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Pedro Vasconcelos Almeida jovem socialista do Barreiro
Candidato à liderança da Federação Distrital de Setúbal da JS

Pedro Vasconcelos Almeida jovem socialista do Barreiro<br />
Candidato à liderança da Federação Distrital de Setúbal da JS . JS deve falar dos problemas e das preocupações dos jovens

. Faixa etária dos 18 aos 24 anos se estar a afastar do nosso projeto político

Os jovens socialistas do distrito vão a votos durante o mês de fevereiro para elegerem os novos órgãos federativos do biénio 2022/2023. Sob o signo da Moção “Pela Força das Nossas Ideias”, Pedro Vasconcelos Almeida foi o primeiro a apresentar a sua candidatura à Federação Distrital de Setúbal da Juventude Socialista.

Pedro Vasconcelos Almeida iniciou a sua participação política ativa em 2010, com apenas 15 anos, tendo desempenhado diversas responsabilidades nas estruturas estudantis da Juventude Socialista. Depois disso, foi Presidente da Concelhia do Barreiro durante 4 anos (2015/2019). Atualmente, é Secretário Nacional, Vice-Presidente da Federação de Setúbal da JS e Deputado à Assembleia Municipal do Barreiro, onde é autarca desde 2017.
O jovem socialista do Barreiro, na sua candidatura, conta com o apoio da maioria dos Presidentes de Concelhia do Distrito, nomeadamente de Almada, Seixal, Barreiro, Montijo, Palmela e Santiago do Cacém, bem como de diversos autarcas e dirigentes da JS no distrito de Setúbal.
As eleições serão disputadas já este fim de semana, nas 4 maiores concelhias do distrito – Almada, Barreiro, Seixal e Montijo.

Meu modesto contributo para ajudar a mudar o Mundo

“Desde cedo, me interroguei sobre que regras e princípios deveriam presidir a uma sociedade mais livre, mais justa e mais igual. Sempre tive uma enorme aversão à intolerância para com a diferença e à ideia de que o estatuto e o privilégio poderiam determinar a capacidade de realização de uma pessoa ao longo da sua vida. Por entender que a liberdade tem que ser igual para todos, que cada um deve contribuir justamente para a sociedade como um todo e que todos merecem uma oportunidade na vida, aderi ao ideal social democrata e iniciei a minha participação política na Juventude Socialista.”, sublinhou Pedro Vasconcelos Almeida, quando da apresentação da sua candidatura, acrescentado que foi na – “nesta grande escola que é a Juventude Socialista que me formei enquanto cidadão consciente e empenhado em dar o meu modesto contributo para ajudar a mudar o Mundo.”

Cabe-nos agora provar que esta maioria não foi circunstancial

Pedro Vasconcelos Almeida, refere que a JS é “uma organização pluralista” e também a “maior e a mais representativa organização política de juventude do nosso país.”, com um legado de várias gerações que lutaram por um idealde “progresso social e civilizacional.”
“A maioria conquistada pelo Partido Socialista no passado dia 30 deve ser encarada acima de tudo com muita humildade e sentido de responsabilidade. Convoca-nos também para novos desafios que merecem da nossa parte novas respostas”, refere Pedro Vasconcelos Almeida, acrescentando – “cabe-nos agora provar que esta maioria não foi circunstancial, que esta maioria não ficará socialmente desligada das forças vivas de juventude e dos movimentos sociais.”

Faixa etária dos 18 aos 24 anos se estar a afastar do nosso projeto político

Pedro Vasconcelos Almeida, recordou na sua intervenção, “estudos de opinião realizados nas últimas eleições legislativas que apontam para alguns dados preocupantes relativamente ao facto de a faixa etária dos 18 aos 24 anos se estar a afastar de sobremaneira do nosso projeto político”.
Salienta a dificuldade que “os partidos tradicionais têm em conceber-se como espaços de cidadania em que as pessoas sintam que a sua opinião conta e que as suas ideias fazem efetivamente a diferença e são integradas”.
O candidato á liderança distrital da JS, expressa a sua preocupação pelo facto de “os jovens encararem cada vez mais o Estado Social como um peso morto, como um fardo, e não como um veículo de emancipação material ou como um fator de mobilidade e equilíbrio social”.

JS deve falar dos problemas e das preocupações dos jovens

Nas suas ideias de acção, defende que a JS seja “uma grande escola de formação política mas que, acima de tudo, tenha mais ambição na sua ação política, nomeadamente que consiga falar para fora, para os jovens da nossa geração e do nosso distrito que viram os seus projetos de vida adiados por esta pandemia”
Refere que a JS deve falar dos problemas e das preocupações dos jovens, nomeadamente as dificuldades nos transportes públicos, o não conseguirem emancipar-se da casa dos pais, o não encontram oportunidades de emprego no nosso distrito, ou que o seu concelho fosse mais do que um dormitório suburbano pós-industrial sem investimento e sem emprego.

Jovens que se arrastam durante anos com vínculos precários

Pedro Vasconcelos Almeida, sublinha que a JS deve falar para os jovens que se arrastam durante anos com vínculos precários, para os que não se sentem bem, que precisam de ajuda mas não dispõem de uma rede de cuidados de saúde mental acessível e em proximidade.
“Queremos falar para os jovens que gostavam de participar mais na vida da comunidade a título individual ou através da sua associação juvenil e não conseguem, porque não têm condições para isso”, ou quer “gostavam de ter uma oferta cultural e desportiva diversificada e economicamente acessível no seu concelho”.

Precisamos de uma cultura de mérito dentro da estrutura

“A JS também não é um salão de chá ou um clube de amigos - isso é entrar na negação da política. Temos que saber unir na diversidade, convergir no essencial, sermos unos na ação e respeitar o pluralismo interno da estrutura, desdramatizando as nossas diferenças de opinião. Candidato-me para fazer mais e melhor, mas acima de tudo para fazer diferente. Precisamos de uma cultura de mérito dentro da estrutura em que todos tenham a sua justa oportunidade, se derem a sua justa contribuição.”, afirma Pedro Vasconcelos Almeida.

Onde queiram erguer muros nós quereremos construir pontes

“A JS também tem de ser para aqueles que querem dar um modesto contributo para a sua comunidade e para o seu país. Onde outros queiram erguer muros e cavar trincheiras, nós quereremos construir pontes, assim as queiram construir connosco.
O socialismo democrático continua a ser a grande plataforma de convergência e de diálogo das esquerdas em Portugal.” , sublinha Pedro Vasconcelos Almeida.

16.02.2022 - 16:25

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