta altura, quando regressei dos dias que passei desligado das vivências do quotidiano – aquilo que costumam chamar férias – a vida social estava ao rubro, principalmente nas redes sociais, vivia-se o «ligar do turbo» do período pré eleitoral das autárquicas. Um tempo levado ao rubro no clímax das «percepções». O importante era captar as «percepções» e explorar as emoções das ditas. >

Era o lixo dos contentores. Os maus serviços das autarquias, Câmara e Juntas de Freguesia.
Era a erva nas ruas. Eram os autocarros incumpridores e sem ar condicionado. Eram terras abandonadas. Era uma terra sem segurança. Eram os murais – art in town – que mais não serviam do que para iludir a realidade e a degradação urbana. Eram os trabalhadores das autarquias, muitas vezes, rotulados de incompetentes. O Barreiro era uma terra com potencialidades que ninguém as potenciava. Os discursos das «percepções» elevados ao máximo divisor comum.
Cheguei a escrever que os discursos em tornos das «percepções» eram uma factura muita negativa para o futuro do Barreiro, fosse quem fosse o vencedor das autárquicas.

As discussões nas redes sociais eram marcadas por subjectividades, por confrontos de opiniões de preto e branco. Não se discutiu, seriamente um projecto de cidade. Não ficaram perspectivadas ideias força quanto à forma de fazer e promover cidade e cidadania.
O que existia e estimulou-se foi a «percepção» de um «bode expiatório», um culpado para ser identificado para acusar como sendo quem tem a responsabilidade do estado do Barreiro. Ficava tudo resolvido. Bastava arranjar um substituto, capaz de gerir as percepções.

Estamos quase a completar um ano desde que decorreram as eleições, e, passado todo este tempo, quando devíamos estar a mobilizar a cidade para pensar o seu futuro e começar a apresentar ideias estratégicas sobre os caminhos de inovação e desenvolvimento, a acção politica continua a manter-se ao nível das «percepções», as discussões estão no mesmo clima pré eleitoral, ou por vezes baixaram de nível.
Ao princípio pensei que isto era uma fase pós eleitoral e que depois, pouco a pouco, a vida começava a normalizar e entrar-se num clima de respeito pelas diferenças, de debate de ideias, de demonstrar novos caminhos.

Agora, nos dias de hoje, um ano depois, ter qualquer comentário, nem sequer é uma «ideia», basta que seja uma rudimentar «opinião» sobre alguma matéria o debate, principalmente nas redes sociais, já tem a sua matriz definida. Ou, lá estão «os aziados», ou, não fizeram nada e agora não deixam fazer.
Ou, por outro lado, são meninos «queques», que só estão a fazer o que os outros deixaram.
Enfim mantém-se um permanente clima de troca de «piropos», porque este, de facto, é o caldo de «agit prop» ou de «marketing» que coloca a vida no patamar do preto e branco, e, diga-se, enquanto «brincamos» às ditas opiniões, assim, não se discute a realidade, não se projecta a cidade, apenas ficamos pelo debate das «percepções» e, para isso, não é preciso estratégia. Mandam-se umas bocas. Ficamos felizes.

Acho – nesta coisa dos achismos – que tudo isto é intencional, que há interesses em manter as conversas sobre a cidade neste patamar. Assim os bons são bons e os maus são maus. E, este mundo é, sem dúvida, o melhor dos mundos.
Tudo isto que acabo de escrever vem a propósito de uma breve reflexão em torno do que se tem escrito e dito a propósito de um álbum, publicado no «Rostos», com fotografias da «Rotunda das Salinas».
De facto, pouco me importa, até, abordar a paternidade da dita, se é do actual ou do anterior executivo municipal. Se foi o anterior executivo que programou e este realizou, para mim, isso é natural, mesmo normal, porque a vida é um processo e, hoje, como ontem, haverá sempre quem deixa obra para outros concluírem e quem projecta obra que outros a seguir vão concluir. Sempre assim foi, sempre assim será.

Se o projecto fosse do anterior executivo e este não o realizasse, não faltariam as criticas de incompetência ou de falta de capacidade de realização.
Sei que este é um projecto que começou a ser desenvolvido no mandato anterior e concluído, com obra, neste mandato. O importante é que é um projecto que foi conceptualizado por um técnico da autarquia, que já lá estava no anterior mandato, continua neste, e, certamente, vai continuar em próximos mandatos. Um exemplo do trabalho e criatividade dos tais eternos maltratados funcionários públicos.

Acredito que o – Arquitecto Helder, disseram ser este o autor do projecto – deve estar feliz por ter pensado e criado este projecto e vê-lo nascer numa rotunda na Vila do Lavradio. Ali, num espaço emblemático, onde outrora se situaram as salinas.
É uma obra de arte urbana com uma linguagem estilizada e figurativa agradável, marcada pela simplicidade, onde se dá relevo às memórias do passado – terra de sal e de vinho – porque, de facto, junto aos montes estilizados de sal, está um monte verdejante que nos leva a sentir as terras de lavrar e cultivo.
Uma Rotunda onde sentimos as cores da terra e a brancura do sal marcar a identidade de uma comunidade que sempre teve uma vida própria – a Vila do Lavradio.

