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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 25 de Fevereiro 2018
Por Maria Helena


A(nota)mentos
Discussão politica no Barreiro ao nível de quem discute um «jogo de futebol»


A(nota)mentos - Barreiro
Entre a culpa, a azia e a falta de civismo


Inferências
O Barreiro tem que sair do gueto


Barreiro –Por dentro dos dias
Construtores de solidariedade


Barreiro / Moita - Associativismo e Comunicação
Valorizar as dinâmicas de comunicação na vida associatva


COLUNISTAS
Armas e mãos
Por Nuno Santa Clara
Barreiro


«Me Too», Assédio e oportunismo
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


Ano Europeu do Património Cultural 2018
Por José Caria
Montijo


Interesses há muitos, o nacional é que é só um!
Falamos de aeroportos e não de chapéus …
Por Nuno Cavaco
Moita


Disco virado. E a música?
Por Jorge Fagundes
Barreiro


Desculpem lá!
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


Vigiar e intervir antes de ser tarde demais!
Por Nuno Banza
Barreiro


BASTIDORES
Barreiro - Seixal - Montijo
Não há dia em que não haja problemas para atravessar o rio de barco
PCP elenca medidas necessárias a tomar no imed


Moita - Propostas do Partido Socialista foram chumbadas
Construção de um bloco sanitário junto ao Cais da Moita


Moita - Bloco de Esquerda iniciou em Alhos Vedros «Roteiro de Freguesias»
Foi dada especial atenção à degradação e reabilitação urbana


Barreiro - Plano Diretor para a Quinta dos Fidalguinhos
PSD quer aprovado um plano de intervenção para a Quinta dos Fidalguinhos


Programas de incentivo e apoio a criação de emprego próprio
«Algo que nunca foi feito no Barreiro» afirma Bruno Vitorino


JSD Barreiro conseguiu que a Câmara Municipal instalasse
Equipamento de Street Workout na cidade


CONVERSAS DE 2 MINUTOS
Barreiro - Sara Ferreira, vereadora responsável pela área dos assuntos sociais
Temos que estabelecer parcerias com todas as instituições de solida


AS EMPRESAS
Barreiro - Baía do Tejo em Moscovo
Conferência na ProdExpo 2018 e assinatura de três protocolos e um memorando de entendimento


DESPORTO
Torneios de Xadrez do Barreiro
20º Circuito de 25 fevereiro a 17 de junho


Quinta dos Lombos defronta o GDESSA Barreiro
Quartos-de-final da Taça de Portugal Feminina em Coimbra


Passeio Informal no Barreiro em BTT
Passeio com cerca de 30Km de baixa dificuldade física e técnica


Na SIRB «Os Penicheiros» - Barreiro
JVC Wrestling Academy comemora seu primeiro aniversário


Torneios de Xadrez do Barreiro
20º Circuito de 25 fevereiro a 17 de junho


Clube Naval Barreirense - Barreiro
Presença positiva no Campeonato Nacional de Remo Indoor


AS ESCOLAS
Setúbal - Enfermagem da ESS/IPS entre os 30 cursos com maior empregabilidade
12.º lugar na lista das licenciaturas com mais saídas profissiona


Escola Técnica Profissional da Moita
#INFORMA-TE!


Barreiro - Agrupamento de Escolas de Santo António «Marca a Diferença»
Este é o lema do Projeto Educativo do nosso Agrupamento


REPORTAGEM
TCB uma marca do Barreiro comemoram 61º aniversário
Um serviço que os barreirenses muito se orgulham
. Vai mudar o paradigma dos TCB


Barreiro - GDR «Os Leças» comemora 92 anos de vida
Com os olhos postos num terreno onde quer construir futuro


Clube de Fotógrafos do Barreiro quatro anos a viver uma «paixão comum»
CMB vai fotografar o património industrial do Barreiro


Barreiro – Intercultural, da solidariedade e da inclusão
Despertar os mais novos para a solidariedade


Rotary Club do Barreiro
Carlos Humberto distinguido como «Sócio Honorário»


Dia Mundial da Luta Contra o Cancro» no Barreiro
«Não se deve tomar medicamentos pelo Drº Google»


«O Barreiro são as pessoas e sem as pessoas nada se faz»
Movimento Associativo torna-nos únicos


António Proença «Profissional do Ano» do Rotary Club da Moita
«Os casos de sucesso constroem-se»


Protecção Civil no Distrito de Setúbal
Foi um tempo marcante no meu percurso profissional


Barreiro - Um musical para todas as idades
Um convite a mergulhar por dentro da imaginação


