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Marta Trindade candidata do Chega à Presidência da Câmara Municipal do Barreiro
Urgente Terceira Travessia sobre o Tejo e expansão do Metro Sul do Tejo

Marta Trindade candidata do Chega à Presidência da Câmara Municipal do Barreiro<br />
Urgente Terceira Travessia sobre o Tejo e expansão do Metro Sul do Tejo<br />
“A necessidade de nos ligarmos verdadeiramente à AML é imperiosa, tanto em ligações rodoviárias como ferroviárias. Não vale a pena falarmos de fixação de novas empresas e novas famílias sem antes nos debruçarmos sobre a prioridade máxima para este concelho: MOBILIDADE”, sublinha Marta Trindade.

O jornal «Rostos» convidou um conjunto de personaldiades da vida local para colocarem peguntas aos candidatos à presidência da Câmara Municipal do Barreiro nas próximas eleições autárquicas, que vão realizar-se no próximo dia 26 de Setembro.
Iniciamos hoje a publicação das respostas que vamos recebendo dos candidatos.

A Gestão Metropolitana e o Barreiro

A primeira pergunta, que são um conjunto de perguntas sobre a temática – Barreiro e a Área Metropolitana de Lisboa – foi colocada por Sofia Cabral, ex- vereadora da Câmara Municipal do Barreiro e ex-deputada da Assembleia da República, eleita pelo Partido Socialista.
Eis a pergunta de Sofia Cabral:

As cidades têm vindo a transformar-se, surgem novos e sérios desafios, os tempos mudam. Só não muda o modelo de gestão.
Considera que uma Gestão metropolitana compartilhada poderá ser um caminho a seguir na Área Metropolitana de Lisboa ?
É um novo desafio para a cidade do Barreiro?
Qual deverá ser o posicionamento do município sobre essa assunção de competências de gestão metropolitana ?
Que políticas públicas considera que deveriam ser de Gestão partilhada metropolitana?

Gestão metropolitana compartilhada será bem acolhida

Marta Trindade, candidata do Partido Chega, à Presidência da Câmara Municipal do Barreiro, a propósito das perguntas colocadas refere que - “a gestão metropolitana compartilhada será bem acolhida pela candidatura do Chega ao concelho do Barreiro. Consideramos que o futuro do nosso concelho passa indubitavelmente por uma estratégia conjunta daqueles que são os concelhos que fazem parte do estuário do Tejo.
Foram dados passos no caminho certo com o projeto Arco Ribeirinho Sul, mas que não deixaram de ser isso mesmo, um projeto, considerando que falta proatividade e real vontade dos executivos em colocar as ideias na prática, representando a conjuntura atual, com os apoios vindos da Europa, uma oportunidade sem precedentes para fazer algo em concreto.”

Investimentos têm sido demasiado centralizados na capital

“A gestão conjunta destes concelhos tem um potencial incalculável, desde a alavancagem das zonas industriais, à alavancagem do turismo, onde consideramos que os investimentos têm sido demasiado centralizados na capital quando existem infraestruturas de igual ou superior valor até, neste concelho que esperam há anos por uma atenção igual dos nossos governantes, sublinhando o estado de degradação do Património Identitário do concelho - Ferroviário e Industrial - associado ao valor memória, bem como dos ecossistemas naturais, como alguns exemplos.”, acrescenta Marta Trindade.

Barreiro é predominantemente um local de dormida

“Acresce referir que é unânime o reconhecimento da situação de encruzilhada em que se encontra o Barreiro, e urge lutarmos por estratégias de âmbito nacional que promovam a inclusão da região nas redes de mobilidade e o equilíbrio metropolitano entre as duas margens do Tejo e concelhos contíguos.
O Barreiro é predominantemente um local de dormida para grande parte da população que se dirige todos os dias para Lisboa para trabalhar, sendo que terão que ser revitalizadas infraestruturas e os meios de transporte. É necessário uma gestão ativa entre o poder local e a Soflusa bem como a criação urgente de novas alternativas, nomeadamente a TTT (terceira travessia sobre o Tejo) e a expansão do MST (metro sul do Tejo).”, sublinha a candidata do Chega à presidência da Câmara Municipal do Barreiro.

Prioridade máxima para este concelho: MOBILIDADE.

“Encontramo-nos no extremo da península de Setúbal e ladeados por dois grandes esteiros, o que aumenta o percurso Barreiro-Lisboa em comparação com o percurso direto proposto para a TTT. Esse trajeto feito de barco corresponde a cerca de 10km, pela ponte 25 de Abril é de 45km e pela ponte Vasco da Gama é de 50km. A necessidade de nos ligarmos verdadeiramente à AML é imperiosa, tanto em ligações rodoviárias como ferroviárias. Não vale a pena falarmos de fixação de novas empresas e novas famílias sem antes nos debruçarmos sobre a prioridade máxima para este concelho: MOBILIDADE”, afirma Marta Trindade.

António Sousa Pereira

28.07.2021 - 13:23

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