Inicialmente, quando por ali passamos, parece existir uma sensação de vazio no espaço, mas depois, notamos que aquele vazio permite a Rotunda respirar, proporcionando visibilidade à circulação rodoviária.
O tempo passa e, de facto, pouco a pouco, após alguma estranheza inicial, talvez o choque da mudança, a estética vai-se impondo e aquela arte urbana, de forma natural, até pela sua simplicidade, brancura e pureza estética, começa a fazer parte da nossa realidade quotidiana. Está gira.
Quando a arte urbana começa a fazer parte de nós, nas nossas vivências diárias, e assimilamos a sua presença, é, de facto, porque ela se enquadra com a vida e estabelece diálogo com o espaço.
Mas, diga-se, por vezes, para existir diálogo e vivência, tem que existir encantamento. Gostar, ou não gostar.
E, diga-se, até seria útil que existisse alguma informação – uma memória descritiva – que pudesse proporcionar e ajudar a uma interpretação estética e simbólica do monumento, isso, muitas vezes, evitaria as classificações de mamarracho, ou não, porque isto da arte e das artes, como comentava um amigo – há gosto para tudo, e, sem dúvida, quando a «vox populi», por esta ou aquela razão acha - o «achismo» - que tal obra de arte é um mamarracho, até, estimulada por razões politicas, isso conta muito, mesmo muito e é difícil fazer mudar essa «opideia», uma ideia que se forja com a opinião/percpeção.
A arte é para pensar, tal como é para gostar. O sublime esta quando se dá a fecundação do pensar com o gostar. É o belo no pensar e ser, é o amor pela vida.
Em suma, cá por mim, gosto do projecto da Rotunda das Salinas, como gosto da Rotunda junto da Álvaro Velho que está ao abandono e muito desrespeitada da sua génese estética.

Já agora, interroguei sobre o salineiro, do escultor Pedro Miranda da Silva, se estava, ou não, pensado enquadrar naquela arquitectura paisagística, aquela obra de arte.
A resposta que obtive foi que sim, que há diálogo com o escultor de forma a encontrar uma solução para que a estátua do salineiro possa ser uma peça de arte a integrar naquele conjunto. Está previsto e será concretizado. Foi dito. Ainda bem, porque irá valorizar o conjunto.

E, já agora, uma nota final. O concelho do Barreiro foi durante décadas, um concelho onde a arte de escultura urbana era quase inexistente. Existia a estátua do Padre Abilio Mendes. A estátua de Alfredo da Silva. Um busto de Manuel de Melo, que está na Santa Casa da Misericórdia e pouco mais recordo. O Mausoléu de Alfredo da Silva, esse, só está acessível para visitar há cerca de nove anos, antes era inacessível.

No Parque da Cidade, houve uma tentativa do Camarro, de criar um espaço escultórico, proposta nunca compreendida pelo poder politico, nem por quem a impulsionou, foi no mandato de Emidio Xavier, com a promoção de um Simpósio sobre escultura.
Lançado o repto, concretizou-se a implantação de esculturas, que com a vitória da CDU, por ali, depois, estiveram anos quase que ao abandono. Até que, por fim, resolverem dar-lhe algum enquadramento.
Há ali, também, no Parque da Cidade, uma escultura do meu amigo Ramos.

Foi nos mandatos de Carlos Humberto que se iniciou o que se pode considerar um projecto estratégico de criar e colocar obras escultóricas no espaço urbano, caso da obra escultórica de Malangatana, a escultura na Praça do Rossio, junto ao Forum Barreiro,o monumento aos Fuzileiros, ou o monumento à familia Operária, no Largo das Obras. Foi obra.



Já ouvi falar do Roteiro da «Art in town», nunca ouvi falar de um «Roteiro de Esculturas Urbana», o qual conta com a maior obra escultórica de Malangatana, uma personalidade da arte de referência mundial. Uma honra o Barreiro contar com esta peça fruto de uma residência artística de Malangatana. Obra que, só por si, era um elemento para atrair visitação ao Barreiro.

Isto para sublinhar que, também sobre esta matéria da escultura urbana, devia ser pensada e desenvolvida uma estratégia, visando a concretização de projectos a realizar, até, envolvendo artistas locais.
Gostava de ver uma rotunda com uma obra de Kira. Ele merece e o Barreiro merece.
Pensar a arte urbana e a escultura urbana é, também, uma forma de pensar a cidade e valorizar o espaço onde diariamente vivemos os nossos dias.
Há temas em aberto, para projectar no espaço público – homenagens à memória - que seriam merecedores de por em marcha na criatividade, porque, afinal, a arte urbana também cria memória futura – embeleza o espaço urbano e dá uma ideia da forma como sentimos e fruímos a paisagem da cidade.
Por isso, mais que percepções sobre esta matéria, o importante será que existam perspectivas, porque as percepções, passam, nascem e morrem pela fluidez do tempo e das realidades epocais, enquanto as perspectivas ajudam a pensar, conceptualizar e fazer cidade - arte no espaço!

António Sousa Pereira

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https://www.facebook.com/pg/jornalrostos/photos/?tab=album&album_id=10155658399372681

09.09.2018 - 01:03
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