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Deputado e presidente da distrital de Setúbal do PSD
Lamenta que intransigência do sindicato afete estivadores e a economia nacional

Deputado e presidente da distrital de Setúbal do PSD<br />
Lamenta que intransigência do sindicato afete estivadores e a economia nacional“O sindicato mantem uma postura irredutível, inexplicável, não de quem quer encontrar uma solução para o problema, mas de quem quer prejudicar a economia da região, servindo outros interesses que não os dos trabalhadores nem das empresas”, considera o social-democrata.

O deputado e presidente da distrital de Setúbal do PSD, Bruno Vitorino, considera que a intransigência do sindicato está a dificultar a resolução da greve dos estivadores no Porto de Setúbal, pondo em causa a economia nacional.

“O sindicato mantem uma postura irredutível, inexplicável, não de quem quer encontrar uma solução para o problema, mas de quem quer prejudicar a economia da região, servindo outros interesses que não os dos trabalhadores nem das empresas”, considera o social-democrata.

Após a disponibilidade das empresas para tentar encontrar um consenso, a posição do sindicato torna-se “incompreensível”.

A greve dos estivadores no Porto de Setúbal já se arrasta há um mês, e até agora, entre avanços e recuos, ainda não se vislumbra uma solução definitiva.

“Desde a primeira hora o PSD apelou ao diálogo entre todas as partes envolvidas. Manifestámos a nossa preocupação com os impactos para o Porto de Setúbal, para a economia da região e do país”, recorda Bruno Vitorino, condenado ainda a “atitude passiva” do Governo, que só tentou mediar o conflito numa fase tardia do processo.

O social-democrata acrescenta que o PSD foi solidário com os trabalhadores, considerando muito elevado o número de trabalhadores temporários. “Percebemos que é uma área onde terá sempre que existir algum trabalho temporário, não compreendemos são os rácios de trabalhadores efetivos muito reduzidos, não comparáveis com outros portos nacionais”.

Bruno Vitorino afirma que tem que ser encontrada uma solução “o mais rapidamente possível”, pois se isso não acontecer os trabalhadores, o Porto de Setúbal e a economia nacional “sairão bastante prejudicados”.

06.12.2018 - 12:10

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