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BARREIRO - Rostos ao Vivo na SFAL
“É muito difícil arranjar pessoas para trabalhar voluntariamente”
. afirma Eduardo Oliveira

BARREIRO - Rostos ao Vivo na SFAL<br>
“É muito difícil arranjar pessoas para trabalhar voluntariamente”<br>
. afirma Eduardo Oliveira Eduardo Oliveira, presidente da Direcção da SFAL, no último Rostos ao Vivo, que decorreu naquela colectividade, comentou que resolver o problema do telhado das instalações é uma situação prioritária, assim como do chão do salão que está a carecer de intervenção – “são precisas verbas elevadas que sozinhos não conseguimos”.

A última edição de «Rostos ao Vivo» decorreu na SFAL – Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense, a mais antiga colectividade do concelho do Barreiro.
Eduardo Oliveira, presidente de Direcção, na conversa de abertura sublinhou que apesar de todas as dificuldades resultantes dos contextos que marcaram a vida social, devido à pandemia do COVID – “a SFAL continua a servir a população em várias vertentes, quer na área cultural, quer na área desportiva, com várias opções, desde o teatro à música, quer ao desporto de formação, ou desporto de competição”.

Vida associativa é difícil

Perguntámos se era difícil viver a vida associativa nos dias de hoje, o Presidente da Direcção da SFAL, referiu que “é muito difícil”.
Na sua opinião os jovens estão mais despegados do associativismo devido à existência de novas tecnologias, a internet, vários canais de televisões, e, tudo isto, afastou os jovens e muitas pessoas das colectividades – “não é com antigamente que se faziam filas à porta da colectividade para ver peças de teatro, ou para ver televisão, hoje as pessoas têm tudo isso em casa, tudo isto faz que as pessoas estejam mais afastadas das colectividades.”
“É muito difícil arranjar pessoas para trabalhar voluntariamente. Isto é um trabalho voluntário.”, sublinhou.

Estou na SFAL desde que nasci

Eduardo Oliveira, é natural do Lavradio, desde criança que viveu por dentro a vida da SFAL – “estou na SFAL desde que nasci, praticamente”, por essa razão o seu amor ao associativismo nasceu dentro das paredes da colectividade, um testemunho que passou de pai para filho – “o meu pai foi director e sempre o acompanhei nos eventos”.

Urgentemente é preciso fazer grandes manutenções

A propósito de problemas que afectam o quotidiano da colectividade, Eduardo Oliveira, comentou que existem problemas de infraestruturas, resolver o problema do telhado é uma situação prioritária, o chão do salão, o palco, também são situações a carecer de intervenção – “isto é uma casa que já tem muitos anos” por essa razão “urgentemente é preciso fazer grandes manutenções, para isso são precisas verbas elevadas que sozinhos não conseguimos”.
Referiu que no salão são dezenas de crianças a praticar desporto quer Ginástica de formação e competição, quer Karaté, além de outras actividades, como o teatro ou a música.
Eduardo Oliveira, no final de conversa, sublinhou sentir-se feliz por viver a vida associativa, uma experiência que o enriqueceu como ao homem e partilhou com outros conhecimentos.

S.P.

VER ROSTOS AO VIVO INTEGRAL AQUI
https://www.facebook.com/BxBTVOn/videos/737784810745158

09.06.2022 - 22:01

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