Conta Loios

postais

Barreiro do «inferno ambiental» ao «Paraíso ambiental»
Apresentado livro «Rio Coina - Autoestrada ao Serviço da Biodiversidade após 2000 Anos de Atividade Humana».

Barreiro do «inferno ambiental» ao «Paraíso ambiental»<br />
Apresentado livro «Rio Coina - Autoestrada ao Serviço da Biodiversidade após 2000 Anos de Atividade Humana». Hoje, dia 8 julho, no Aditorium da StartUp Barreiro, realizou-se a apresentação do exemplar único do livro «Rio Coina - Autoestrada ao Serviço da Biodiversidade após 2000 Anos de Atividade Humana».

Na abertura da sessão, Sara Ferreira, Vereadora do Pelouro da Cultura, recordou que este livro é fruto de uma trabalho iniciado no anterior mandato pelo Vereador João Pintassilgo, que teve a visão da importância do corredor verde do Coina.

Luís Pedro Cerqueira, um dos autores da obra editada pela Câmara Municipal do Barreiro, sublinhou que a obra conta com um Prefácio de Nuno Banza, Presidente do Conselho Diretivo, ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e, um Pósfácio o Biólogo José Augusto Batista.
Salientou que esta obra foi fruto de uma visão de João Pintassilgo, que teve uma visão de criar uma reserva entre o Coina e a Mata da Machada, tendo sido constituída uma equipa de missão que deu sentido a essa visão nascendo esta obra como instrumento de trabalho. a qual não é um ponto de chegada é um inicio - "começar a olhar para o Coina".
Recordou que esta obra ultrapassa a visão do ambiente indo ao encontro da proto história industrial do concelho do Barreiro que está no Coina.

Perceber o território do Coina e entender a sua biodiversidade.

Nuno Banza, sublinhou que o contributo desta obra é estruturar uma pesquisa sobre todos os trabalhos existentes sobre o Coina, e a essa documentação, "dar uma forma lógica" e "dar um sentido", e, nesse pensar dar-lhe "um valor acrescentado", que tem por base a acção e o dar valor às pessoas. Uma obra que contribui para que as pessoas tenham uma perspectiva e possam perceber o território do Coina e entenderem a sua biodiversidade.

Do «inferno ambiental» ao «Paraíso ambiental»

José Augusto Baptista, considera que esta obra pode ser um contributo para seduzir outros concelhos a utilizarem este exemplo. Recordou que as transições não se fazem suavemente e referiu que esta obra aponta a necessidade de mudança de paradigma.
Recordou que o Barreiro foi um "inferno ambiental" e tem condições de ser um "paraíso ambiental" - "isto é fazível", disse.

Pensar o concelho do Barreiro como "a cidade do jardim mediterrânico».

João Pintassilgo, sublinhou que esta obra foi buscar muito que já existia escrito e pensado sobre o Coina, uma história de 2000 anos, uma obra que permite pensar o concelho do Barreiro como "a cidade do jardim mediterrânico».
Sublinhou que é importante não deixar que o conteúdo desta obra fique a adormecer e ganhe pó nas prateleiras do planeamento.

VER FOTOS
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10158655399482681&type=3

08.07.2022 - 22:18

Imprimir   imprimir

PUB.

Pesquisar outras notícias no Google

Design: Rostos Design

Fotografia e Textos: Jornal Rostos.

Copyright © 2002-2022 Todos os direitos reservados.