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Barreiro - OUT.FEST – Festival Internacional de Música Exploratória
400 pessoas no espectáculo de abertura

Barreiro - OUT.FEST – Festival Internacional de Música Exploratória<br />
400 pessoas no espectáculo de aberturaForam 400 pessoas que marcaram presença e aplaudiram, com entusiasmo a Camerata Musical do Barreiro e Grabriel Ferrandini, na primeira parte, e, na segunda parte a sonoridade do trompete de Peter Evans.

Ontem à noite, na Igreja de Santo André, no Barreiro, realizou-se o espectáculo de abertura do OUT.FEST – Festival Internacional de Música Exploratória. Este, mais um espaço do concelho do Barreiro que entra na rota do OUT.FEST.
Foram 400 pessoas que marcaram presença e aplaudiram, com entusiasmo a Camerata Musical do Barreiro e Grabriel Ferrandini, que irradiaram no espaço uma combinação perfeita de sonoridades, que se identificavam com o ambiente de religiosidade e, ali, proporcionando uma viagem por sentimemtos diversos. Sons angelicais. Sons tibetanos. Sons de cânticos muçuçlmanos. Sons da natureza – a água e a vida.
A Camerata Musical do Barreiro de forma soberba, saindo do seu espaço de conforto a música clássica, mas, assumindo, de forma absoluta e intensa a partilha daquele momento de musicalidade criativa, mergulhando na exploração dos ritmos, numa deliciosa combinação de voz e instrumentos de corda, numa composição que tocava os sentidos, criando emoções e expodindo em sentimentos de «big bang».

Na segunda parte Peter Evans, proporcionou uma «viagem» por dentro das sonoridades do trompete, ali, a demonstrar, sem dúvidas que, de facto – ‘se o trompete existe, todos os sons são permitidos’.
Uma linguagem sonora que permitiu sentir todos os sons que nascem nos gritos da vida – de angústias e alegrias. O trompete chorou. O trompete cantou. O trompete sorriu.
Um concerto feito de criatividade. O homem, o instrumento. O instante. A criação.
Um homem sózinho, com o trompete, fez nascer num espaço de fé, sons radiantes marcados de humanismo, com harmonia, ritmo, em tudo que é possível inventar, do experimental ao jazz. Um momento para guardar nas muitas memórias que o OUT. FEST, ao longo de 16 edições tem proporcionado, nos mais variados espaços e recantos de um concelho que tem dentro de si, gente que acredita, sonha...e contribui para colocar o Barreiro na rota das vivências criativas da AML, de Portugal, da Europa e do mundo.

O Festival prossegue hoje, pelas 18h45, na Igreja de Nª Srª do Rosário, com Kali Malome.
Depois, a partir da 21h45, na ADAO – Associação de Desenvolvimento Artes e Oficios – Calhau I; Alpha Maid; Ilpo Vaisanem; Deaf Kids; Yeah You e a fechar MCZO & Duke. Uma noite que promete.

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04.10.2019 - 10:44

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