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Desconstruir aquela ideia do Barreiro coitadinho
Projecto «Start XXI» uma aposta no desenvolvimento económico

Desconstruir aquela ideia do Barreiro coitadinho<br />
Projecto «Start XXI» uma aposta no desenvolvimento económico. Abrir uma sala de espectaculos com 900 lugares fechada.

. Modernizar a Câmara Municipal do Barreiro

. Desconstruir a ideia que o Barreiro não é aberto ao investimento

Frederico Rosa, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, aposta no projecto «Start XXI», uma aposta no desenvolvimento económico.
O projecto que vai alargar o centro da cidade aos territórios da Baía do Tejo, vai incluir a criação de uma «start up», um Centro de Eventos, par atrair eventos empresariais, eventos desportivos, eventos culturais.

Frederico Rosa, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, numa conversa com jornal «Rostos», começou por salientar as ideias que o motivaram e qual a sua visão para o Barreiro, antes de ser eleito.

Desconstruir aquela ideia do Barreiro coitadinho

“Tive sempre uma ideia base, ainda antes de ser apresentado como candidato, que mantive durante a campanha, e, agora, não só não mudei essa ideia, como, ainda se fortificou.
A ideia passa, acima de tudo – e, este é um grande chapéu de chuva, porque cabe lá muita coisa dentro – é uma ideia que está muito relacionada com desconstruir aquela ideia do Barreiro coitadinho, do Barreiro pequenino, do Barreiro que tem que estar sempre subjugado aos mais diversos interesses, e, assumir um pouco a ideia, que nós também somos capazes, nós também podemos fazer parte do lote de concelhos que conseguem atrair empresas, nós também conseguimos fazer parte do lote de concelhos que conseguem atrair investimento imobiliário, do qual, nós, precisamos muito para revitalizar o nosso concelho”, referiu.

Romper esse marasmo que havia na vida local

“Nós, também podemos fazer parte do lote das cidades que conseguem reter parte dos seus jovens.
Aqui, diria, os jovens como um conceito muito alargado, porque, hoje em dia, o jovem não é só até aos 18 anos, é até estar profissionalmente estabilizado, ou pelo menos dar os primeiros passos no mundo profissional.
Portanto, era, um pouco, romper esse marasmo que eu sentia que havia na vida local.
Aliás, a minha entrada na política activa dá-se, exactamente, por aí, dá-se por eu ter uma convicção, muito minha, já há alguns anos atrás, que, aqui, toda a gente falava muito, em círculo fechado, quase como se houvesse um ‘staus quo’ que rodasse as pessoas do Barreiro.
Nestas terras, as questões das famílias são determinantes. Era preciso também romper isso, nem que, apenas, tivesse como mérito, o agitar e mostrar às pessoas que nada pode ser dado como adquirido.
As coisas não vêm de herança, estes cargos não são, nem têm origem em berço, seja ele qual for, nem têm origem num quase determinismo que, quem está aqui, vai de certeza estar à frente da cidade.
Este abanão era necessário na cidade”, refere Frederico Rosa.

Cobrados em quatro anos naquilo que não se fez em doze anos

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, sublinha, que no caminho que percorreu até ser eleito, - “pessoalmente, disse isso, várias vezes”, que era uma coisa que – “nunca tive dúvidas que ia acontecer”.
“A rua era isso que nos dizia, o Barreiro era isso que nos dizia, nós passamos muito tempo na rua”, afirma.
“No romper os constrangimentos, nós, sabemos que implicava o aparecer uma luz de esperança, isso, também tem o seu revés da medalha, o revés da medalha é as pessoas pensarem, legitimamente, que tudo aquilo que não se fez, durante doze anos, ia ser invertido no primeiro mês, ou, ia ser invertido nos primeiros seis meses, ou no primeiro ano, ou, por aí fora.
E, nós, temos a perfeita noção que vamos ser cobrados em quatro anos, naquilo que não se fez em doze anos”, salienta.

