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Barreiro - Escritura da «Associação Cívica – Plataforma Cívica as Pessoas Primeiro»
É a continuadora legítima da «Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo não!»

Barreiro - Escritura da «Associação Cívica – Plataforma Cívica as Pessoas Primeiro»<br />
É a continuadora legítima da «Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo não!» A associação «Plataforma Cívica As Pessoas Primeiro» salienta que "não só não irá desistir de usar todos os meios ao seu alcance para impedir que se concretize a má e errada decisão de construir um Aeroporto complementar no Montijo."

"Tudo faremos para obrigar o Governo a respeitar e a fazer cumprir as leis do Estado e não as imposições e vontades da multinacional VINCI.", refere uma nota que recebemos na nossa redacção.

Associação Cívica – Plataforma Cívica as Pessoas Primeiro

Realiza-se amanhã, 8 de janeiro, pelas 11:00 horas, no Cartório Notarial do Barreiro a Escritura da “Associação Cívica – Plataforma Cívica as Pessoas Primeiro - Organização Não Governamental”.

A “Plataforma Cívica as Pessoas Primeiro” é a legítima consequência da acção e da luta travada pela “Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo Não!”.

É assim dado mais um passo no caminho da “institucionalização” da “Plataforma Cívica” que, desde 13 de junho de 2018, tem vindo a travar uma luta persistente contra a errada, negativa e má opcção do governo em aceitar construir um Aeroporto civil na Base Aérea nº 6 do Montijo. Ao pretender isso, o Governo coloca num plano secundário os interesses do país e os direitos e interesses das populações.

O Governa aceita assim prolongar e aumentar os riscos para as populações perto do Aeroporto Humberto Delgado e criar novos riscos e perigos sobre uma zona já de si fustigada pela forma como, ao longo de décadas anteriores ao 25 de Abril, se processou o chamado crescimento do qual resultou, entre outros, um enorme passivo ambiental.

Em grande parte, com a acção da Plataforma Cívica tem crescido a convicção de que é necessário implementar a solução que o país precisa com menores custos ambientais e menos prejuízos para as populações e para o meio ambiente. Essa solução existe desde 2010 e que se traduz na construção do NAL, Novo Aeroporto de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete.

Faz precisamente amanhã dois anos (8 de janeiro de 2019) que, com pompa e circunstância, o Governo se sentou à mesa, na BA6, com os representantes da ANA/VINCI, numa encenação de suposto consenso nacional, para a assinatura de um Memorando de financiamento das obras de expansão da Portela e de construção do Aeroporto complementar no Montijo.

Na altura houve a tentativa de fazer crer que estava dado o passo definitivo que tornaria irreversível essa má solução e ainda sem que existisse Declaração de Impacte Ambiental, DIA.

Só não contaram com a persistência, o combate sereno e sustentado e a força da razão que a Plataforma Cívica sempre demonstrou. Enganaram-se e procuraram desvalorizar a força dos argumentos e da fundamentação das nossas propostas.

Passados que são dois anos, não só não existe Aeroporto no Montijo, no caso na BA6, como tal está cada vez mais longe de vir a acontecer.

A “Plataforma Cívica As Pessoas Primeiro” continuará a travar as batalhas que forem necessárias, seja pelo esclarecimento, seja pela mobilização, seja pela justiça, por forma a não permitir o vencimento das ilegalidades, mistificações e narrativas que tem envolvido a, quanto a nós, necessária resolução dos constrangimentos da capacidade aeroportuária da Região de Lisboa e do país.
Sem pretensiosismos, desnecessários, reafirmamos que o exercício da cidadania responsável, persistente, propositiva e de luta firme são o exemplo de que só perde quem desiste de lutar pelas suas convicções.

Os cidadãos de região e a população em geral poderão contar sempre com a nossa determinação em continuar a travar as batalhas por uma boa solução para o país e para derrotar, definitivamente, com a intenção de construir um Aeroporto complementar no Montijo.

Tudo faremos para obrigar o Governo a respeitar e a fazer cumprir as leis do Estado e não as imposições e vontades da multinacional VINCI.

Barreiro, 7 de janeiro de 2021

07.01.2021 - 18:01

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