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Barreiro - Em Portugal as perturbações psicóticas atingem mais as mulheres
Uma em cada quatro pessoas vive com doenças mentais

Barreiro - Em Portugal as perturbações psicóticas atingem mais as mulheres<br>
Uma em cada quatro pessoas vive com doenças mentaisA psicóloga barreirense, Ana Luísa Conduto, na conferência sobre o tema «Justiça e Saúde Mental», salientou que em Portugal uma em cada quatro pessoas vive com doenças mentais, e, referiu que as perturbações psicóticas atingem mais as mulheres.

Acrescentou que o consumo de antidepressivos, em Portugal, é superior à média europeia.

A conferência promovida pelo Conselho Regional de Lisboa, com a parceria da Delegação dos Advogados do Barreiro teve como tema de debate «Justiça e Saúde Mental», decorreu no Auditório Municipal Augusto Cabrita, contando com uma ampla participação de técnicos de diferentes áreas de intervenção.

Oportunidades iguais

Ana Luísa Conduto – Psicóloga, desenvolveu o tema - Justiça e Saúde Mental - Um casamento com separação de bens.
Na sua intervenção sublinhou que “a justiça vai para além do direito”, e para tal é necessário que existam para todos “oportunidades iguais” e que estas devem reflectir as diferenças de cada um, disse, Ana Conduto.
Recordou, que para tal, é essencial a valorização dos princípios da liberdade; da igualdade de oportunidades e das diferenças.

Saúde Mental e culpa

Ana Luísa Conduto, sublinhou que a função dos Tribunais, é garantir que o processo de justiça se desenvolva com equidade.
Referiu que a “saúde mental” é tão importante como a “saúde física”.
Sublinhou se alguém tem perturbação mental, não pode ser culpado, e, acrescentou que “ter perturbação clinica não inibe de culpa”.

Uma em cada quatro pessoas vive com doenças mentais

A psicóloga barreirense, salientou que em Portugal uma em cada quatro pessoas vive com doenças mentais, e, referiu que as perturbações psicóticas atingem mais as mulheres.
Acrescentou que o consumo de antidepressivos, em Portugal, é superior à média europeia.
Ana Conduto, encerrou a sua intervenção, sublinhando que um dos grandes desafios de futuro, na relação entre justiça e saúde mental, passa pela definição do que é saúde mental.

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30.01.2019 - 18:32

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