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Teresa Morais cabeça de lista da Aliança Democrática em Setúbal
«Os problemas do distrito de Setúbal têm uma profunda marca da esquerda»

Teresa Morais cabeça de lista da Aliança Democrática em Setúbal<br />
«Os problemas do distrito de Setúbal têm uma profunda marca da esquerda» A cabeça de lista da Aliança Democrática (AD) pelo círculo eleitoral de Setúbal, Teresa Morais, defendeu ontem que “os problemas do distrito de Setúbal têm uma profunda marca da esquerda, paralisada e paralisante, que não faz e não deixa fazer, e que este estado de coisas vai ter de mudar”.

Perante uma sala cheia, com 200 pessoas, no Hotel Esperança, em Setúbal, na apresentação da lista da AD às legislativas de 10 de março, a candidata começou por dizer que Setúbal é “um distrito onde o domínio da esquerda não resolveu, nem no passado remoto, nem no passado recente, nenhum dos problemas mais angustiantes das pessoas”.

Na sua intervenção, Teresa Morais destacou a área da Saúde, Segurança, Habitação, entre outras, onde não se viu qualquer impacto positivo da governação socialista.

Na Saúde recordou a “expressão gravíssima” no distrito do “caos que se vive no Serviço Nacional de Saúde”. E deu alguns exemplos: no encerramento das urgências pediátricas em vários hospitais do distrito, no plano de funcionamento da escala intermitente das urgências, no encerramento de maternidades, ou no seu funcionamento alternado, na falta de médicos de família, meios de diagnóstico, nos elevadíssimos tempos de espera quer para consultas, quer para cirurgias, em várias especialidades.

“A angústia que isto provoca nas famílias é absolutamente insuportável”, argumentou a candidata, deixando uma pergunta com uma conclusão óbvia: “Que impacto positivo teve a governação socialista na área da Saúde do distrito de Setúbal? Eu não encontro nenhum”.

O tema da segurança também mereceu particular atenção da cabeça de lista da AD por Setúbal, sinalizando a sua grande preocupação, face aos números do último relatório anual de segurança interna (RASI), referente a 2022, nomeadamente, o aumento “assustador” dos números sobre o crime de violência doméstica (mais 17, 3 por cento face a 2021).

A candidata considerou também que “os efetivos são escassos para o número de ocorrências a que são chamados e para fazerem um mais eficaz patrulhamento do território, pelo menos no caso da GNR, e a degradação das instalações em que trabalha a PSP nos vários concelhos do distrito e, desde logo, o seu comando distrital em Setúbal, obrigam os profissionais a operar em condições indignas”.

Na habitação Teresa Morais recordou as promessas falhadas do governo socialista e deixou mais uma pergunta: “Como é que é possível governos de esquerda, como aqueles que nos governaram 22 em 29 anos, e câmaras municipais dominadas pela esquerda há décadas, não tenham sido capazes de erradicar as barracas no distrito de Setúbal?”

A cabeça de lista fechou a sua intervenção com a garantia de que a campanha da AD será centrada nas pessoas e nos seus problemas e que a Aliança Democrática é a única alternativa credível e de confiança.

A apresentação da lista candidata pela AD em Setúbal contou com a presença de Paulo Rangel, vice-presidente do PSD, que fez um discurso focado no Estado que está a falhar em todas as áreas, responsabilizando o PS. “Os nossos compatriotas, as nossas compatriotas, sentem que o Estado não os protege, que não os defende”, defendeu o vice-presidente do PSD, apontando as falhas nas politicas sociais dos socialistas na Saúde, Habitação e Educação.

E não deixou de sinalizar os protestos, tanto de forças de segurança, como dos agricultores, para reforçar a sua análise: “Os fundamentos das nossas sociedades foram abalados por este Partido Socialista, neste aspeto: setores fundamentais estão num descontentamento inédito”.

“O país precisa de nós”, concluiu Paulo Rangel, confiante no resultado eleitoral da Aliança da Democrática.

Na cerimónia, a vice-presidente do CDS-PP, e candidata pela lista da AD por Setúbal, Ana Clara Birrento, fez um discurso virado para as causas da Aliança Democrática e das provas dadas pelos dois partidos, com a convicção de que esta “é a hora de voltar a sentar no Parlamento políticos com uma visão humanista para quem os problemas como a saúde, a educação, a mobilidade, a segurança, a habitação, são a razão de ser do seu combate em prol do distrito de Setúbal”.

No dia 10 de março, “a decisão será entre a Aliança Democrática e o PS”, afirmou Ana Clara Birrento.


Fonte - PSD

03.02.2024 - 12:28

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