Não há culpados únicos

Esse marasmo que o Barreiro tinha a culpa era da Câmara? Havia um culpado que era a Câmara? Era o Poder politico Local que tinha essa responsabilidade do marasmo? - perguntámos
“Não há culpados únicos. A gente pensar que questões tão complexas, como esta, que havia apenas um culpado, acho que é extremamente redutor.
Claro, que o culpado único não era a Câmara.”

Modernizar a Câmara Municipal do Barreiro

Foi eleito. Chegou à presidência da Câmara. Neste ano o que já foi feito, para atingir essa mudança preconizada? – perguntámos.
“Há três patamares de acção que nós temos que fazer e, é, importante perceber, a começar do zero.
A Câmara é importante termos todos noção, se calhar muita gente não tem, também não têm que ter, porque são questões internas, para se dar passos, ao nível, até, da competitividade da própria Câmara, é preciso reformular a própria Câmara.
Esperemos que, no final deste ano a coisa mude, porque estes processos já estão em andamento há algum tempo, e, são processos que têm os seus timings normais.
Estamos a falar de uma Câmara que, com o TCB, tem oitocentos e tal funcionários, toda alicerçada em papel, toda alicerçada em documento físico, com condições de trabalho, que diria, não são dignas do século XXI, e, obviamente, com níveis de exigência da sociedade, para o Poder Local, cada vez mais exigentes.
Há uma grande mudança que tinha que começar a ser invertida, essa, tinha a ver com a mudança interna.
Aquilo que nós hoje estamos a fazer, tem a ver com a desmaterialização de todos os procedimentos ao nível da Câmara Municipal do Barreiro.
É a digitalização dos processos na Câmara Municipal do Barreiro, coisas tão simples, que se materializam, penso, já no principio do próximo ano.
Por exemplo, vai ser possível uma pessoa que queira investir no Barreiro, ou queira fazer um projecto no Barreiro, não tenha que se deslocar fisicamente para entregar projectos. Não faz sentido no dia de hoje.
Nós recebemos investidores de vários pontos do país, caso mais flagrante aconteceu com o SUPERA, onde cada vez que quer entregar uma folha, tem que vir o arquitecto da Galiza. Não faz sentido. Esta transformação tinha que ser dada ao nível interno.
Ainda, este ano, vai ser começada a implementação, porque a parte burocrática, já está perto do seu final, que é, modernizar a própria Câmara Municipal do Barreiro, e, garantir-lhe alguma competitividade.”

Desconstruir a ideia que o Barreiro não é aberto ao investimento

“Depois, obviamente, é fundamental ter um diálogo, muito aberto, muito franco e muito pró-activo com quem aqui quer investir, sempre numa lógica que um investimento no Barreiro, tem que ser bom para a cidade do Barreiro, mas também tem que ser bom para quem cá investe, também, nestes círculos as lógicas são muito visíveis, e, os círculos são muito pequenos, ou seja, a palavra passa, e, recebi a necessidade de desconstrução da ideia que o Barreiro não era uma cidade aberta ao investimento – isto foi dito nesta mesa, eu diria ene vezes, nos primeiros meses.
As pessoas que mais ouviram isto, fui eu, e o vereador Rui Braga, por inerência das funções, esse sentimento que, era difícil fazer investimentos no Barreiro.
Estas são realidades difíceis de mudar, porque são realidades, eu diria, que estão muito alicerçadas em questões culturais.”

Ligação aos decisores do grande investimento

“Esse processo, é um processo que nos consome muito tempo. Já contei, um ou dois episódios, que são verídicos, de andar aqui de madrugada no Barreiro, com alguns investidores, andarmos por aí, porque há pessoas que não querem vir de dia, porque não se sentiam confortáveis no Barreiro.
Eu lembro, que das primeiras acções que nós tivemos foi receber uma série de Administradores de Hoteis, de Portugal, e não só, ninguém conhecia o Barreiro.
Eles tinham uma ideia do Barreiro, diria, quase caricaturada, de ser uma terra cinzenta, de ser uma terra distante, e, de ser uma terra que não tinha este potencial, que, só quando vieram cá se aperceberam, e, isso, é uma coisa que todos nós conhecemos e damos de barato.
Era muito importante começar a fazer este trabalho, ou, pelo menos, a intensificar fortemente este trabalho, de ligação aos decisores, e, principalmente, aos decisores do grande investimento.”


