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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 18 de Outubro 2017
Por Maria Helena


A(nota)mentos
Kira – um artista com o Barreiro escrito no seu sangue


Rosto da Semana – Barreiro
Augusto Sousa – um exemplo do fazer cidadania


Por dentro dos dias - Barreiro
“Felizmente há luar”!


Inferências - Barreiro
A afirmação do «bloco central» da região de Setúbal


COLUNISTAS
Vigiar e intervir antes de ser tarde demais!
Por Nuno Banza
Barreiro


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Por Nuno Santa Clara
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AUTARQUIAS e CONTABILIDADE DE CUSTOS
por José Caria
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Sobre maiorias e nem tanto
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Barreiro


Notas soltas
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Barreiro


Baixa da Banheira, uma questão de memória
Por Nuno Miguel Fialho Cavaco
Moita


BASTIDORES
PSD Barreiro
Retira propaganda eleitoral


Continuar a intervir pelas aspirações dos trabalhadores e do povo do Barreiro
Resultados eleitorais verificados não reduzem a determinação do P


CDU vence as eleições autárquicas em todas as autarquias do Concelho da Moita
Merecendo uma vez mais a confiança do povo do nosso concelho


Situação da EMEF no Barreiro
PCP questionou Governo


Bloco de Esquerda nas Autárquicas no Concelho da Moita
Aumentou número de votos em todos os órgãos autárquicos e autarcas eleitos


Concelhia do Barreiro do Bloco de Esquerda
«Subiu a votação quer em número de votos, quer em termos percentuais»


Construir um melhor Barreiro em conjunto com todos quantos queiram colaborar neste objetivo.
Move-nos a ambição de dar futuro à terra que amamo


Com a vitória do PS o distrito de Setúbal
Ganhou condições para afirmar-se como um distrito moderno e cosmopolita


CDU é a força mais votada na Região de Setúbal
sublinha a Organização Regional de Setúbal do PCP


CDS Barreiro apela ao entendimento no futuro executivo camarário
De forma à obtenção de uma solução estável e promotora do crescimento


ENTREVISTA
Dois jovens de Huelva para o Barreiro
«Nós nos enamorámos pelo Barreiro»



AS EMPRESAS
Setúbal - Diversas empresas e instituições da região marcam presença
Mostra de Oportunidades de Emprego e Empreendedorismo


Palmela - Porto de Setúbal já exporta novo modelo da Volkswagen
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Seixal - Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas
Propõe 18 medidas para Orçamento de Estado 2018


No Museu Industrial da Baía do Tejo - Barreiro
Meeting de Manutenção Industrial


DESPORTO
Moita - 1º Passeio de BTT CRI/abreOLHOS
Inscrições estão abertas


Um regresso de equipas do Barreiro a competições internacionais
GDESSA nas competições europeias de clubes


A 1ª Regata de Remo de Mar no Barreiro no Clube Naval Barreirense
4ª Etapa do Circuito Nacional de Remo de Mar - Fundação do Desporto - 2017


Clube de Vela do Barreiro
Maria Tavares termina no 4º lugar da geral (3º feminino) no Nacional de Iniciados


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Setúbal - O «bispo vermelho» esteve quando foi necessário «no lado certo da história»
D. Manuel Martins «fica para sempre na memória de todos o


»Regina Janeiro - Aprendi tanto que o Barreiro tinha para me ensinar»
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Barreiro - Duas turmas do 2º ano da Escola Básica Telha Nova 1 colocaram a ‘mão na massa’
«Cozinhar a Brincar» na Escola


Barreiro - «A Escola Somos Todos Nós 2017/18»
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Semana dedicada ao empreendedorismo no Politécnico de Setúbal
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Setúbal - IPS recebe 24.º Congresso Internacional de Animação Sociocultural
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Divulgação dos recursos educativos disponibilizados pelo Município da Moita
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«Obrigado, por tudo o que fez pelo Barreiro»
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O «Hino da SFAL» tocado por três bandas foi vivido com muita emoção


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MOLDURA
Casos de Policia na Península de Setúbal
No Seixal detido individuo pelo crime de resistência e coacção sobre elemento Policial.


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Resgate de praticantes de parapente em Sesimbra
O praticante caíu na água.


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Mário Soares, um Presidente Ambientalista!
Por Nuno Banza
Barreiro

Mário Soares, um Presidente Ambientalista!<br />
Por Nuno Banza<br />
BarreiroE quando o país real mostrou ao Dr. Soares os rios e ribeiros inundados em esgoto bruto e de cheiro nauseabundo, ou as lixeiras a céu aberto nas traseiras das encostas dos arrabaldes das vilas e cidades, o Dr. Soares não ficou indiferente!

