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BARREIRO - Moinhos de Maré de Alburrica
Acusação que a Câmara cometeu um crime é da antiga Direção-Geral do Património Cultural

BARREIRO - Moinhos de Maré de Alburrica<br />
Acusação que a Câmara cometeu um crime é da antiga Direção-Geral do Património Cultural<br />
"Este esclarecimento impõe-se, devido ao fato de se terem verificado algumas dúvidas sobre a origem e legitimidade esta acusação por alguns cidadãos, no conteúdo da posição desta Associação acerca da anunciada candidatura da Câmara a Capital da Cultura.", refere um esclarecimento da Associação Barreiro, Património, Memória e Futuro


Divulgamos o texto integral da Associação Barreiro, Património, Memória e Futuro, que segundo Carla Marina Santos, Presidente da associação, visa o esclarecimento porque -"a posição da ABPMF suscitou dúvidas relativamente à afirmação de que a CMB tinha cometido crime na reconstrução dos Moinhos de Maré de Alburrica ".

O "crime" da Câmara na destruição dos Moinhos de Maré de Alburrica

A acusação de que a Câmara cometeu um crime na destruição dos moinhos de maré de Alburrica, não é da responsabilidade desta Associação de defesa do património do Concelho do Barreiro.
A acusação foi emitida pela antiga Direção-Geral do Património Cultural, então organismo do Ministério da Cultura do Governo liderado por António Costa, nos seguintes termos que aqui se reproduzem:

"No caso vertente (...) se veio ainda a constatar a efetiva destruição de estruturas arqueológicas decorrentes dos trabalhos de obra realizados" o que "é considerado crime passível de punição" visto ter resultado "na destruição irreversível de património cultural, recurso finito, frágil e não renovável e perda de informação científica"

Este esclarecimento impõe-se, devido ao fato de se terem verificado algumas dúvidas sobre a origem e legitimidade esta acusação por alguns cidadãos, no conteúdo da posição desta Associação acerca da anunciada candidatura da Câmara a Capital da Cultura.

É certo que a questão continua a colocar-se por falta de esclarecimento e recusa da Câmara em assumir a sua responsabilidade relativamente ao " crime" de que foi acusada no Despacho da Direção-Geral do Património datado de 12/04/2022, devido ao processo manipulador e enganador até agora utilizado com a finalidade de descredibilizar a Associação e enganar a população.

A Associação Barreiro Património Memória e Futuro luta pelo esclarecimento democrático dos problemas que assolam o Concelho do Barreiro e recusa liminarmente o uso de qualquer tipo de processos antidemocráticos, ainda mais, perpetrados por entidades públicas democraticamente eleitas. Assim, assumimos este esclarecimento divulgando-o para todos quantos quiserem estar informados.

Associação Barreiro, Património, Memória e Futuro

31.07.2026 - 11:13

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