A partir de 1 de Outubro começou o El Dourado

“Há uma ideia que é completamente errada, mas que percebo que se queira passar, essa, que a partir de 1 de Outubro começou o El Dourado.
Até 1 de Outubro, no Barreiro era tudo muito difícil, a economia era tudo muito difícil, vivíamos a pagar contas, mas, a partir de 1 de Outubro, temos o El Dourado.”

O maior investimento da história

Mas, não deixa de ser verdade que o período da troika marcou a vida das autarquias e o Barreiro era um concelho sem recursos que a troika afectou mais. Esta foi uma Câmara que viveu sempre com orçamentos inflaccionados, isso, com todos os presidentes – comentámos.
“Claro que o período da troika foi difícil. Isso não está em causa. Mas, o período da troika não durou até 1 de Outubro de 2017.
Claro que há períodos. Não há nada na vida que seja uma constante. Tudo é cíclico. Aproveitamos os ciclos bons para nos prepararmos para os ciclos maus. Preparamos os ciclos de investimento para os ciclos onde estamos a investir.
Hoje, no Barreiro, estamos a viver esta realidade, vamos ter investimento.
Neste orçamento de 2019, vamos ter investimento, o maior da história da Câmara Municipal do Barreiro, que é o da aquisição dos novos autocarros”.

Valor acaba por ser menor

Que foi preparado pelo executivo anterior…, comentámos.
“Foi preparado pelo executivo anterior em moldes totalmente diferentes daqueles que se vão passar.
Há muita diferença. É a redução do tempo de pagamento e a retirada do IVA do pagamento, sendo diferente, com um maior esforço de tesouraria.
Não é o montante final. Era para ser pago a dez anos, vai ser pago a oito anos e retirado o IVA, que são uns milhões de euros.
Este é um processo que tem quase que ser gerido com pinças. A questão não está no pagamento total.
O valor acaba por ser menor, porque são pagos menos juros e o esforço anual de tesouraria é maior.”

Câmara criou condições

Se calhar a Câmara agora tem condições que não tinha anteriormente? – interrogámos.
“A Câmara criou condições, que são questões diferentes. Dizer que agora a Câmara tem condições, porque é que tem condições a partir de 22 de Outubro, e, a 21 de Outubro não tinha condições.”

As despesas fixas baixem aos 50% do total de despesa

Que foi feito para criar essas condições? Que houve de bola de cristal ? – perguntámos.
“Não há nenhuma bola de cristal. A Câmara Municipal do Barreiro tem receitas fixas, que são standerizadas, e, tem despesas fixas que são muito standerizadas.
Qual é o grande exercício que temos que fazer – reduzir despesas fixas, para poder libertar essa margem para investimento. Este é um processo gradual.
Nós, para este orçamento de 2019, já com o acréscimo do dispêndio para a Área Metropolitana de Lisboa, por causa da questão do transporte público, que vai passar de 20 mil euros, para 280 mil euros, verba que está incorporado nas despesas fixas da Câmara, vamos reduzir as despesas fixas em 5%.
Esta verba de 5% faz com que as despesas fixas baixem aos 50% do total de despesa da Câmara.
Com isto, há maior eficiência ao nível interno da Câmara.”

