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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 13 de Dezembro 2017
Por Maria Helena


Barreiro - Rostos do Ano 2016
Sessão de Entrega dos Diplomas


Por dentro dos dias – Barreiro
Uma Rede social pode ser um instrumento de relação humana positiva


Por dentro dos Dias - Barreiro
Está ali o meu país


Por dentro dos dias - Barreiro
As melhoras Ti’João


Barreiro / Moita - Associativismo e Comunicação
Valorizar as dinâmicas de comunicação na vida associatva


COLUNISTAS
Três vezes onze
Por Nuno Santa Clara
Barreiro


Saúde um direito constitucional que não se cumpre na Vila da Baixa da Banheira
Quanto mais prometem, menos cumprem!
Por Nuno Cavaco


Cada cor, seu paladar!
Por Jorge Fagundes
Barreiro


Falar de mim
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


Vigiar e intervir antes de ser tarde demais!
Por Nuno Banza
Barreiro


AUTARQUIAS e CONTABILIDADE DE CUSTOS
por José Caria
Montijo


BASTIDORES
PCP repudia fortemente a intenção demonstrada pela multinacional General Eletric
de encerrar a sua unidade de produção em Setúbal.


Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Frederico Rosa
Integraa Lista do Conselho Geral da A.N.M.P


Presidente da distrital de Setúbal do PSD, Bruno Vitorino
«Ampliação de Alcântara mata terminal de contentores para o Barreiro»


Eleição da Comissão Executiva Metropolitana de Lisboa
Carlos Humberto ex-presidente da CM Barreiro eleito 1º Secretário


Barreiro - Reforço financeiro Corporações de Bombeiros a partir de 2018
Vereadores CDU apresentam proposta


Seixal - Recolha de resíduos sólidos urbanos
Nuno Magalhães questiona autarquia


Barreiro - Vereadores CDU propõem a constituição
de um Gabinete Municipal de Regeneração Urbana


PSD preocupado com futuro da RUMO que pode levar 78 trabalhadores para o desemprego.

AS EMPRESAS
Montijo - Raporal volta a promover Natal Solidário
Vai doar 4 000Kg de produtos da marca STEC


Moita / Barreiro - Continente vai abrir loja na Baixa da Banheira
Constituída por ambientes que lembram os mercados tradicionais


TST oferece 17 passes anuais para 2018 e promove a mobilidade inclusiva na região de Setúbal
HOMENAGEIA CLIENTES COM MAIS DE 90 ANOS


Embaixador da Coreia do Sul visita Lisbon South Bay
Apresentados ativos da Baía do Tejo e dos concelhos de Almada, Barreiro e Seixal



Palmela - Tecnologia tailandesa chegou a Portugal e pode ser usada por qualquer pessoa
Bola extintora apresenta-se à proteção civil e bombeiros


Transportes Colectivos do Barreiro
Concurso público para aquisição de 60 autocarros a Gás Natural


DESPORTO
Palmela - João Jesus sagrou-se Campeão Nacional de Grupos Idade de Duatlo
Cãmara aprova saudação ao atleta pinhalnovense


Barreiro - Mais uma Caminhada/ Treino Solidário de Natal promovida pelos BRRnightRUNNERS
Foi um sucesso com mais de 250 pessoas


Barreiro - O maior noturno de BTT em Portugal
Passeio Noturno de S. Silvestre em BTT a 16 de dezembro


Barreiro - No Pavilhão Municipal Luís de Carvalho
Taça de Natal Fabriltramp


Barreiro - Torneio Jovem Santoantoniense
Uma prova de Xadrez muito concorrida no total competiram 47 crianças


AS ESCOLAS
Moita na Rede OCDE Education 2030
ETPM a única Escola Profissional Portuguesa que integra


Associação NÓS celebra 35 Anos com Exposição itinerante
EST Barreiro acolhe ‘Nós Fazemos Lugar’ até 20 de dezembro


Setúbal - »Reviver é viver» propõe animação artística e cultural para a vila de Mértola
Projeto de estudantes do IPS escolhido para potenciar


Moita - Dar mais sentido à essência do ensino profissional
ETPM assina Manifesto Escolas 4.0


