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Barreiro - Tratamento de efluentes industriais
Fisipe assina contrato com Águas de Portugal

Barreiro - Tratamento de efluentes industriais<br />
Fisipe assina contrato com Águas de Portugal<br />
A Câmara Municipal do Barreiro foi a anfitriã da assinatura do Contrato de Recolha de Efluentes entre a Fisipe e as Águas de Lisboa e Vale do Tejo (AdLVT)– Grupo Águas de Portugal. Este contrato, assinado no dia 5 de agosto, na Sala de Sessões do Edifício dos Paços do Concelho, visa a entrega dos efluentes da Fisipe diretamente no emissário da AdLVT e o seu encaminhamento para tratamento na Estação de Tratamento de Águas Residuais Barreiro/Moita.

O Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto de Carvalho, sublinhou, na iniciativa, o trabalho conjunto, entre várias entidades, que tem sido feito, há alguns anos, no caminho da “sustentabilidade ambiental e de descontaminação dos rios”. O Autarca realçou a evolução que tem sido efetuada, sendo que, atualmente, o Barreiro trata cerca de 97% a 98% de efluentes domésticos e, com o atual contrato entre Fisipe e AdLVT, passam a ser tratados todos os efluentes industriais.
“Estamos no caminho certo para tratar todos os efluentes”, sublinhou Carlos Humberto de Carvalho, referindo que “hoje são já centenas de pessoas que retornaram às praias fluviais do Barreiro”. Em simultâneo com o tratamento de águas residuais, que permite a despoluição dos rios, “estamos a fazer um trabalho de requalificação da frente ribeirinha”, referiu o Autarca.
Stefan Seibel, Administrador Delegado da Fisipe, sublinhou o empenho das entidades na redução do impacto ambiental. Referiu que a assinatura do contrato reflete o “nosso compromisso como empresa amiga do ambiente. É uma responsabilidade social que sentimos e partilhamos”.
José Sardinha, Presidente do Conselho de Administração da AdLVT, recordou a poluição que havia nas águas do Barreiro, salientando que “hoje as praias do Concelho estão requalificadas, o que permitiu devolver o estuário do Tejo e Coina à população do Barreiro”.
Considera que o tratamento total dos efluentes domésticos e industriais é “o início de um ciclo de futuro, de acreditar na região e nas pessoas”, “de investimento em novos projetos”, utilizando mesmo as águas residuais tratadas em determinadas áreas de atividades.

Fonte - CMB

08.08.2016 - 16:15

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