Poupança com a iluminação pública

“Há, ainda, outros dois vectores que vão ajudar a diminuir a despesa estrutural da Câmara, que é a despesa fixa com a iluminação pública.
A adjudicação vai à próxima reunião de Câmara, e, vamos ter uma agradável extraordinária surpresa, com o valor da proposta vencedora.
Vamos ter uma surpresa muito grande da partilha com a Câmara da poupança que vai ser feita com a iluminação pública.
Por outro lado, a própria desmaterialização da Câmara, vai criar mais eficiência e redução de custos estruturais.
Aumentar a nossa capacidade de cobrar receita, também é fundamental. Aumentar a nossa capacidade de execução de fundos comunitários, também é fundamental.
Tudo isto, são questões, eu diria, quase, de gestão, que tiveram que ser optimizadas.
Obviamente que o final disto, é menos despesa e mais receita. Para isto não há bolas de cristal, nem há milagres, há gestão.”

Saldo de gerência maior que as verbas transitadas

“O que nós sabemos é que o mundo não mudou, pelo menos para a maior parte das pessoas, para algumas pode ter mudado, desde 22 de Outubro.
Nós ao dia de hoje, temos o dobro da tesouraria, temos menos divida bancária, temos menos divida a fornecedores.
Isto é gestão, não é bola de cristal, não são milagres financeiros que essas coisas não existem, só há milagres quando as pessoas não sabem o que estão a fazer.
E, ainda, conseguir uma coisa que é difícil, mas, estou convencido que vamos atingir este ano, apesar de não ser fácil, que é conseguir fazer uma viragem, que vai dar origem que o saldo de gerência passar a ser maior, que as verbas transitadas, isto, com o aumento da taxa de execução.
E que, quando se empolam as receitas, que é um mal transversal, vai encaixar-se mais despesa, e, assumir compromissos, em receita que não é real, é por isso que depois a execução baixa.”

Orçamento é o compromisso com a população

“O importante é ter um orçamento que seja o nosso compromisso com a população.
Posso orçamentar 600 mil euros em pavimentações, com um orçamento inflacionado, mas quando vamos ver a execução orçamental só estão 300 mil euros.
A gestão tem que ser o oposto disto”, sublinha Frederico Rosa.
Portanto a aposta foi reduzir internamente os custos, aumentar receitas, modernizar os serviços. Estes passos estão prestes a ser alcançados – ~comentámos.
“Esse passo está. Ele continua, não vai parar aqui, mas, diria que este primeiro ano foi decisivo.
E, ainda, no meio de tudo isto, lançar uma série de empreitadas que são decisivas.”

Projecto de desenvolvimento económico «Start XXI»

Este equilíbrio financeiro vai gerar que prioridades de intervenção?
“São as grandes opções do Plano. Este ano, com reforço no associativismo, na parte da Cultura.
Vamos ter um projecto, que para nós vai ser decisivo. O ano 2019 vai ser o ano critico.
Um projecto que tem muito a ver com o desenvolvimento económico, vai ser a aposta que nós chamamos «Start XXI».
O projecto vai incluir a criação de uma «start up» no Barreiro e um Centro de Eventos, que possa atrair para o Barreiro, eventos empresariais, eventos desportivos, eventos culturais, que seja um polo agregador robusto.
Vai funcionar nos terrenos, bem perto do mural do VIHLS, desta forma ganhando os terrenos da Baía do Tejo, como expansão do centro da cidade.
É para aí que estamos a apontar. Estamos a fazer o trabalho há largos meses. Está estudado e com projectos de execução feitos.
Um investimento, que, quando finalizado, será na ordem de um milhão e meio de euros, para a Câmara.”
Acrescentou que, em torno deste projecto, apara além do investimento da autarquia, existirão outros nomeadamente da Baía do Tejo.

Criar uma oferta que o Barreiro não tem

Que significa este projecto enquanto estratégia de cidade? – perguntámos.
“Significa capacidade de reter jovens, capacidade de atrair quem nos queira fazer projectos competitivos, de criar um fluxo para a cidade do Barreiro, ao nível dos mais variados eventos. São estes eventos que, possam haver, que vão dinamizar o comércio local.
Trata-se de criar no Barreiro, de novos pontos de interesse, criar novos sítios de destino, ou seja, este projecto, significa muito mais que apenas uma «star up», ou uma criação, mas, as coisas não podem ser vistas apenas, como se fosse uma bala de prata – isto vai servir para aquilo.
Uma «star up» conjugada com uma arena multiusos de eventos, conjugada com a capacidade de atrair para o Barreiro, uns milhares de pessoas, tudo isto, é criar uma oferta que o Barreiro não tem, hoje, é completamente inexistente”, sublinha o edil.

