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BARREIRO – Rosto do Ano 2025
Ana Garrido área Escritora

BARREIRO – Rosto do Ano 2025<br />
Ana Garrido área Escritora A escritora Ana Garrido nasceu em Lisboa em 1959. Foi professora de Português e Literatura do ensino secundário no Barreiro durante 40 anos, 39 dos quais na Escola Secundária dos Casquilhos. A longo da sua vida participou em vários projetos desportivos e culturais quer na escola, quer na cidade do Barreiro.

No âmbito da Literatura, publicou poesia, ensaio, novela e romance.
Escreveu em coautoria com a psicóloga Célia Figueira, o ensaio «O amor no caleidoscópio», publicado em 2020, um trabalho de reflexão e pesquisa sobre o tema do amor.
Na área da ficção, é autora da novela «A cidade das gaivotas», que obteve o Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes, em 2020. Este prémio é uma iniciativa da Câmara Municipal de Portimão, que contou com a participação de 159 candidatos. O juri, por unanimidade, distinguiu o romance da barreirense, Ana Garrido, como a obra vencedora da edição de 2020.

Em 2024, publicou «Uma doce manhã de outubro», o seu primeiro romance. Um livro que, como salienta o escritor Carlos Alberto Correia, “convida-nos a reconhecer a importância da arte e da memória como pilares da nossa identidade e a assumir o compromisso de cuidar desses legados para as gerações futuras. Soares dos Reis pode ter encontrado consolo apenas na morte, mas a sua arte continua a falar, a inspirar e a viver.
Este livro é uma celebração e uma chamada à ação – para que o passado nunca seja completamente esquecido e para que o presente reflita sempre sobre as suas escolhas.”

A escrita é a paixão que está inscrita na vida de Ana Garrido, continua a escrever, de novo em parceria, está em marcha a edição de um ensaio sore o tema da morte.

Ana Garrido, merecidamente, recebe a distinção Rosto do Ano 2025, na área de Escritora

Nota - A distinção «Rostos do Ano» é atribuída anualmente pelo jornal «Rostos», para prestar reconhecimento a entidades ou personalidades que dignificam e valorizam o concelho do Barreiro. A distinção é atribuída com base numa decisão colegial assumida por um colectivo composto por: António Oliveira, jornalista da Lusa; Ana Lourenço Monteiro, ex-Directora do Jornal do Barreiro e António Sousa Pereira, Director do jornal «Rostos».

11.02.2026 - 00:03

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