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Rosto da Semana
VHILS – do Barreiro para o mundo

Rosto da Semana <br>
VHILS – do Barreiro para o mundo VHILS que viaja pelo mundo, quer ter o seu atelier, aqui no Barreiro, nas margens de Lisboa, para sempre que regressa das suas muitas viagens pelo mundo – “voltar a casa e sentir-me bem”.

VHILS, numa entrevista ao JL, recorda que foi nos dias da crise, quando muitas pessoas estavam a sair de Portugal, – “uma altura muito dificil, eu decidi mudar o meu atelier para o Barreiro”.

Entre os dias 21 de Fevereiro a 6 de Julho, VHILS vai realizar a sua primeira exposição individual nos Estados Unidos.

O artista que nasceu no Seixal e tem o seu atelier, no Barreiro, no Parque Empresarial da Quimiparque, da Baía do Tejo, segundo refere o JL, com esta sua exposição, culmina uma década de trabalho dedicado a dar rostos humanos às cidades dos cinco continentes – Paris, Xangai, Moscovo, Nova Iorque, Rio de Janeiro, Hong Kong, Bogotá, Sidney, Los Angeles, Dakar, Lisboa, e, nós, acrescentamos...Barreiro.

VHILS, nasceu no Seixal, a sua arte urbana é uma referência por todo o mundo, é isso mesmo que o jornal JL sublinha no seu tema de capa desta quinzena – VHILS nas paredes do mundo.

Uma entrevista e um texto de António Mega Ferreira, que podem, muito bem, ser um tema introdutório para uma animado e positivo debate no pensar cidade, pensar arte, pensar identidade, pensar cidadania, pensar humanidade, pensar o tempo que vivemos.

Nesta entrevista, VHILS recorda que foi nos dias da crise, quando muitas pessoas estavam a sair de Portugal, – “uma altura muito dificil, eu decidi mudar o meu atelier para o Barreiro”.
VHILS é um artista do mundo, sua arte é uma ponte entre o pensar global e pensar local, neste tempo que vivemos de grandes desafios, que como ele próprio refere é essencial reflectir sobre o que é a cidade e como as pessoas nela vivem.

VHILS que viaja pelo mundo, quer ter o atelier, aqui no Barreiro, nas margens de Lisboa, para sempre que regressa das suas muitas viagens pelo mundo – “voltar a casa e sentir-me bem”.

O artista para além de ter o seu atelier no Barreiro, construiu o seu maior mural, naquele espaço que liga o centro urbano da cidade do Barreiro à porta que se abre a um território onde alguns olham para lá, com a saudade do que foi e outros olham para lá, com a saudade do que poderá vir a ser...porque uma cidade, sublinha VHILS na entrevista, está em “constante mutação”. Uma entrevista que aconselho a ler. Uma lição de vida e humanismo.

Por tudo isto, pela sua brilhante entrevista sobre a arte e as cidades, o pensar o mundo de hoje, pelo seu abraço ao Barreiro, pela sua presença viva na cidade de hoje e na cidade de amanhã, aqui fica, merecidamente esta distinção, atribuindo a VHILS o Rosto da Semana.

S.P..

16.02.2020 - 12:54

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