MOLDURA
Equipa da Diabetes Pediátrica do Centro Hospitalar Barreiro Montijo
VIII Encontro «A Escola e a Diabetes Mellitus Tipo 1»


Qualificar o Barreiro ao nível das competências das TIC
Formação Gratuita


Barreiro - Ateliê «Artistas a Brincar»
Inscrições abertas


Construção do Centro de Saúde do Alto Seixalinho - Barreiro
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos vai lançar uma Petição


Paróquia de Santa Maria no Barreiro
Lança campanha «Lava a tua alma»


Barreiro - Atividade é dirigida a crianças com mais de três anos
«Primavera: o despertar dos sentidos» na próxima «Reserva o Sábado«


AUTARQUIAS
Barreiro -Lavagens da via pública e lavagens de Contentores
Com recurso a água não tratada proveniente da captação de superfície em Coina


No Salão Nobre dos Paços do Concelho na Moita
Reunião pública da Câmara


Barreiro - Construção de Rotunda na AV. do Bocage / Rua Almeida Garrett
A partir do dia 26 de fevereiro terão início as obras
. Conclu


Barreiro - Obras de ligação de infraestruturas à rede pública de saneamento
Condicionamento de Trânsito na Rua Almirante Reis em Palhais


Barreiro - Nas instalações do Grupo Dramático e Recreativo «Os Leças»
Reunião da Assembleia Municipal dias 24, 27 e 28 de fevereiro


Polidesportivo da «Avenida da Praia» no Barreiro
Vai ter intervenção de fundo que passa pela total reabilitação
. Suspensa utilização


OPINIÃO
Investimento Chinês em Portugal e o Futuro
Por Emanuel Martins
Montijo


O coxear da esquerda
Alcídio Torres
Montijo


Rankings - TAPAR O SOL COM A PENEIRA
Por Manuela Espadinha
Barreiro


OSTOMIA E A IRRIGAÇÃO NA PRIMEIRA PESSOA
Por Francisco Oliveira
Barreiro


ALERTA AOS PAIS!
Por Clara Soares
Bareiro


ASSOCIATIVISMO
Federação dos Bombeiros do Distrito de Setúbal
Não estão reunidas as condições para uma resposta à integração no DECIF 2018


Na Cooperativa Cultural Popular Barreirense - Barreiro
Ponto de Encontro – Conversas, Estórias e Memórias
. Convidada - Isabel Tavares


Na Baixa da Banheira - Moita
Conselho Regional dos Escuteiros Adultos da Região de Setúbal


Barreiro - Associação Desenvolvimento Artes e Oficios
No dia 7 de Abril vai acontecer OPEN DAY 8.0.


LIVROS
Barreiro - Apresentação do livro «O Vestido Cor de Cereja e o Árbitro»
O vestido cor de cereja alberga uma sensualidade que pode ser reestrutur


No Museu Industrial da Baía do Tejo – Barreiro
Apresentação do romance «Alma Danada» de Paulo Matias


Barreiro - Romance «Momentos para inventar o amor» de Carlos Alberto Correia
a partir de hoje colocado à venda na Amazon


Barreiro - Kalaf Epalanga na ADAO
Apresenta o livro «TAMBÉM OS BRANCOS SABEM DANÇAR»


POSTAIS
Barreiro - Um minuto de silêncio em memória de Edmundo Pedro
Assembleia Municipal reconhece serviços prestados à causa da Liberdade


Barreiro - Hugo Cunha completaria hoje 41 anos
Foi homenageado na abertura da 5ª edição da Taça Cidade do Barreiro


Barreiro - Proposta de protocolo com empresa espanhola SUPERA e Galitos
Retirada da ordem de trabalhos da reunião de Câmara


Tiago Mealha defende que Estação do Barreiro Mar
Pode transformar-se no «ponto de ligação a Lisboa»


Barreiro - Um projecto para as familias
Criar uma das maiores áreas de fitness no concelho
. Fitnesse da última geração


ARTES
Barreiro - «O Inspector» de Gogol encenado por Jorge Cardoso
Sentir no teatro o pulsar da vida...porque a vida é uma gaiola!


AGENDA
No Barreiro, cidade que o viu nascer
Concerto de Fado com José Manuel Barreto


EUROPA
Comissão apresenta ideias para uma União Europeia mais eficiente
Uma Europa que cumpre as suas promessas


colunistas rostos.pt - o seu diário digital

Medos e confusões
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro

Medos e confusões<br />
Por Carlos Alberto Correia<br />
BarreiroEm todos os casos a apresentar aparecem, nas ditas redes, artigos e comentários, sobretudo, alinhados em prós e contras. Num maniqueísmo militante as pessoas dividem os atores sociais em bons e maus e, consoante a visão própria, defendem acerrimamente o seu partido, como se esse parcialíssimo ponto de vista contivesse toda a verdade do mundo.

