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A(nota) mento - Barreiro
Natércia Couto a primeira maestrina portuguesa
Que não seja esquecida no ano do seu centenário

A(nota) mento - Barreiro<br />
Natércia Couto a primeira maestrina portuguesa<br />
Que não seja esquecida no ano do seu centenário .Distinguida com Galardão «Barreiro Reconhecido» na área de Artes e Letras.

Nasceu no dia 17 de Fevereiro de 1924, no Lavradio, concelho do Barreiro, Natércia Couto, a mulher que foi a primeira Maestrina Portuguesa.
Uma personalidade de referência nacional que merecia não ser esquecida, pelo seu concelho, neste ano que se assinala o centenário do seu nascimento.

Natércia Couto, foi distinguida com o Galardão Barreiro Reconhecido, na área de Artes e Letras.
Natércia Couto ofereceu parte do seu espólio à SFAL, a Medalha Barreiro Reconhecido e pautas, material que deveria ser estudado, e, defendo, devia ser entregue, com protocolo, ao Arquivo Municipal.

Natércia Couto, para além da música tinha uma paixão pela poesia e pela Filosofia. Uma católica convicta. Uma mulher emancipada que se afirmou com todo o seu mérito e saber no Brasil, em França ou Itália. Em Portugal teve dificuldades.

Um nome que no plano musical deve orgulhar o concelho do Barreiro. E, particularmente o Lavradio e a SFAL, colectividade que tem na sua história raízes da família Couto, e na entrada da sede social existe uma placa que assinala uma homenagem prestada à Maestrina Natércia Couto.

António Sousa Pereira

Nota – Breves Notas Biográficas
Publicadas no Facebook pela investigadora Helena Lopes Braga

Nathércia Couto nasceu há 98 anos, a 17 de Fevereiro de 1924, no Lavradio, Barreiro.
Foi maestra, compositora e escritora, e a primeira maestra portuguesa com uma carreira internacional. Couto diplomou-se em direção de orquestra pelo conservatório de Paris.
Em 1951 formou a sua orquestra sinfónica em Roma, com que se apresentou em várias cidades europeias. Também no Brasil, onde viveu entre 1961 e 1964, teve orquestra própria, em Santos.
Em Portugal, e apesar dos seus múltiplos esforços junto das elites fascistas e católicas, Couto conseguiu apenas alguns convites esporádicos para reger, sempre concertos gratuitos, que esgotavam qualquer recinto.

Foto - Arquivo Municipal

17.02.2024 - 17:05

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