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Nova liderança na Distrital de Setúbal da JS
Defende medidas de combate à especulação imobiliária
.Criação de redes públicas de jovens explicadores

Nova liderança na Distrital de Setúbal da JS<br>
Defende medidas de combate à especulação imobiliária<br>
.Criação de redes públicas de jovens explicadores . Diogo Vintém eleito Presidente da Federação de Setúbal da Juventude Socialista.
Realizou-se no sábado, dia 9 de maio de 2026, na Escola Secundária Sebastião da Gama, em Setúbal, o XX Congresso da Federação de Setúbal da Juventude Socialista.

O Congresso decorreu na sequência de deliberação do Secretariado Nacional da JS, que determinou a sua repetição e nomeou uma nova Comissão Organizadora para o efeito, encabeçada por Luís Miranda da Silva (Presidente da Federação de Braga da JS e membro do Secretariado Nacional) e composta exclusivamente por membros do Secretariado Nacional da JS, entre eles os Secretários-Gerais Adjuntos, André Abraão e João Pedro Meira.

Diogo Vintém eleito Presidente da Federação de Setúbal da Juventude Socialista

O Congresso procedeu à eleição dos novos órgãos da Federação de Setúbal da JS. A Moção Global de Estratégia vencedora foi «Por uma JS Autónoma», liderada por Diogo Henrique
Vieira Vintém, que foi eleito Presidente da Federação. Diogo Vintém é Diretor do Jovem Socialista, membro da Comissão Política Nacional do PS e líder da bancada socialista na Assembleia Municipal do Montijo.
Foram ainda eleitos Ana Vitorino (autarca, presidente da JS Setúbal e Secretária Nacional da JS) como Presidente da Mesa da Comissão Política Federativa, Rodrigo Marques (Presidente da Mesa da Comissão Política Concelhia do Barreiro da JS e membro da Comissão Nacional de Jurisdição) como Presidente da Comissão Federativa de Jurisdição; e os representantes da JS na Comissão Política da Federação do PS, numa lista encabeçada por Andreia Tavares (membro da Comissão Nacional da JS).

Moção defende medidas de combate à especulação imobiliária, apoios diretos aos estudantes e promoção da literacia política

No que respeita às políticas de habitação, a Moção defende que o direito constitucional a uma habitação digna, no atual contexto de hiperinflação, nunca poderá ser concretizado apenas por via da oferta pública, tornando-se indispensável a intervenção no mercado privado. Por isso a Moção defende medidas de combate à especulação de imóveis devolutos, através da aplicação de penalizações que tornem economicamente desvantajoso manter o imóvel vazio indefinidamente, bem como a criação de Bancos Municipais de Casas Devolutas para colocar imóveis devolutos em arrendamento acessível.

Criação de redes públicas de «jovens explicadores»

Ao nível das políticas de educação, a Moção defende apoios diretos dos municípios para comparticipação de despesas essenciais como material escolar, transportes, alimentação ou propinas. A Moção defende ainda a criação de redes públicas de “jovens explicadores”.

14.05.2026 - 16:40

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