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Estudo de Impacte Ambiental do Aeroporto do Montijo
Moita e Barreiro os concelhos mais afectados
. Moita é contra – Barreiro é a favor

Estudo de Impacte Ambiental do Aeroporto do Montijo<br>
Moita e Barreiro os concelhos mais afectados<br>
. Moita é contra – Barreiro é a favor<br>
. Vão ser afectadas pelo ruído dos aviões 50 mil pessoas

. irão sofrer perturbações de sono 6.555 pessoas

. Irão sofrer um “elevada incomodidade” devido ao ruído dos aviões 12.455 pessoas

A Moita é contra, por causa das consequências para a saúde dos habitantes e do ordenamento do território. O Barreiro é a favor, pelo desenvolvimento que trará à zona, quer ao nível de emprego, quer em mobilidade.

O jornal Expresso, esta semana, no seu suplemento «Economia» dedica um extenso trabalho sobre o novo aeroporto do Montijo. Recorda que até 19 de Setembro está em consulta pública o estudo de Impacte Ambiental.
Refere que se o existir «luz verde» ao Estudo de Impacte Ambiental, o Primeiro Ministro, António Costa, afirma que o aeroporto é “irreversível”.
De acordo com o artigo o “peso da decisão” agora está em cima da APA – Agência Portuguesa do Ambiente.

50 mil pessoas vão ser afectadas pelo ruído dos aviões

Salienta-se que a “localização não é pacifica”, sendo as regiões mais afectadas a Moita e o Barreiro.
A posição da Moita é contra, por causa das consequências para a saúde dos habitantes e do ordenamento do território.
Refere o artigo que 50 mil pessoas vão ser afectadas pelo ruído dos aviões, salientando que o estudo conclui que 6.555 pessoas irão sofrer perturbações de sono no ano em que as infraestruturas no Montijo começarem a ser construídas e 12.455 irão sofrer um “elevada incomodidade” devido ao ruído dos aviões a partir de 2022.

Uma quarta faixa na Ponte Vasco da Gama

Refere o artigo que o Barreiro é a favor, pelo desenvolvimento que trará à zona, quer ao nível de emprego, quer em mobilidade.
O estudo, refere o jornal Expresso, ao nível rodoviário propõe ligação directa do aeroporto à A12, prevê uma quarta faixa na Ponte Vasco da Gama, e uma faixa exclusiva para transportes públicos, apara além da melhoria de acessos e criação de ciclovia na ligação ao Cais Seixalinho, no Montijo.

Ambientalistas erguem a «bandeira vermelha»

Outros aspectos referenciados no artigo do jornal Expresso refere os impactos negativos sobre a avifauna. Os ambientalistas, salienta-se, erguem a «bandeira vermelha».
Na área abrangida serão afectadas 265 espécies, sendo 45 espécies protegidas, segundo o EIA face á mortalidade de aves por colisão com aviões – “nenhuma espécie será afectada de forma importante”.

Diminuição do tempo de viagem entre Montijo e Cais do Sodré>

O estudo, é referido aponta a renovação da frota da Transtejo e diminuição do tempo de viagem, de 25 para 20 minutos, nas ligações fluviais entre o Cais do Seixalinho, no Montijo e Cais do Sodré, em Lisboa.

03.08.2019 - 10:57

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