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Rota 66- Pelo Barreiro e pelo mundo
Da ingratidão e da injustiça
Obrigado Ana Porfirio! Um abraço a Emidio Xavier!

Rota 66- Pelo Barreiro e pelo mundo<br>
Da ingratidão e da injustiça <br>
Obrigado Ana Porfirio! Um abraço a Emidio Xavier!<br>
Quero agradecer a Ana Porfirio por exemplo, o ter remodelado as instalações sanitárias da Escola do Ensino Básico nº 1 do Lavradio.

Uma coisa é o excesso de despesa, outra a bancarrota. Emidio Xavier não merece essa ingratidão.

Não sei porque razão, ou qual é causa, ou, talvez sei, qual é a razão e qual é a causa, mas, a certeza é que nem me apetece dar importância à razão, nem á causa. Naquele momento ao escutar aquela narrativa. Fiquei pasmado. Pensei. A ingratidão é uma marca de injustiça. Sei que estamos em ano de eleições. Sei que agora só gostam de olhar para o futuro. Acho muito bem.
Mas, na verdade, se só querem olhar para o futuro, porque desvirtuam tanto o passado. Nem percebo. Afinal o passado existe, ou não existe?

Obrigado Ana Porfirio!

E, por isso, só por isso, aqui fica, hoje, aqui e agora, o meu agradecimento público e o reconhecimento a Ana Porfirio, ex- presidente da União de Freguesias do Barreiro e Lavradio pelo positivo trabalho que no seu mandato foi realizado nas escolas do Ensino Básico do Lavradio.
Na vida, por várias vezes tenho sentido nos ossos e na pele o significado da palavra ingratidão, passo á frente, mas sei que a ingratidão é uma injustiça.
Quero agradecer a Ana Porfirio por exemplo, o ter remodelado as instalações sanitárias da Escola do Ensino Básico nº 1 do Lavradio, modernizando-as, dando-lhes qualidade e retirando aquela tristeza de sanitas de antes do 25 de Abril.
Quero agradecer a Ana Porfirio ter construído aquele telheiro que liga, na mesma escola, os dois edificios, uma melhoria significativa que permite atravessar de um lado para o outro, e, ter uma zona de abrigo do sol e chuva.
Quero agradecer os dois espaços de parque infantil, nas duas escolas no Lavradio (um com o apoio e dedicação dos pais e encarregados de educação).
É verdade, e, recordo que nem sequer um comunicado ou um panfleto foi feito a falar daquelas obras, significativas e que ficam, para sempre, como uma marca de uma gestão CDU, liderada por Ana Porfirio.
Este reconhecimento e agradecimento é justo e merecedor do meu aplauso. Escrevo aqui e agora, neste começo do ano 2021, porque, sei, sei muito bem o significado da palavra gratidão. Obrigado Ana Porfirio.
E, igualmente fica o registo por, no actual mandato, terem sido construídos os telheiros à entrada dos portões, pelo actual executivo, liderado por Gabriela Soares, do PS.
A vida autárquica é isto, sempre será isto, uns fazem uma obra, outras fazem outras obras, e, outros, no futuro, outras obras hão-de fazer, porque quando isso deixar de acontecer é porque atingimos o mundo perfeito e esse, bom, esse é só para os perfeitos.
Mas hoje, aqui e a gora, a razão desta nota é essa, apenas, essa dizer bem alto: Obrigado Ana Porfirio!

É injusto acusar Emidio Xavier de bancarrota

E, continuando, nestas coisas de achar que há ingratidão, igualmente, quero deixar aqui um abraço a Emidio Xavier, por considerar que é uma injustiça dizer que a sua gestão legou uma Câmara na bancarrota.
A Câmara Municipal do Barreiro sobreviveu ao longo de décadas com dificuldades financeiras. Sempre foi uma casa onde se contaram os tostões. Sempre foi uma casa que no principio de cada mandato recorria-se a um empréstimo de alguns milhões de escudos ou euros, para fazer face aos investimentos.
Sempre foi uma casa que viveu com orçamentos inflacionados, com receitas que eram meras previsões, só para dar espaço ao cabimento de despesas.
Era assim, porque, os governos, fosse qual fosse, não cumpriam, nem com a Lei de Finanças Locais, ou com as transferências compensatórias para os TCB.
E a autarquia sempre garantiu os serviços de transportes públicos, mesmo com dificuldades.
Uma coisa é o excesso de despesa, outra a bancarrota. Emidio Xavier não merece essa ingratidão.
Helder Madeira, Pedro Canário, Emidio Xavier, Carlos Humberto, viveram dias dolorosos na gestão autárquica, devido ao aperto financeiro. Só isso é merecedor de um aplauso.
É por isso que acho injusto isso da bancarrota, numa câmara que viveu sempre inflaccionada e de empréstimos bancários. Até ao ponto final do defict zero, e de gestão de custos – receitas/ despesas – que gerou dores de cabeça, estas na gestão de Carlos Humberto, que, por essa razão, foi obrigado a arrumar a casa, com os apoios do PAEL e com os apoios dados aos TCB – por um governo PSD.
Limpou a casa e deixou um legado financeiro, único, que, só por isso, merecia a gratidão.
É, por essa razão, que, aqui e agora, quero deixar um aplauso aos gestores do passado, por tudo o que fizeram, com dificuldades e muita dor de cabeça, permitindo que, nos dias de hoje, ao menos, não se viva em sobressalto.
E um abraço a Emidio Xavier.

Foi isto que me ocorreu escrever. É vida.
Sei que é ano de eleições, mas nunca é tarde para dizer Obrigado.
Para todos, mesmo para todos, ficam os votos de um Bom Ano 2021!
Divirtam-se! Sorriam!

António Sousa Pereira

02.01.2021 - 19:50

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