Uma coisa é certa! Dentro de trinta a quarenta anos a maior parte dos empregos conhecido não existirá ou será feito por robôs e inteligências artificiais. É o mundo em mudança. Ameaça, mas não se extingue. Anunciam-se apocalipses e vamos a ver, dão-se umas convulsões – algumas com gravidade – e continua-se a caminho do próximo receio, da próxima mudança. “C’est la vie”! Outra coisa certa é que eu não estarei cá para verificar a justeza das minhas afirmações. Terei, há muito, ultrapassado o meu prazo de validade. Continua a ser a vida!

Não acreditando em destinos ou predestinações, creio firmemente nos efeitos sociais das escolhas dos indivíduos e das sociedades. Para aligeirar explicações, direi que, em cada escolha, seja ela a mais prosaica, acontecem, no mínimo, duas coisas: primeira, escolher implica rejeitar tudo quanto se não preferiu; segunda, cada escolha implica as escolhas seguintes e assim “ad nauseam”. Os efeitos visíveis dessas escolhas só serão entendíveis a muito longo prazo, no tempo histórico ou sociológico. No presente ficamos com a ilusão de que nada demais aconteceu, embora estivéssemos a produzir futuro(s).

Visa esta introdução colocar três temas cujos, de modo vário, têm sido debatidos nos últimos tempos, os quais pretendo ligar por nexo de causalidade. Todos eles têm em comum o forte debate feito nas e a propósito das redes de comunicação social.

Em todos os casos a apresentar aparecem, nas ditas redes, artigos e comentários, sobretudo, alinhados em prós e contras. Num maniqueísmo militante as pessoas dividem os atores sociais em bons e maus e, consoante a visão própria, defendem acerrimamente o seu partido, como se esse parcialíssimo ponto de vista contivesse toda a verdade do mundo. Qualquer terceira opinião será completamente exautorada e os seus seguidores levados à completa desautorização e inanidade.

Vejamos em primeiro lugar o debate sobre a Venezuela! De um lado está a fação – mais alinhada com as esquerdas – da conspiração ocidental neoliberal, contra um regime popular - do outro, os defensores de “sociedades abertas” – mais alinhadas com as direitas – clamando contra os ataques aos direitos humanos e democráticos, perpetrados pelo regime personificados em Maduro, o seu chefe.
Consigo encontrar algumas razões válidas em ambos os lados. Desconfio e penso inaceitável, a lógica do demónio e do anjo. Não desprezo as teorias sobre manipulações de interesses exógenos, sobretudo por causa do petróleo, mas também por desamor ao regime e a qualquer aproximação da ideia de república e poder popular. É-me igualmente difícil perceber que um líder de esquerda sobreponha a sua vontade de dominação, às angústias de um povo condenado à fome, à luta pela sobrevivência, ainda que possivelmente manipulado por forças ínvias. Não entendo como, para defender o povo, se permite aos polícias atirarem a matar sobre a multidão onde, certamente, predomina a presença dos “deserdados da sorte” ou, por mais simples palavras, desse mesmo povo. É uma situação a remeter-me para tristes e salazarentas memórias. Também nesse tempo, quando polícias e guardas marchavam contra os manifestantes, nunca eles representavam, fossem quantos fossem, o povo legítimo. Eram sempre agitadores comandados pelo exterior.

Lá, como cá, existirão sicários a soldos de interesses perversos? Certamente, sim, mas serão uma minoria. Na verdade, num país onde a inflação anual é da casa dos três dígitos, não se poderá pedir, a quem tem ordenados curtos e constantes, que fique quieto em casa, em nome de qualquer ideologia, à espera que uma batata custe o valor de três meses de ordenado. Um líder de esquerda, preocupado com o bem-estar popular, ou encontra soluções ou cederá o seu lugar a outro que as consiga. O resto é manutenção de poder pessoal e, se o não for ainda, um caminho célere para a ditadura. Por isso eu não gosto de Maduro e não permito que, por esta posição, me possam quer ligar, de imediato, ao conjunto dos inimigos do poder popular na Venezuela. Ao argumento de que ele lá está por eleições, contraponho primeiro ter sido sucessor (sou contra dinastias) e que, por votos, também Hitler chegou ao poder…

A gente às vezes engana-se!

