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A(nota)mentos - Barreiro
Jornalismo de proximidade - muito amor, muita coragem e muita resiliência.

A(nota)mentos - Barreiro<br />
Jornalismo de proximidade - muito amor, muita coragem e muita resiliência. Se a Liberdade o permitir cá estaremos...com paixão e amor ao que somos e guardamos no coração, fazer um jornalismo que promova a cidade e valorize a cidadania.

Vinte anos não é muito tempo. Vinte anos é o tempo feito do nascer, do crescer e...do manter!
Continuaremos a dar rostos à cidade!

Presentes. Cá estamos no ano 2020, que uns consideram o ano do começo de uma nova década, outros referem que é o último ano da segunda década do século XXI.
Seja como for este é um tempo que fecha ou que abre uma nova década.
Este é o tempo de um novo ciclo para nós, jornal «Rostos» que nascemos em 2001.
Foi esse o ano do registo. Foi esse o ano da nossa primeira edição impressa. Temos orgulho em afirmar que somos o primeiro título da imprensa local e regional do concelho do Barreiro e no distrito de Setúbal, que nasceu no começo do século XXI.

Cá estamos. E, enquanto a Liberdade o permitir iremos continuar. Sim, repito, enquanto a Liberdade o permitir e sei do que estou a falar, sem ter medo, e sem pensar sequer em teorias da conspiração. É isso, apenas isso, enquanto a Liberdade o permitir. Ponto final.

Cá estamos. Livres. Independentes. De cabeça erguida com a dignidade que o tempo permite encarar a vida de frente.
Já vivemos muita coisa. Tanta coisa. Que já nada é estranho.
Sabemos o que é ser usado. Sabemos o que é ser gozados. Sabemos o que é ser caluniados. Sabemos o que é ser elogiados. Sabemos tudo que é possível saber, para quem vive tendo como lema a Liberdade,
Ser livre é ser insubmisso. Ser livre é não ter medo de ter opinião. Ser livre é até, ter partido, e saber que o jornalismo faz-se no plural e respeitador das diferenças.
Ser livre é não estar ao serviço de quem se julga dono do mundo. Se livre é respeitar e ser respeitado.
Ser livre é saber que o único preço que paga o fazer jornalismo é sentir que pela nossa acção damos um contributo para fazer um mundo melhor e mais humano.

Não foi fácil chegar aqui, hoje, como ontem, é, foi e será sempre dificil manter vivo um órgão de comunicação social local ou regional.
É, foi e será sempre dificil fazer jornalismo de proximidade.
É preciso muito amor, muita coragem e muita resiliência.
Fazer jornalismo de proximidade foi sempre dificil, no tempo que não existiam blogues mas existiam esquinas, também assim foi no tempo dos blogues.
Hoje, neste tempo das redes sociais, ainda, é mais complicado, quando paladinos da democracia se escondem no anonimato para fazer terrorismo ideológico. Escondem-se por trás de muros da calúnia e da difamação, esses são piores, muito piores, que os ditos muros ideológicos.
Os muros ideológicos combatem-se com ideias. É isto a democracia na sua diversidade.
Os muros do terrorismo ideológico, esse, só existe uma forma de os combater. Conhece-los e ignorá-los.

Neste começo de um novo ano, colocamos como metas para o nosso trabalho – consolidar e reforçar a nossa acção, recriar projectos e eventos que fazem parte da nossa história, e, por fim, iniciar a elaboração de um amplo programa para dinamizar a partir do final de 2020 que irá decorrer até ao final de 2021, com o objectivo de assinalarmos, em força, os nossos 20 anos de vida.

Se a Liberdade o permitir cá estaremos...com paixão e amor ao que somos e guardamos no coração, fazer um jornalismo que promova a cidade e valorize a cidadania.
Vinte anos não é muito tempo. Vinte anos é o tempo feito do nascer, do crescer e...do manter!
Continuaremos a dar rostos à cidade!
Bom Ano Novo a todos sem excepção!


António Sousa Pereira

01.01.2020 - 21:31

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