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Distrital de Setúbal do Bloco de Esquerda contra encerramento>
da Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital do Barreiro

Distrital de Setúbal do Bloco de Esquerda contra encerramento><br>
da Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital do Barreiro "Ao encerrar este serviço essencial num equipamento hospitalar de excelência no concelho do Barreiro, o Governo obriga ao encaminhamento de utentes e grávidas para outras unidades, sobrecarregando ainda mais o Hospital Garcia de Orta, que já enfrenta graves problemas de falta de meios, de profissionais e de sobrelotação.", afirma a Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Setúbal.

A Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda em Setúbal condena veementemente a decisão do Governo de Luís Montenegro, suportado pela coligação PSD/CDS-PP, de encerrar definitivamente o serviço de urgência de obstetrícia e ginecologia do Hospital de Nossa Senhora do Rosário, integrado na Unidade Local de Saúde do Arco Ribeirinho (ULSAR), que abrange os concelhos do
Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete.

Encerramento não é inevitabilidade, é o resultado de uma opção política

"Esta decisão representa um ataque direto ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) e às populações da região. A ULSAR serve diretamente cerca de 200 mil habitantes, mas o impacto deste encerramento estende-se a toda a Península de Setúbal, agravando as carências já sentidas na rede de cuidados hospitalares da região.", afirma o BE
O Bloco de Esquerda denuncia este encerramento não como uma inevitabilidade, mas como o resultado de uma opção política deliberada de depauperamento e desinvestimento no SNS.

É urgente pôr fim a esta situação insustentável

Para o BE, "esta situação acarreta riscos injustificáveis e transtornos graves que não podem ser menorizados. É inaceitável que se coloque em causa a segurança e o acompanhamento das mulheres grávidas e dos recém-nascidos, submetendo-os a deslocações forçadas e a tempos de espera incomportáveis. Face à gravidade da situação, o Bloco de Esquerda exige que o Governo e as entidades competentes revertam esta decisão de imediato. É urgente pôr fim a esta situação insustentável e garantir o direito da população do Arco Ribeirinho e da Península de Setúbal a cuidados de saúde de proximidade e com qualidade".

26.02.2026 - 17:32

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