Muitas histórias se contarão a partir de hoje sobre as caraterísticas políticas do Dr. Mário Soares, que para alguns serão sempre defeitos e para outros, qualidades! Lutas políticas, decisões económicas e geoestratégicas, nacionais, europeias, lusófonas e internacionais! Haverá certamente escolhas para todos os gostos.
Dessas lutas, haverá muito quem possa (e deva…) escrever com propriedade, tantos foram os co-protagonistas desses episódios que com ele ajudaram a escrever a história recente de Portugal, onde eu simplesmente não estou incluído.
Porém, ainda que hoje a linha editorial das notícias que nos chegam diariamente, inclua em permanência algumas novas sobre ambiente, sustentabilidade, alterações climáticas e emissões de gases com efeito de estufa, a verdade é que nem sempre foi assim!

Nos já idos anos 90 do século passado, ao tempo em que os ambientalistas eram conhecidos por serem uns putos mal-educados e contestatários do desenvolvimento, e o recentemente criado Ministério do Ambiente era rotulado como o Ministério do Não, tantas eram as recusas em deixar destruir o que restava de espécies e habitats por esse país fora e que empatavam o progresso, o Dr. Mário Soares exercia o seu segundo mandato como Presidente da República. E eu que não me achava assim tão mal-educado, era um dos putos que colaborava ativamente no movimento ambientalista, à altura, na Associação ALMARGEM, no Algarve.

Numa decisão até então inédita na área do ambiente, o Dr. Mário Soares inicia em 1994 uma presidência aberta – uma inovação não mais abandonada pelos seus sucessores – dedicada precisamente ao ambiente!
Conhecido que ficou como o presidente mais viajado de sempre – já se percebeu que o Dr. Marcelo ficará conhecido por um outro feito, o de acrescentar a palavra “Marselfie” ao nosso léxico, já que no fim do mandato dificilmente haverá um português que não tenha tirado uma “Marselfie” – tal predileção do Dr. Mário Soares pelas viagens teve seguimento não apenas fora de portas, mas também no país real!
E quando o país real mostrou ao Dr. Soares os rios e ribeiros inundados em esgoto bruto e de cheiro nauseabundo, ou as lixeiras a céu aberto nas traseiras das encostas dos arrabaldes das vilas e cidades, o Dr. Soares não ficou indiferente!

Fez-se acompanhar de Governantes, deu muito trabalho de escrita aos assessores políticos que se desdobravam em missivas com pedidos de esclarecimento e mensagens ao Governo e ouviu de forma atenta e consequente muitos gritos de medo e desespero, dos muitos que penavam diariamente com o lado negro que os arautos do desenvolvimento teimavam em esconder e, quando não o conseguiam, explicavam como os custos inevitáveis do progresso e da garantia de emprego!
Deu-se o curioso caso de ter tido a oportunidade de acompanhar a visita que o Dr. Mário Soares fez questão de incluir nessa presidência aberta de 1994, ao Parque Natural da Ria Formosa, mais precisamente às ilhas-barreira da Culatra e do Farol (que sendo fisicamente a mesma formação geológica, um perímetro militar separava em dois núcleos distintos).

Nessa visita, foram muitos os depoimentos de habitantes a relatar o desespero de sentirem o estalar das suas casas, aquando da realização da periódica e imemorial atividade militar de rebentamento das munições obsoletas, incluída nas atividades de formação que todos os anos eram realizadas ao largo da ilha, usualmente em pleno mês de agosto! A esta descrição acompanhada da demonstração de paredes, tetos e telhados repletos de fissuras, em que algumas comportavam a entrada da mão humana, juntaram-se as descrições dos pescadores que tentavam ilustrar diga-se, com muito mais dificuldade, o deserto em que se transformavam as águas, nas quais não se pescava um só peixe nas semanas seguintes a tais rebentamentos! Tudo isto arrancava do semblante já carregado do Dr. Soares, uma reação de espanto e descrença que não o deixaria ficar indiferente!
Sem o frenesim dos diretos “online” e redes sociais que hoje nos dão conta ao minuto, do que pensam os políticos, quase mesmo antes de os próprios terem tempo de elaborar sobre algumas ideias que partilham – só isso explica algumas partilhas verdadeiramente épicas – passaram-se muitos meses até que se ouvisse de novo falar sobre este episódio que tinha visivelmente perturbado o Presidente da República!

