artes

Setúbal - Teatro Estúdio Fontenova
Estreia «Querida Prisão» n A Gráfica – Centro de Criação Artística
. Dia 22 de Maio

Setúbal - Teatro Estúdio Fontenova<br />
Estreia «Querida Prisão» n A Gráfica – Centro de Criação Artística <br />
. Dia 22 de Maio O Teatro Estúdio Fontenova vai estrear a sua nova criação «Querida Prisão» no dia 22 de Maio, às 21h, n A Gráfica – Centro de Criação Artística em Setúbal, vai estar em cena até dia 31 de Maio, quarta-feira a sábado às 21h e domingos às 16h. E no dia 26 de Maio, terça-feira, às 11h e às 15h sessões para escolas.

Um texto de João M. Mota, Patrícia Paixão, Rafaela Bidarra, Rafaela Alho Silva com Direcção artística Rafaela Bidarra.
O espectáculo nasce da investigação sobre conceitos como memória, natureza, o que nos une e que nos separa. Encontrámos as prisões quer sejam físicas, mentais ou emocionais e damo-nos conta que a história do mundo se repete uma e outra vez como numa espiral sem fim.

sinopse
Querida prisão,
Quando na espiral do tempo a vida acontece, os ecos da luz repetem-se e transformam-se uma e outra vez.
São as memórias que nos mantêm os pés ancora dos ao chão enquanto a cabeça, apontada às estrelas, gira numa espiral a mais de 1670km/h.
O espectáculo nasce da investigação sobre conceitos como memória, natureza, o que nos une e que nos separa. Encontrámos as prisões sejam físicas, mentais ou emocionais e demo-nos conta que a história do mundo se repete uma e outra vez como numa espiral sem fim.
Uma criação colectiva que nasce de improvisações guiadas, tanto a nível físico como textual, que convida o espectador a viajar nesta carta que se escreve à querida prisão interior que cada um leva dentro de si.

Duração aproximada 60 min
Classificação etária M/14

sobre o projecto

“Querida prisão,” é um espectáculo que nasce do projecto “Corpo Colectivo - Corpo Memória - Corpo Terra”. É um espectáculo que remete para esta idea de conexão que existe entre o corpo e a natureza, porque o corpo é natureza. Em macro e micro escala há fenómenos que se repetem constantemente, desde o interior do nosso corpo aos limites do espaço exterior, como uma espiral
infinita que rompe a nossa percepção do tempo.
A memória que nos habita ou as memórias que habitamos são individuais mas também fazem parte da nossa história enquanto seres humanos que habitamos este planeta azul, neste vasto e infinito universo e que nada se perde, nada se ganha mas tudo se transforma. É esta lei universal da física que nos dá a certeza que há muito mais coisas que nos unem, que coisas que nos separam. fotografias: Ana Rodrigues.
É um espectáculo que me remete para a famosa frase de Carl Sagan “O cosmos está dentro de nós. Somos todos pó de estrelas”.
É nesta ideia que se unem uma actriz, uma bailarina e um músico em palco e levam o espectador numa viagem através da espiral infinita do tempo, com uma forte componente física acompanhada de texto original e música ao vivo.

Fotografia - Ana Rodrigues

10.05.2026 - 00:56

Imprimir   imprimir

PUB.

Pesquisar outras notícias no Google

Design: Rostos Design

Fotografia e Textos: Jornal Rostos.

Copyright © 2002-2026 Todos os direitos reservados.