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Moita - No Parque José Afonso na Baixa da Banheira
MURPI organiza 18º Piquenicão Distrital.

Moita - No Parque José Afonso na Baixa da Banheira <br />
MURPI organiza 18º Piquenicão Distrital.A Federação Distrital de Setúbal do MURPI - Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos, vai organizar no próximo dia 7 de Julho, das 10h00 às 19h00, no Parque José Afonso, na Baixa da Banheira, o seu 18º Piquenicão Distrital.

De referir que, de acordo com o MURPI, para - "este evento cultural e de massas estão já inscritos 25 grupos corais, musicais e culturais das Associações de Reformados, Pensionistas e Idosos da Região".

O QUE É O MURPI?

O MURPI - Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos, nasceu com os ideais libertadores da Revolução de Abril, foi pioneiro em Portugal da criação do movimento associativo de reformados, pensionistas e idosos, a partir das Comissões de Reformados, e é o obreiro da construção dos seus direitos sociais, negados e reprimidos pelo regime fascista.
A nossa longa caminhada permitiu garantir o direito à reforma, o direito à saúde, o direito à habitação condigna, o direito à associação e, em todo o país, semeámos centros de convívio, centros de dia, estreitando laços de amizade e solidariedade.

O MURPI é um movimento associativo de âmbito nacional dos reformados, com uma confederação nacional, sete federações distritais e 170 associações em 12 distritos do Continente e na Região Autónoma da Madeira.
O MURPI (sí o www.murpi.pt) publica, desde 1991, “A Voz dos Reformados”, jornal bimestral que difunde as suas reivindicações e divulga as inicia vas das associações.

Defendemos o Serviço Nacional de Saúde e estamos contra quem queira destruí-lo, cortando milhões de euros no seu orçamento.
Defendemos o sistema de Segurança Social, universal, público e solidário, e estamos contra a sua privatização.
Contra a ofensiva da política de direita e a austeridade erguemos mais uma vez a nossa voz de protesto, de luta, indignados e insubmissos à retirada de direitos, constitucionalmente consagrados.

Reafirmamos o nosso direito a ser ouvidos nas questões que nos dizem respeito; exigimos ser Parceiro Social.
Vamos continuar a lutar porque está em causa não só o presente das nossas vidas, mas também o futuro dos nossos filhos e netos e porque queremos um país mais justo, mais solidário e soberano.

21.06.2019 - 00:04

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