Perigosamente mais cedo que o habitual, um alarme soa estrondosamente no Parque Natural da Ria Formosa! A atividade de rebentamento de munições obsoletas que tinha indisposto o Dr. Mário Soares, e sobre a qual se veio a saber que tinha dado nota vincada às instâncias militares responsáveis, tinha sido antecipada. Em vez de se realizar em agosto, em plena época balnear, estava agora prevista para se realizar em junho, na mais sensível época de nidificação das muitas aves que ocupavam o espaço deserto entre o Farol e os Hangares, e que em junho, teriam nos ninhos os seus juvenis ainda demasiado jovens e pouco desenvolvidos para poderem empreender qualquer reação de fuga e defesa! Era uma decisão estranha, sobretudo porque parecia dar cumprimento a uma vontade, mas que protegia aqueles que menos precisavam, os veraneantes, ao mesmo tempo que impunha de novo o sofrimento das populações, a que o Presidente não havia ficado indiferente!

Esgotados que estavam os canais diplomáticos e administrativos entre a hierarquia do Parque Natural, do Instituto que o tutelava e os responsáveis políticos que haviam recebido dos militares a resposta que tal alteração ia ao encontro duma vontade expressa pelo Sr. Presidente da República, subsistiu a indignação de alguns funcionários mais bem informados, que à revelia da sua estrutura de comando, deixariam verter o assunto para a comunicação social.

Sucedem-se as perguntas dos jornalistas aos ambientalistas, tendo na altura respondido que simplesmente não acreditava que esta decisão tivesse origem numa vontade do Dr. Mário Soares, duvidando mesmo que tal fosse sequer do seu conhecimento, tão presente que tinha ficado na minha memoria a sua indignação face aos testemunhos das populações do Farol e da Culatra.
Com data de início marcada para o último dia do mês de junho de 1995, o exercício militar de rebentamento das munições ao largo do Farol e Culatra, mobilizou um conjunto de voluntários da Associação ALMARGEM, que alinhavaram um comunicado de imprensa e pintaram uma faixa de protesto para contestar no local, bem cedo, aquilo que nos parecia ser uma decisão inaceitável, mas que a mim particularmente me indignava!

A manhã rompeu silenciosa na ilha e o correr do dia não trouxe a confirmação da realização dos rebentamentos! A faixa estrategicamente colocada na vedação do perímetro militar não resistiu à primeira passagem do Zebro da patrulha de militares, mas nós mantivemos as nossas posições até perto da hora do almoço! Numa chamada telefónica de um café da ilha para um jornalista conhecido, somos informados que os militares negavam o exercício e que da Presidência da República não falavam sobre o assunto. As noticias da hora de almoço davam conta do protesto, mas as primeiras declarações dos responsáveis eram evasivas e contraditórias. Desmobilizámos e voltámos à sede da Associação.

Num ato de atrevimento próprio da juventude, decidimos telefonar para o contacto que tínhamos da Presidência da República, que nos havia sido deixado no ano anterior aquando da realização da presidência aberta para o ambiente que havíamos acompanhado. O assessor responsável pela área do ambiente, que amavelmente nos atendeu o telefone, à nossa expressão efusiva de indignação e perplexidade, respondeu de forma simpática e firme que o Sr. Presidente tinha tomado boa nota do problema que tinha constatado no local e que tinha transmitido a quem de direito que tais ocorrências eram inaceitáveis. Pelo que estava certo que tal não voltaria a ocorrer. Agradecemos e ficámos expectantes!

As notícias do jornal da noite eram já claras e firmes, os militares transmitiram a decisão de que não mais voltariam a realizar rebentamentos de munições obsoletas, qualquer que fosse a altura do ano! Nem em junho, nem em agosto!
Nunca falei com o Dr. Mário Soares! Nem sobre este nem sobre nenhum outro assunto! Pedalei mais tarde ao seu lado numa sua passagem por uma ação da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta!
Mas guardo dele esta boa memória e acredito que foi, de facto, um político que colocou o ambiente nas suas prioridades! Portugal ganhou com isso! Eu pelo menos, devo-lhe um obrigado!

Nuno Banza

08.01.2017 - 00:38
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comentários

nome: Marco Candeias
comentario: A destacar a intervenção do Dr. Mário Soares nas questões ambientais, há, entre outras, a destacar a atribuição do prémio ambiente pela QUERCUS (penso que o título era este), num jantar comemorativo, no qual tive o prazer de participar no já inexistente restaurante O Beco, em Setúbal, que contou com a presença do próprio Dr. Mário Soares, como um dos homenageados.

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