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Fragilidades das actuais democracias
Por Emanuel Gois
Barreiro

Fragilidades das actuais democracias<br />
Por Emanuel Gois<br />
Barreiro Nos tempos que correm, assiste-se a uma divulgação generalizada nos diversos meios de comunicação social, seja de comentaristas, políticos, partidos, governantes, principalmente, europeus, manifestando preocupação pelo facto de que estão a renascer cada vez mais movimentos de cariz extremista, com maior enfoque na chamada extrema direita.

Trata-se de uma análise lógica face aos acontecimentos recentes, mais não sendo que um diagnóstico dum fenómeno a juzante.
Ora, se esta preocupação parece evidente e, justificada, não será que a compreensão destes ressurgimentos extremistas nos países de consolidado regime democrático, não deverá, antes, ser encontrada a montante?

Será que as suas causas não estarão, com efeito, nas inconstâncias e fragilidades das actuais democracias, resultantes da depauperação das instituições, dos comportamentos inqualificáveis e indignos de alguns dos seus governantes, no falhanço do sistema, nos compadrios, na corrupção, que vêm minando os alicerces dos princípios nobres que são inerentes a uma verdadeira democracia?

Não serão estas constatações e exemplos, suficientemente desanimadores para impedir a aglutinação das ainda “ boas vontades ” existentes nas nossas sociedades com o objectivo marcante da defesa de uma sólida e duradoura liberdade e paz social?
Não se trata de uma afirmação. Apenas questiono

02.04.2021 - 00:38

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