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Rota 66 – Pelo Barreiro, pelo mundo...
Até os mortos não escapam de ser vacinados

Rota 66 – Pelo Barreiro, pelo mundo...<br>
Até os mortos não escapam de ser vacinados<br>
E, afinal, o senhor José, há anos falecido livrou-se de ser vacinado. Acontece...

Neste momento apenas estão confirmadas as candidaturas à presidência de Bruno Vitorino ( PSD), Carlos Humberto ( CDU) e Helder Leal Rodrigues ( CDS)

O primeiro eixo estratégico foi a renovação da frota dos TCB, com a aquisição de 60 novos autocarros. Dito e feito.

A Rota 66, por vezes apetece, outras vezes não apetece. Por vezes está escrita e vai para o lixo, porque não apetece. Tenho mais que fazer. Mas pronto, de vez em quando, ela aparece.
Na verdade, nos tempos de hoje as coisas acontecem com uma grande velocidade, e, sem dúvida é preciso ter muita pachorra e muita paciência. Isso é coisa que vai faltando. É por isso, apenas por isso, que o silêncio acaba por soar mais alto.

A fábula de Esopo a George Orwell

No dia de hoje, há 326 anos, morreu o escritor Jean de la Fontaine, autor de muitas fábulas que se inscreveram no imaginário, no sentir e pensar de muitas gerações.
Segundo os investigadores, o método de criar fábulas terá nascido com o filósofo grego Aristóteles, este, dizem nos seus textos apenas incluía animais.
Esopo, escravo e contador de histórias grego, deixou um legado de fábulas, que são, muitas vezes, ainda nos dias de hoje, contadas como lições de moral. La Fontaine, poeta francês, que acima refiro, escreveu fábulas e reeditou algumas de Esopo.

O escritor britânico George Orwell, que este ano esta sendo celebrado o centenário do seu nascimento, deixou-nos fábulas que ao longo dos anos passam de geração para geração, como obras de referência de sátira politica, como a obra bem conhecida «O Triunfo dos Porcos».
A fábula proporciona textos de reflexão, de critica, de ironia, por vezes, retratando personagens que fazem parte da história e do tempo que vivemos. São lições de moral. São critica social.

O boi e a rã

Hoje, nestes tempo que correm nas coisas que acontecem, recordo a fábula de ESOPO conhecida pelo título - «O boi e a rã».
«Um grande, enorme, boi estava a pastar no prado, quando uma rã mais as suas rãzinhas apareceram aos saltinhos. A rã sentou-se, pasmada cm o grande boi, e depois, olhando para a prole, disse: “Vejam, meus filhos que grande e monstruosa criatura! E, agora, olhem bem e vejam se eu não me faço maior do que ela!” A rã respirou fundo e começou a inchar, a inchar, até que, finalmente, rebentou.
Moral
Por orgulho, inveja e ambição, as pessoas julgam-se maiores do que são e consideram os outros inferiores. Os que assim se comportam acabam por dar um grande trambolhão.

O morto que a GNR queria vacinar

Dois guardas da GNR, bateram à porta de um prédio, no Lavradio, a porta abriu-se. A pessoa residente. Olhou e aguardou.
“Boa tarde, o nosso contacto tem um objectivo saber se o Senhor José, GNR aposentado, pretende ser vacinado?”, perguntaram.
A pessoa que abriu a porta ficou sem pinga de sangue. Olhou e respondeu : “O senhor José já faleceu há largos anos”.
Os guardas que cumpriam a missão. Nem sabiam que responder. Pediram desculpa.
E, afinal, o senhor José, há anos falecido livrou-se de ser vacinado. Acontece...

Candidaturas anunciadas e a anunciar

Na última reunião da Câmara Municipal do Barreiro, Bruno Vitorino divulgou e saudou Maria Trindade, como sendo a candidata do Partido CHEGA, à presidência da Câmara Municipal do Barreiro.
Em contacto que mantivemos com o responsável do Chega» no concelho do Barreiro, fomos informados que é provável que Maria Trindade seja a candidata à presidência, mas, tal, ainda não está confirmado pelo líder André Ventura.
Neste momento apenas estão confirmadas as candidaturas à presidência de Bruno Vitorino ( PSD), Carlos Humberto ( CDU) e Helder Leal Rodrigues ( CDS).

Eixo estratégico renovação da frota dos TCB

Numa recente entrevista o presidente da Câmara Municipal do Barreiro revelou que ao nível das politicas do ambiente no seu mandato o primeiro eixo estratégico foi a renovação da frota dos TCB, com a aquisição de 60 novos autocarros. Dito e feito.
Este é um exemplo de coisas que se fazem sem estudos, sem perder tempo a pensar. São daqueles acções realizadas com visão. É chegar e decidir, pronto está feito.
Fica o registo...

António Sousa Pereira

13.04.2021 - 20:13

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