Barreiro - Agrupamento de Escolas de Santo António «Marca a Diferença»
Este é o lema do Projeto Educativo do nosso Agrupamento


Agrupamento de Escolas Augusto Cabrita do Barreiro
Participa numa reunião transnacional que decorre em Ljubljan


Barreiro - Agrupamento de Escola de Casquilho na Eslováquia
Aprovação de mais um projeto Erasmus+ este ano letivo


REPORTAGEM
Barreiro - Tarifário da Água mantém preços de 2017
Proposta aprovada com abstenção da CDU e PSD


Barreiro – Mais de 200 pessoas no Manuela Borges
Uma homenagem nos 81 anos de Anita Guerreiro


Barreiro - Cada vez há mais casos de diabetes nas escolas
Actualmente estão referenciadas 34 crianças


Barreiro - Projéctor no «Teatro de Bolso» da Verderena
«Estrelas no Céu da Manhã» - onde espreitámos a luz a rasgar o tempo


Barreiro - «A cultura não rima com ditadura»
50 anos depois cantar «os vampiros» e reviver a luta pela Liberdade


Barreiro – Uma viagem que antecedeu eleição de Donald Trump
«Há mais América que aquela que nos chega pelos media»


Barreiro - Tomada de Posse dos Juízes Sociais
Vão se aperceber das «dificuldades dos juízes em julgar»


Barreiro - Concurso de «Fornos Solares»
Sara Baltazar e Pedro Damas vencedores vão viajar até à Alemanha.


Barreiro - Um musical para todas as idades
Um convite a mergulhar por dentro da imaginação


MOLDURA
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
Nomeado na categoria de «Best Indoor Festival»


Moita - Conferência «Consumir e Produzir Agricultura Biológica»
Necessidade de aumento de produção em Agricultura Biológica


Barreiro - Centenário do Maestro Ferrer Trindade
Evocado o homem e a música


Moita - Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira
Festa de Natal Comunitária


Barreiro - Pista de Gelo situada no Parque da Cidade
Atraiu mais de mil pessoas este fim de semana
. Angariados mais de 5 mil euros pa


A ArteViva - Companhia de Teatro do Barreiro tem o prazer de anunciar mais uma grande estreia!


Barreiro - EB 2/3 Quinta da Lomba vence Concurso «Figuras de Natal Ecológicas»
RUMO e EB1 Palhais 2ª e 3ª classificadas


Barreiro - No próximo «Reserva o Sábado»
«CSI: corujas»


AUTARQUIAS
Conselho Local de Ação Social do Barreiro
42ª Reunião Plenária


Barreiro - Repavimentação da Rua Vital Pereira no Lavradio
Arranca a 13 de dezembro


Barreiro - Três sessões públicas da Assembleia Municipal do Barreiro na SFAL
Descentralização das reuniões pelas várias freguesias


Setúbal - Novos Órgãos Sociais da AMRS
Sofia Martins do Barreiro assume o cargo de Secretária-Geral


OPINIÃO
Reabilitação Urbana: Oportunidade para o Barreiro – II
Por Rui Lopo
Barreiro


ALERTA AOS PAIS!
Por Clara Soares
Bareiro


PARA QUE NUNCA ESQUEÇA
11 NOVEMBRO 1967 - 11 NOVEMBRO 2017 – FAZ HOJE 50 ANOS
Por Alfredo Matos
Barreiro


ASSOCIATIVISMO
Barreiro - Grupo Dramático e Recreativo «OS LEÇAS»
Tradicional Festa de Natal


Barreiro -«Desfile dos Pais Natal Motards»
Uma iniciativa do Moto Clube do Barreiro dia 23 de Dezembro


LIVROS
Américo Dimas Netto natural do Montijo
Apresenta livro Contos de Sabedoria


Na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça na Moita
José Luís Peixoto apresenta «O Caminho Imperfeito»


POSTAIS
Barreiro – Situação na RUMO
«Tudo está na mesma»
. Pessoas com salários em atraso


Barreiro – Na reunião pública de Câmara
Um minuto de silêncio em memória de Maria Isilda Pires


A mais antiga Colectividade do concelho do Barreiro
Içar Solene das bandeiras assinala 150 anos de vida da SFAL


