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Exposição de Josefa Moura «Barreiro – 100 anos de memórias»
Um encontro com a identidade do Barreiro

Exposição de Josefa Moura «Barreiro – 100 anos de memórias»<br />
Um encontro com a identidade do Barreiro“A Câmara Municipal do Barreiro enriquecia o património da cidade se adquirisse esta colecção”, comentava Emanuel Góis, no decorrer da inauguração da exposição de Josefa Moura – «Barreiro – 100 anos de memórias», patente ao público na Galeria de Artes do Forum Barreiro.

Foi ontem à tarde inaugurada a Exposição de Josefa Moura – «Barreiro – 100 anos de memórias», na Galeria de Artes do Forum Barreiro.
São 29 aguarelas, que proporcionam uma viagem às paisagens que marcavam o Barreiro há 100 anos.

História do Barreiro do Século XXI.

As aguarelas foram produzidas a partir das imagens captadas por um filme dos Bombeiros Voluntários do Sul e Sueste.
“Aqui está o Barreiro que está no filme”, salientou o poeta-escritor Emanuel Góis, que comentava, uma a uma, as aguarelas, e, em todas elas existiam estórias e a história do Barreiro do Século XXI.
“Ali está a casa onde eu nasci”, sublinhava, acrescentando – “aqui está a história do Barreiro”.
Emanuel Góis, recordou que Josefa Moura, que conheceu nas redes sociais. Em conversa, daqueles 10% de coisas positivas das redes sociais, porque os restantes 90% são coisas negativas. Acabou por nascer uma amizade, como não conhecia o Barreiro, um dia veio visitar a cidade, conheceu os seus recantos e apaixonou-se pela sua beleza, essa paixão está presente no talento destas suas aguarelas.
“Foi a autora de duas capas de livros meus”, disse.

Uma cidade com imensa luz

Josefa Moura, salientou que o Barreiro tem uma zona ribeirinha de quase de 360 graus, é uma cidade com imensa luz.
“Esta sua luz e zona ribeirinha é muito importante para quem se dedica à pintura”, disse.
Salientou que a realização destas aguarelas, patentes na exposição, são um exemplo de como o Barreiro era uma vila de grande actividade – “era um dos polos industriais dos maiores da Europa”.
“Uma vila que deu muitos filhos, que hoje são médicos, advogados, engenheiros, fruto do sacrifício e dedicação de seus pais e avós, que estão nestas aguarelas”, sublinhou.

Um encontro com a identidade do Barreiro

Podemos referir que as aguarelas, no seu conjunto funcionam como uma colecção, quer pela sua tonalidade, quer pela sua génese criativa, quer por serem marcadas por uma temporalidade.
No seu conjunto proporcionam uma visita á memória, um encontro com a identidade do Barreiro, um percurso pelas ruas e pela história.
“A Câmara Municipal do Barreiro enriquecia o património da cidade se adquirisse esta colecção”, comentava Emanuel Góis.

A exposição pode ser visitada até ao próximo dia 23 de Julho, na Galeria de Artes do Forum Barreiro.

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11.07.2019 - 00:04

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