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AMAC - Auditório Municipal Augusto Cabrita no Barreiro
Exposição de pintura de Penélope Clarinha
«Em Trânsito»

AMAC - Auditório Municipal Augusto Cabrita no Barreiro<br />
Exposição de pintura de Penélope Clarinha<br />
«Em Trânsito» A Exposição de pintura de Penélope Clarinha - «Em Trânsito», está patente ao público no AMAC - Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro, de 8 de Maio a 31 de Julho.

Penélope Clarinha, é natural de Lisboa, onde nasceu no ano de 1972. No ano de 1995, concluiu a sua Licenciatura em Direito pela Universidade de Lusíada, de Lisboa.
Nos anos 1999/2003, frequentou os Cursos de Pintura e Desenho na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa.

Realizou duas exposições individuais na Galeria Peiférica, em Lisboa, no ano 2018, «Arquivos de Pinturas», e no ano 2020 «Culto da Personalidade».
Marcou presença em diversas exposições colectivas na ARTFEM Bienal Internacional de Macau, em Macau, China, e, em Lisboa, na JustLX - Feira de Arte Contemporânea e Colectivas de Pinturas r Desenho de alunos da SNBA.

Desde 8 de Maio e até ao próximo dia 31 de Julho, está patente ao público no AMAC - Auditório Municipal Augusto Cabrita, a sua exposição «Em Trânsito».

Gostei. Delicie-me com o "emaranhado de ideias" que podemos retirar dos trabalhos expostos. Cada tela é um ponto de paragem obrigatório, para sentir a cor e pensar na subjectividade dos seus fragmentos. Uma pintura intensamente psicanlitica. Mitos. Fábulas. Uma antropologia do humano em «diálogo» com o mundo animal, partilhando o mesmo espaço, ora com ternura, ora com suspense. Uma pintura enigmática, que parece ser uma busca de um sentido para vida. Cada um que interprete, como quem viaja e descobre em cada tela uma fábula, um grito, um protesto. Um silêncio.
Uma exposição para ver e rever, no seu conjunto e na sua diversidade. Na ternura do humano que se abraça e beija, e no simbolismo freudiano, de fantasias que afloram um subconsciente onde o imaginário não tem limites. Nós e os outros. No satirico. No irónico. No critico. No belo. No carinho. Tudo o que é humano, ali não é alheio, nascendo na tela com muita emoção.
O ser humano e os animais em formas fantásticas e imponentes, em telas que fazem pensar e sentir - "o elefante no meio da sala». A força do amor e da ausência de comunicação.

Tome note e visite, até 31 de Julho.

António Sousa Pereira

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06.06.2021 - 20:59

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