Barreiro – Aprovado Contrato de Rede de Drenagem Doméstica da Penalva
Só agora foi possível avançar por existirem condições de financiamentos

Barreiro – Loja Solidária no Mercado 1º de Maio
Artesanato - «tudo produzido pelos nossos associados»


EUROPA
União da Segurança: A Comissão colmata as lacunas de informação
ara proteger melhor os cidadãos da União Europeia


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Da tristeza em Passos Coelho
Por Carlos Alerto Correia
Barreiro

Da tristeza em Passos Coelho<br />
Por Carlos Alerto Correia<br />
BarreiroCom alegria enorme, confiança total nas capacidades próprias, subiu ao poder que pretendeu, que lutou para obter, sabendo bem o que se passava no País e aproveitando o sabê-lo como alimento da “sede ao pote”. Mal se sentou na cadeira do poder, quase de imediato, descobriu os alfinetes escondidos na almofada. Que sim, senhor! Ora essa! Tão pequena dor valeria bem os altos feitos a cometer e aceitou da troika todos os dislates.

Tudo parte de um princípio!

Por exemplo, para mim, o simples nascimento de um ser humano, neste mundo de homens/mulheres, deveria, só por si, ser o suficiente para que a sua vida, o seu bem-estar, estivessem, tanto quanto é humanamente possível fazê-lo, completamente assegurados. Isto porque cada ser é único e como tal insubstituível. Na realidade, dir-me-ão muitos, tal não passará de impossível utopia, dada a diversidade de recursos e ideologias imperantes no mundo. Terão a sua razão e, volto a dizê-lo, tudo parte de um princípio.

Para Passos Coelho, presumo, o ser humano valerá na medida daquilo que dele se possa haver. Isto é, vales o que tens, respeito-te na razão de quanto possas ser útil ao meu plano. Fora disso és perfeitamente descartável, inútil. Possuis apenas o valor que o sapiente mercado te conceder.

Ele terá como despiciendo o que para mim é fundamental.

Aquele conjunto de genes, desejos, dores, afeições, desesperos e por aí adiante que é o ser-se gente, pouco significará para o meu referido. Terá de acrescentar-lhe o peso social, a possibilidade visível, imediata, de modificar ou arregimentar coisas e pessoas à sua volta para adquirir peso específico, importância. Talvez só muito subliminarmente se recorde de que também ele está na tômbola, também ele poderá passar a irrelevante. Mas, pelo menos nos seus sonhos, tal perpassará e, aqui, teremos o primeiro momento da sua tristeza.

Por outro lado, chegou demasiado cedo aos cumes de um certo poder. Não estava, nem podia estar preparado. Pouco tinha feito na vida. A experiência era escassa. Talvez, à parte as facilidades do cartão e amigos do partido, se submetido a entrevista para cargo médio numa empresa bem organizada, para maior tristeza e desilusão, tivesse sido a sua candidatura preterida por alguém mais experiente, ou com maiores capacidades. Isto poder-lhe-ia ter dado outra visão sobre o querido modo de olhar o Estado, a Sociedade, como macro empresas, a serem geridas por estritos princípios técnicos, suscetíveis de serem colocados, de forma simples, em relatórios sucintos com regras de execução imediata e posterior avaliação contabilística.
Poderá, eventualmente, tal ideia perpassar-lhe no pensamento, criando, na dúvida, meteórica a penugem de tristeza.

Com alegria enorme, confiança total nas capacidades próprias, subiu ao poder que pretendeu, que lutou para obter, sabendo bem o que se passava no País e aproveitando o sabê-lo como alimento da “sede ao pote”. Mal se sentou na cadeira do poder, quase de imediato, descobriu os alfinetes escondidos na almofada. Que sim, senhor! Ora essa! Tão pequena dor valeria bem os altos feitos a cometer e aceitou da troika todos os dislates. Contra a maioria do seu Povo foi conivente e majorador das iniquidades propostas. De moto próprio ultrapasso-as. Isso com maior tristeza nossa que dele. Alegria breve lhe assistiu. Sem perceber bem porquê, tudo começa a resistir-lhe. Os sindicatos? Sim! Esperava por tal. Os partidos de esquerda? A oposição que fizessem seria bênção! Mas, os seus correligionários mais experimentados principiando a, surdamente, criticá-lo; abandonando-o posteriormente e logo a seguir juntarem-se ás vozes da desesperante oposição? Isso, confundia-o e, secretamente, permeava-o de sombria tristeza. Até o Constitucional lhe dava desgostos, a ele, que assentado no poder, não concebia vontades além da sua (ou que Bruxelas ou outro centro difusor autorizado ordenasse)! A disforia passava a raiva e mordia qualquer mão que se lhe estendesse em moldes de moderação. Foi juntado à tristeza, solidão. Trocou camaradas por seguidores, membros respeitados por apaniguados. Não o sabia, mas estava a construir a senda da mais profunda tristeza.

