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“PCP não reconhece legitimidade moral aos que o renegaram”

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“PCP não reconhece legitimidade moral aos que o renegaram”“O PCP defende e incentiva, as mais das vezes isoladas no contexto partidário português, as iniciativas, os movimentos e as organizações populares. Contudo, nunca o PCP se eximiu à sua responsabilidade, enquanto Partido de classe, com a sua identidade ideológica e os seus princípios, a valorar os propósitos, explícitos ou encapotados, de qualquer movimento. É que o rótulo “movimento de cidadãos” não constitui por si qualquer tipo de caução – afinal, tão cidadão era o antifascista, como o bufo que o denunciava.” – refere em comunicado o Executivo da Comissão Concelhia da Moita do Partido Comunista Português.

Divulgamos o texto integral do comunicado enviado pelo Executivo da Comissão Concelhia da Moita do Partido Comunista Português:


LIÇÕES (I)MORAIS

O Sr. António Ângelo solicitou à Comissão Concelhia do PCP uma reunião, que se veio a realizar no passado dia 5 de Julho, onde compareceu com quatro acompanhantes.
O Sr. António Ângelo entregou-se à habitual diatribe contra... o Plano Director Municipal, a Câmara, os autarcas, enfim, contra (quase) tudo e (quase) todos, concluindo com uma colecção de “recomendações” / “recados” ao PCP.
Alguns dias depois revela-se o real propósito da reunião, na publicação de um escrito em “O Rio” onde o Sr. António Ângelo se dedica a “relatar” a dita, conforme a sua conveniência, e sem que o jornal se tenha preocupado no esclarecimento da outra parte, neste caso o PCP.
O Executivo da Comissão Concelhia do PCP considera que deve aos incautos leitores de tal peça os seguintes esclarecimentos:

- A “acta” que o Sr. António Ângelo fez publicar em “O Rio” enferma da notória falta de honestidade intelectual que vem demonstrando. Não passa de um pretexto para a reprodução do chorrilho de falseamento de factos, puras invenções, injúrias e dislates que têm servido de base à campanha feroz que está a ser conduzida contra a gestão municipal, os autarcas comunistas e o PCP e a CDU.

- O custo desta campanha é pago em última análise pela população do Concelho, pois o que está verdadeiramente em causa é bloquear o progresso e o desenvolvimento do Concelho.

- O PCP não reconhece legitimidade moral aos que o renegaram para nos darem quaisquer lições – seriam verdadeiramente lições imorais.

- O PCP defende e incentiva, as mais das vezes isoladas no contexto partidário português, as iniciativas, os movimentos e as organizações populares. Contudo, nunca o PCP se eximiu à sua responsabilidade, enquanto Partido de classe, com a sua identidade ideológica e os seus princípios, a valorar os propósitos, explícitos ou encapotados, de qualquer movimento. É que o rótulo “movimento de cidadãos” não constitui por si qualquer tipo de caução – afinal, tão cidadão era o antifascista, como o bufo que o denunciava.

- O PCP reafirma o seu entendimento de que, através da utilização de preocupações e aspirações legítimas de alguns munícipes, se está a promover uma campanha que pretende impor, por todos os meios a que consiga deitar mão, a não concretização das propostas do Programa Eleitoral da CDU que foram maioritariamente aprovadas pela população do Concelho.

- O PCP vê em alguns dos participantes desta campanha um iniludível vezo antidemocrático, explícito na busca de conseguir a imposição dos seus interesses e opiniões particulares.
A reunião decorreu, pensava-se, em ambiente de respeito e de civismo exemplares, mas afinal, com o escrito em “O Rio”, verificou-se que o cinismo e a traição imperaram.

O Executivo da Comissão Concelhia da Moita do Partido Comunista Português

30.7.2007 - 13:01

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