Uma sala de espectaculos com 900 lugares fechada.

“Temos outras propostas, como por exemplo, voltar a dinamizar a Casa da Cultura da Baía do Tejo. Não podemos ter uma sala de espectaculos com 900 lugares, fechada.
Precisa de obras, precisa de condições, precisa de dinamização, já, há tempos que precisa. Temos que a voltar a dinamizar.” , acrescenta

Requalificação da zona do Armazém de Víveres

“Uma obra fundamental, que já foi assinado o Contrato, para seguir para o Tribunal de Contas, é o projecto do Armazém de Víveres, do Dormitório, e, acima de tudo com a requalificação de toda aquela zona urbanística”, refere Frederico Rosa.

Investidores com os olhos no POLIS

“Temos o projecto da POLIS, que é o desembaraçar de um problema, com vários anos. Isto vai dar um contributo decisivo para a zona de rio. Os procedimentos já estão a ser elaborados.
E, o que sabemos é que, graças a isto, já há muita gente a olhar para os nichos habitacionais para os poder comprar.
Nós, já recebemos investidores, que fazem parte da massa falida, por saberem que a obra vai avançar, estão a olhar para a construção. E, já estávamos habituados a olhar, para ali, como um caso perdido”, refere.

Projecto do Moinho tem efeito contágio

“As intervenções têm sempre um efeito contágio. Isso é muito visível no projecto do Moinho que estava na gaveta.
Ao contrário do que se diz, não estava na gaveta para ser reequacionado, não era por isso que ele estava na gaveta.
Avançou-se com o projecto do Moinho, ao lado estava um armazém, já está a ser reconstruído e reabilitado.
Sabemos que há edifícios que estavam parados. Este sinal que se dá, de reabilitação de um sitio, tem o efeito de contágio.
Nós temos que procurar nesta vertente de acção público e privada, que o investimento público tenha efeito de contágio no investimento privado.
Não tenho dúvidas que, a reactivação do edifício Fenix, para algumas pessoas que estavam a olhar para o Barreiro, para poder investir, foi um sinal muito importante. Não tenho dúvidas, isso, foi já referido, várias vezes, por construtores que não são do Barreiro”.

Barreiro é um sitio de qualidade

A construção está a avançar no Barreiro, pela procura de habitação na margem sul, porque Lisboa está a empurrar as pessoas. Este é o El Dourado que pode ser aproveitado, ou é agarrado ou perde-se..., comentámos.
“Nisso está um momento chave, esse efeito que está a empurrar as pessoas para novas realidades e a margem sul.
Nós sabemos que a maior parte de quem está a construir no Barreiro, não é do Barreiro. E, ou nós temos capacidade de dar resposta, ou não temos.
A capacidade de dar resposta dos serviços da Câmara tem que estar alicerçado, nas ferramentas que a Câmara tem para dar resposta.
A capacidade de repostas que conseguimos dar tem sido positiva, isso, passa a palavra, e, replicam-se investimentos, porque, referem que a experiência foi boa. Isto é uma bola. As pessoas podem investir aqui ou noutro lado, a margem sul não é só o Barreiro. Nós temos é que fazer a nossa parte.
Temos que vender a imagem que o Barreiro é um sitio de qualidade, acima de tudo isso, temos que saber posicionar o Barreiro, que é um sitio com qualidade de vida, com uma variedade de coisas parta se fazer”, sublinha Frederico Rosa.

A nossa conversa continuou. Abordando diversos temas de actualidade da Quinta de Braamcamp, ao Terminal de Contentores, Aeroporto do Montijo.
Fica para uma segunda parte.

S.P.

04.12.2018 - 19:57

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