Venceu as eleições, não conseguiu formar governo. Estupefacto viu a maldita esquerda tomar-lhe o lugar. Rugiu ao ver desfazer-se, passo a passo, a teia de miséria lançada sobre o povo irrelevante. Não encontrou na banca estimável a retribuição do afeto e benesses concedidos. Tristeza relevante lhe toldou a alma. Falou, oráculo vazio, em quantos desastres esperava tal governação. Abriu-se-lhe a boca, em descrédito, ao reparar que quem lhe encomendara as tristes ações praticadas contra o seu povo, dava agora encómios aos inversos do que fizera; via as mais negras profecias transmudarem-se no contrário. Sentiu-se traído e mais tristeza se lhe colou na alma. Esperava a qualquer momento um descalabro a justificar-lhe as anteriores decisões, as atuais previsões. Tudo lhe saiu mal. O País prosperava sem si e contra as medidas que tomara. Uma qualquer injustiça, alguns escondidos inimigos, teceriam intrigas, moviam interesses, para o fazer cair em desgraça. O sentimento viscoso de inauditas traições plantara-se no âmago da tristeza, a envolvê-lo. O Sol haveria de brilhar. Seria redimido, reconduzido à capacidade de ação, aos cortes salvadores e preferidos. Teria ainda o seu dia.

Então caiu-lhe na tristeza a Presidência da República. Quem ele queria não havia. Havia quem ele nunca quisera e ousara, imprudente, dizê-lo. Deve ter passados horas bem amargas, plenas de raivosa tristeza em desolação de desertos interiores, nunca poupado pelos Fados, que continuavam a ser faustos para o inimigo, o qual lhe roubara o que só a ele, por direito, pertencia. Claro, na sua inexperiência nunca prestara grande atenção aquela coisa esquisita chamada Constituição e ela, vindicativa, pregara-lhe várias partidas. Alguns próximos bem o tinham avisado: Cuidado com a Constituição! Não é menina com quem se brinque! Como poderia ligar-lhes? Ele era o poder! Ele sabia! Tínhamos um país de velhos! Era preciso reverter isto com ferocidade. Ataquem-se os velhos! Passagem para os novos (desde que fossem para as privadas). Esses amigos torceram o nariz! Pois que o mantenham assim! E foram afastados! Alguns com tristeza, outros lamentando, antecipadamente, o futuro do chefe.

Agora, autárquicas à porta, vai de comício em comício, jantar em jantar, desdizendo tudo quanto se pode inteligentemente ver ou perceber sobre os efeitos da nova governação. Nuns locais diz o contrário sobre o mesmo assunto, noutros, talvez esquecido do anteriormente propalado, reivindicando para si o resultado de medidas opostas às suas. Assim o vemos e entendemos” numa apagada e vil tristeza “onde, nem ele já se deve reconhecer e muito menos aos desmandos que permitiu e praticou. É uma tristeza!

Vê-lo, bufão de si mesmo - apesar de reconhecer ter o castigo que merece - perceber-lhe o terror de maus resultados eleitorais a ameaçarem-lhe o emprego – tal como o fez a milhares de concidadãos – não deixa de influenciar o meu estado de alma a seu respeito. Porque, a seu contrário, lhe reconheço, como ser humano, o direito a esperanças e aflições, ponho-me no seu lugar, sinto a tristeza que emana e, muito sinceramente - por ele no momento, pelo ele a vir - aperta-se-me o coração e, com a tristeza dele me enfeito.

Carlos Alberto Correia

25.09.2017 - 17:41
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