Ainda na mesma lógica do bom e do mau, sem estados intermédios, aterra-me em cima o caso da Caparica. Uns querem matar os pilotos porque, ao pousarem na praia, preferiram salvar as suas vidas à custa do sacrifício de uns quantos desconhecidos a povoarem o areal. Outros defendem tecnicamente a opção tomada pelos pilotos, equacionando a grande percentagem de insucessos nas amaragens. Nada sei de pilotagem. Limito-me a comprar bilhetes e voar - esperando sem problemas - nos autocarros aéreos que me levam rapidamente aos destinos pretendidos. No entanto, azares de guerra, tive uma experiência algo semelhante na Guiné. Um monomotor onde fazia vigilância aérea perdeu o motor. Apesar disso, o piloto conseguiu manobrar o avião de molde a conduzi-lo onde pretendia e a pousar sem danos para a população e para a tripulação. Curiosamente, tal como no caso da Caparica, ficou também com uma das asas quebrada. Penso, por isso, que esta questão vai para lá da técnica. Trata-se de uma decisão moral. Os pilotos, ao entrarem no avião, tomaram uma resolução com dois resultados possíveis: chegar incólumes ao destino, ou terem um acidente de onde resultassem ferimentos ou presumível morte. E, tacitamente, aceitaram-na. Os banhistas estiveram ausentes nestas decisões. É aqui que se intromete a falha ética. Ao definirem a vontade de voar, tornaram-se responsáveis por quanto adviesse dessa deliberação. Portanto mesmo sendo mais perigoso aterrar na água, caso fosse possível, é o que deveriam ter feito, independentemente dos riscos corridos. Uma escolha acarreta a responsabilidades das consequências, mesmo não imaginadas, e se algumas não estão nas nossas mãos, ali, talvez estivesse. Há um nome para quem não assume as consequências das suas escolhas. Podem não ser criminosos, mas tudo leva a acreditar terem sido egoístas e cobardes.

A isto junta-se o visível pânico que atravessa as hostes de comentadores e jornalistas. Ouvimo-los bramar contra a desinformação patente nas redes sociais; contra a informe primário, não tratado, mesmo falso, a campear nas redes. E têm razão. De facto, qualquer cidadão com um telemóvel documenta situações que a muitos conviria que não aparecessem na sua crueza. Se os argumentos de primarismo e facciosismo não deixam de ter cobertura, a maior ameaça para a informação profissional não virá, apesar de tudo, das redes, mas sim dos efeitos da conglomeração dos media em pouquíssimas empresas ou centros de poder, interessados em difundir “a sua verdade”. Perdem razão os investimentos cada vez que um popular mostra o que pretenderiam ocultar. Digam-no os polícias racista da América.

O risco de desinformação existe na rede? É um facto! As notícias falsas pululam? Sem dúvidas! O jornalismo profissional poderia servir uma informação acautelada, trabalhada e isenta? Podia, mas, na maior parte dos casos, também não o faz. Limita-se a informação de Agência, muitas vezes tão acrítica quanto a que circula nas redes, a cumprir desígnios de poderosas corporações. Culpas deles? Talvez não! Com certeza do medo de perderem o emprego e dada a rarefação de empresas de informação, saírem de uma é, muito provavelmente, condenarem-se ao desemprego permanente. Todos temos de pensar no bife!

Lembrando-me das imagens, sempre as mesmas, passadas nas televisões (fogos e Venezuela) repetidas durante semanas, a ilustrarem notícias de diferentes conteúdos e tempos, sem a indicação de não se referirem à notícia em curso, induzindo uma continuidade mentirosa, percebemos como estamos a ser manipulados por quem tem o dever de transmitir os factos com a maior isenção. Ás vezes até parece que não percebem a diferença entre notícia e opinião.

Concluindo! É confuso e temeroso o que se passa na Venezuela? Sim! Temos medo, muitas vezes com razão, de decisões individuais que podem trazer catástrofes às nossas vidas? Com certeza! Construímos teorias da conspiração, por tudo e por nada, porque descremos dos meios de comunicação - de quem eles servem e quem deles se serve - dos políticos e outros decisores que ajeitam a verdade à medida dos seus interesses, com “factos alternativos”? Indubitavelmente! Poderíamos, nos tempos que correm, estarmos menos confusos ou temerosos? Evidentemente!

Mas, sabem, isso dá muito trabalho! É uma chatice! “C’est la vie”!

Carlos Alberto Correia

05.08.2017 - 21:10
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