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Distrital Setúbal do Bloco de Esquerda
Questiona governo sobre ruído provocado pela Metro Sul do Tejo

Distrital Setúbal do Bloco de Esquerda<br />
Questiona governo sobre ruído provocado pela Metro Sul do Tejo O Bloco de Esquerda, através da sua Vereadora Joana Mortágua, em reunião da Câmara Municipal de Almada de 3 de agosto de 2020, questionou o executivo almadense sobre este problema. A Presidente de Câmara, Inês de Medeiros, informou que a autarquia já procurou esclarecimentos junto da administração da Metro transportes do Sul e do Instituto de Mobilidade e Transportes e não obteve qualquer resposta.

No seguimento de inúmeras queixas sobre o ruído provocado pela passagem das composições do MTS/Metro Sul do Tejo, com relatos do incómodo que a vibração e o ruído provocam dentro das habitações que se encontram junto do eixo do metro e no espaço exterior circundante, e da petição pública dirigida à Assembleia da República descrevendo “uma situação insustentável, mesmo após várias queixas junto da empresa MTS - Metro Transportes do Sul e resposta dos mesmos que iriam envidar esforços no sentido de reduzir os impactos do ruído e vibração proveniente dos seus serviços, nada foi feito”, o Bloco de Esquerda questionou os Ministérios das Infraestruturas e Ambiente sobre este problema.

Atendendo que o horário de funcionamento dos serviços do MTS tem início às 5h30 e termina às 2h30, o intervalo de silêncio total é de apenas 3 horas, o que tem consequências preocupantes durante o período de descanso da grande maioria dos munícipes.

O Bloco de Esquerda, através da sua Vereadora Joana Mortágua, em reunião da Câmara Municipal de Almada de 3 de agosto de 2020, questionou o executivo almadense sobre este problema. A Presidente de Câmara, Inês de Medeiros, informou que a autarquia já procurou esclarecimentos junto da administração da Metro transportes do Sul e do Instituto de Mobilidade e Transportes e não obteve qualquer resposta.
Este é um problema importante que afeta a qualidade de vida dos cidadãos. Não é aceitável que a empresa concessionária de um serviço público de transportes e a entidade responsável pela fiscalização não tomem medidas para resolver o problema, ou pelo menos esclareçam a população sobre a causa do ruído.

O Bloco de Esquerda exige saber que medidas serão adotadas pela tutela para garantir que as autarquias e populações serão devidamente esclarecidas sobre a origem do ruído e vibração causados pelo MTS/Metro Sul do Tejo? E que medidas serão adotadas para mitigar os efeitos negativos da passagem das composições do MTS/Metro Sul do Tejo na qualidade de vida das populações?

08.08.2020 - 12:39

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