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A(nota)mentos – Barreiro
Continuar a fazer jornalismo em Liberdade.

A(nota)mentos – Barreiro<br>
Continuar a fazer jornalismo em Liberdade. No dia 19 de Novembro de 1893, precisamente há 126 anos, nasceu o primeiro órgão de comunicação social no concelho do Barreiro – “O Sul do Tejo». O jornal “Rostos” foi o primeiro órgão de comunicação social publicado no concelho do Barreiro no século XXI.

Enquanto o sonho da Liberdade o permitir, continuaremos a dar rostos à cidade. A estar presentes no fazer cidade e fazer cidadania.

No dia 19 de Novembro de 1893, precisamente há 126 anos, nasceu o primeiro órgão de comunicação social no concelho do Barreiro – “O Sul do Tejo».
O jornal “Rostos” que está prestes a celebrar o seu 18º aniversário, foi o primeiro órgão de comunicação social publicado no concelho do Barreiro no século XXI.

O “Rostos on line” inscreveu-se como o primeiro órgão de comunicação social digital no concelho do Barreiro e o segundo no Distrito de Setúbal, fomos pioneiros no jornalismo digital.

Muito mudou no mundo da comunicação social, muito mudou ao nível tecnológico e muito mudou na forma de pensar e sentir a globalização.
A aldeia global, nos dias de hoje, supera largamente a ideia de mundo global que foi vivido no século XX.
Hoje o controle sobre a difusão de informação, as noticias falsas, a existência de redes sociais, onde proliferam os perfis falsos, e, onde o anonimato se assume como protagonista, coloca novas reflexões sobre o tempo que vivemos.
Neste mundo, de facto, o jornalismo assume-se como um lugar de defesa de valores e de promoção da cultura democrática, porque tem rostos.

Ao jornalismo de proximidade, esse, com todas as dificuldades, coloca-se o desafio, esse, de acima de tudo, de ser capaz de se afirmar com serenidade nas suas práticas e acções de forma a superar todo o clima de disfunção social, que é uma marca da vida quotidiana.
O jornalismo de proximidade tem que ser um espaço de criatividade e liberdade.

Neste dia que se celebram 126 anos de imprensa regional no concelho do Barreiro, reafirmamos essa vontade, essa energia, que sempre nos animou ao longo dos anos, de sonhar e querer continuar a fazer jornalismo em Liberdade.
Hoje, tal como no século XIX, quando o jornalismo tinha por base o voluntariado e a paixão da intervenção civica, social e comunitária, neste Barreiro, que vive o tempo da pós- desindustrialização, e, cada vez mais, sente-se que estamos a caminhar para o pós – 25 de Abril, reafirmamos essa forte vontade de continuar a trabalhar, até ao limite, contra o silenciamento anunciado da imprensa regional no concelho do Barreiro.

Enquanto o sonho da Liberdade o permitir, continuaremos a dar rostos à cidade. A estar presentes no fazer cidade e fazer cidadania.

Somos, afinal, um pouco do que resta de anos de intensa actividade de imprensa regional, ainda vivemos no começo da nossa existência, os passos finais de uma herança de duas rádios locais, 4 títulos de jornais semanários, uma revista mensal, e, neste tempo do jornalismo digital, a existência de três edições de jornais digitais.

O tempo passou e acreditamos que vamos continuar a VOAR – Viver Objectivos Amando Resistindo!

António Sousa Pereira

19.11.2019 - 09:22

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