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BARREIRO - TEMAS DA VIDA LOCAL - Taxa Ocupação Subsolo>
«Câmara Municipal do Barreiro tem responsabilidade essencial»
afirma Gonçalo Nuno Camacho, Vereador do CHEGA
A Taxa de Ocupação do Subsolo, que aparece na factura do gás natural dos barreirenses, é mais uma situação em que os cidadãos confiantes das instituições não se aparecem de imediato. A empresa apresenta a factura, é verdade. A verba tem como destino a Câmara Municipal do Barreiro Instituição.
Esta não é uma questão que possa ser simplesmente empurrada para cima da empresa fornecedora de gás. A Câmara Municipal do Barreiro tem responsabilidade essencial, política, de boa-fé, nesta matéria.
Num momento em que as famílias enfrentam aumentos sucessivos no custo de vida, na alimentação, na habitação, nos combustíveis, na energia e nos serviços essenciais, qualquer encargo adicional pesa. Para alguns é pouco, mas para muitas famílias cada euro conta. E quando falamos de uma taxa que aparece todos os meses na factura, estamos a falar de mais um custo fixo, de mais uma cobrança, de mais uma pressão sobre quem já vive sufocado.
O CHEGA tem uma posição muito clara, estaremos sempre contra tudo aquilo que represente um aumento de custos para as famílias barreirenses. Não aceitamos que, sempre que é preciso arrecadar receita, se vá buscar mais dinheiro ao bolso dos mesmos de sempre: os trabalhadores, os pensionistas, os comerciantes e as famílias que todos os meses fazem contas para conseguir cumprir com as suas obrigações.
Da mesma forma que somos contra esta cobrança, também fomos e continuaremos a ser contra o novo regulamento da água, as novas tarifas e todas as normas que venham a significar um aumento pesado da factura da água no Barreiro. Para nós, a questão é simples: não se pode continuar a sobrecarregar as famílias com novos encargos, seja no gás, seja na água, seja em qualquer outro serviço essencial.
É evidente que a utilização do subsolo por empresas deve ser regulada. Mas uma coisa é regular e cobrar às entidades que utilizam o espaço público para desenvolver a sua actividade económica; outra coisa, bem diferente, é permitir que esses custos acabem por ser refletidos na factura das famílias. No fim, quem paga não é uma grande empresa. Quem paga é o barreirense comum, é a família que chega a casa e abre a factura do gás.
O Barreiro precisa de uma política municipal amiga das famílias, mais sensível à realidade económica das pessoas e menos dependente de taxas, taxinhas e encargos escondidos nas facturas. Quem governa tem de perceber que o dinheiro dos cidadãos é limitado e que as famílias não podem continuar a ser tratadas como uma fonte permanente de receita, abusivamente cobrada.
Como tal, os barreirenses podem contar com o CHEGA para estar atento, para questionar, para exigir respostas e para defender sempre as famílias do nosso concelho. Estaremos sempre do lado de quem trabalha, de quem paga, de quem cumpre e de quem já suporta demasiados custos no seu dia a dia.
Gonçalo Nuno Camacho>
Vereador do CHEGA na Câmara Municipal do Barreiro
12.05.2026 - 16:32
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