postais

BARREIRO - Cerimónia evocativa do bicentenário da morte de D. João VI
Palestra do escritor Armando Seixas Ferreira evoca memória e legado do monarca

BARREIRO - Cerimónia evocativa do bicentenário da morte de D. João VI<br />
Palestra do escritor  Armando Seixas Ferreira evoca memória e legado do monarca ​O Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, participou, ontem, no dia 10 março, na cerimónia evocativa do bicentenário da morte do imperador e rei D. João VI (1767-1826), que decorreu na capela da Academia Militar, em Lisboa. No evento foi proferida a palestra “D. João VI e o Paço da Bemposta”, da autoria do escritor barreirense Armando Seixas Ferreira.

Na sua palestra, Armando Seixas Ferreira, sublinhou que D. João VI foi decisivo num dos momentos mais difíceis da história de Portugal. Ameaçado pelos exércitos invasores, o filho da rainha D. Maria I tomou a decisão de transferir a capital para o Rio de Janeiro, mantendo intacta a nossa independência.
No Brasil, o monarca fundou um império. Quando regressou a Lisboa, D. João conduziu os destinos do país a partir da Bemposta, vivendo neste paço os últimos anos da sua vida.
A 10 de março de 1826, D. João VI morre inesperadamente no seu quarto no paço da Bemposta, vítima de uma congestão, suspeitando-se de envenenamento.

Na cerimónia foi evocada a memória e o legado deste soberano que marcou para sempre a história de Portugal e do Brasil.
Recorde-se que, recentemente, o Ministro da Defesa Nacional anunciou a reabilitação e musealização da capela e dos aposentos reais de D. João VI no Paço da Bemposta, sede da Academia Militar.

Armando Seixas Ferreira, é o autor da obra «1821 – O regresso do rei», na qual escreve um relato empolgante sobre a viagem de regresso do rei D. João VI a Portugal.

Fonte - MDN

11.03.2026 - 18:36

Imprimir   imprimir

PUB.

Pesquisar outras notícias no Google

Design: Rostos Design

Fotografia e Textos: Jornal Rostos.

Copyright © 2002-2026 Todos os direitos reservados.