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Município de Alcácer do Sal
Resiste na luta pelo serviço ferroviário de passageiros

Município de Alcácer do Sal<br>
Resiste na luta pelo serviço ferroviário de passageirosOs eleitos reagem ao sucessivo adiamento das reuniões marcadas com a tutela após o anúncio, em dezembro, do final das ligações ferroviárias de passageiros a Alcácer do Sal, mas asseguram que não vão “desistir de, junto da Administração Central, tentar encontrar uma plataforma de entendimento que garanta o reatar do transporte ferroviário no concelho".

“A Câmara Municipal de Alcácer do Sal repudia a posição do Governo, personificado no Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, que por três vezes desmarcou reuniões agendadas pelo próprio Secretário de Estado, por solicitação deste município, com o intuito de manifestar as preocupações da população do concelho sobre a suspensão do serviço de transporte ferroviário de passageiros”. Começa assim a moção aprovada por unanimidade na última reunião pública da Câmara Municipal de Alcácer do Sal.
Os eleitos reagem desta forma ao sucessivo adiamento das reuniões marcadas com a tutela após o anúncio, em dezembro, do final das ligações ferroviárias de passageiros a Alcácer do Sal, mas asseguram que não vão “desistir de, junto da Administração Central, tentar encontrar uma plataforma de entendimento que garanta o reatar do transporte ferroviário no concelho, atenuando as lacunas de mobilidade, os incómodos e os gastos” derivados desta situação.
Recorde-se que os passageiros do concelho se viram totalmente privados deste transporte e têm agora que se deslocar a Grândola ou a Setúbal para aceder a qualquer serviço ferroviário. Ao contrário dos passageiros de Setúbal – que perderam o serviço Intercidades - não são sequer ressarcidos das despesas adicionais motivadas por esta situação.
A Câmara Municipal de Alcácer do Sal avança que vai voltar a por a circular o abaixo-assinado contra o fim do transporte ferroviário de passageiros, para que este, com cerca de 1050 assinaturas reúna, pelo menos, quatro mil, obrigando à discussão do assunto na Assembleia da República.
A edilidade vai também “continuar os contactos com os grupos parlamentares na Assembleia da República, o Ministério da Economia, a CP e o Presidente da República, de forma a dar conhecimento ao maior número possível de entidades das preocupações e necessidades da população”.

Fonte - CMAS

9.4.2012 - 10:11

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