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INFERÊNCIAS
Horóscopos Diários
Dia 18 de Fevereiro 2019
Por Maria Helena


Barreiro - Rostos do Ano 2018
«Rosto do Ano na área MEMÓRIA» atribuído a Cardoso Ferreira


Barreiro - Rostos do Ano 2018
«Rosto do Ano na área ESCRITOR» atribuído a Paulo Matias


Barreiro - Rostos do Ano 2018
«Rosto do Ano na área VETERANO» atribuído a Mário Durval


Barreiro - Rostos do Ano 2018
«Rosto do Ano na área COMUNICAÇÃO SOCIAL» atribuído a Armando Seixas Ferreira


Barreiro - Por dentro dos dias
As ruas são o miradouro da vida!


ROSTOS DO ANO 2018
Reconhecimento aos que contribuíram para valorizar o concelho do Barreiro


Rota 66
«Acordo de Geminação das Memórias» entre Peniche e Barreiro


A(nota)mentos - Barreiro
Pensar e projectar a construção de uma nova Biblioteca


Inferências - «Habemus Terminal»!
«Gostava de ver, no Barreiro, um Porto a sério»


COLUNISTAS
Objetivo
Por Nuno Santa Clara
Barreiro


Silêncios supersónicos, o estranho caso do apeadeiro aéreo do Montijo
Por Nuno Miguel Fialho Cavaco
Moita


BEM VINDO 2019
Por José Caria
Montijo


Até amanhã Sr. Alexandre. Bom Natal
Por Jorge Fagundes
Barreiro


A UBER AGRADECE
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro


O Barreiro está um pouco mais pobre!
Por Nuno Banza
Barreiro


BASTIDORES
Unidade de Depósito e Transformação de Bivalves do Rio Tejo no Barreiro
Recebe visita da Ministra do Mar


Federação de Setúbal saúda escolha de Pedro Marques
«Distrito de Setúbal é testemunha do benefício da sua ação para as populações»


Na Assembleia Municipal de Almada
CDS-PP vai propor atribuição do nome de Zé Pedro (Xutos e Pontapés) a uma rua


Na Casa da Cultura da Baía do Tejo - Barreiro
10.ª Assembleia da Organização Regional de Setúbal do Partido Comunista Português


Setúbal - Presidente da Distrital do PSD, Bruno Vitorino
Não entende a opção por embarcações a gás natural para fazer a travessia do Tejo


Secretariado da Concelhia do Partido Socialista da Moita
A lei para o PCP é a do Quero, Posso e Mando


ENTREVISTA
Barreiro - TCB pode alargar serviço a concelhos limítrofes
Colaborar na mobilidade de Sesimbra, Palmela e Seixal para além da Moita
. Novos au


Desconstruir aquela ideia do Barreiro coitadinho
Projecto «Start XXI» uma aposta no desenvolvimento económico


AS EMPRESAS
WEC Lines com 4 serviços no Porto de Setúbal
Uma crescente complementaridade de serviços


Soflusa muda de empresa e desocupa trabalhadores
Substituídos por trabalhadores de outra empresa


Administração da SIMARSUL
Dedica a distinção «Rostos do Ano na área do ambiente» a todos os seus trabalhadores


Lançado pelo Grupo AdP – Águas de Portugal e dinamizado pela SIMARSUL
Jogo de sensibilização online desafia comunidade escolar e população para o


DESPORTO
No Torneio «Twist Acro Cup» em Cascais
Par junior do ACROSFAL conquista 2º lugar na competição


Academia de Judo do Barreiro / Grupo Desportivo Fabril do Barreiro
Excelente participação no Open de Juvenis da Associação Distrital de Judo de


Barreiro - Neemias Queta,ex-jogador do Futebol Clube Barreirense
Poderá ser o primeiro português a ingressar na liga NBA.


CNB Coimbra 2019

Na 2ª Prova Apuramento Nacional 420
Clube de Vela do Barreiro coloca 2 tripulações nos 5 primeiros lugares


Academia de Judo do Barreiro / Grupo Desportivo Fabril
Excelente participação na Copa de Espanha


Barreiro – Remo do Clube Naval Barreirense
Deslocou 8 atletas ao «Abierto de Andalucia» em Sevilha


PERSONALIDADES
Joana Niza Braga do Barreiro distinguida em Los Angeles
Recebe prémio «Cinema Audio Society Awards»


AS ESCOLAS
Ciclo promovido pelo Politécnico de Setúbal cumpre segundo debate
Roteiro reúne investigadores, educadores e escritores negros


Ranking de Escolas do Ensino Básico
Colégio Minerva 1º lugar no concelho do Barreiro


Ranking de Escolas no Secundário
Colégio Minerva 1º lugar no concelho do Barreiro


Barreiro - «A tua Europa, a tua voz« YEYS 2019
Colégio Minerva representará Portugal no Forum do Comité Económico e Social Europeu.


Politécnico de Setúbal inaugura programa do 40.º aniversário
«Fado com poesia» com Tiago Correia abre comemorações a 22 de fevereiro


Barreiro - Desfiles de Carnaval das Escolas
Realizam-se nos dias 28 de fevereiro e 1 de março


REPORTAGEM
A MOCA – associação ‘Movimento Organizado Cultural e Artístico’
«A Moita é uma nascente artística»


António Bravo, Maestro da Banda Filarmónica da Moita
«A música abre caminhos ao encontro de gerações»


Kira deu muito ao Barreiro, o Barreiro deve ajudar o Kira.
Um atelier e uma casa para viver com dignidade


Barreiro - Na Região de Setúbal serão assinalados 96 anos do CNE – Corpo Nacional de Escutas
Preparar os jovens para as profissões que ainda nã


Top Leitores da Biblioteca 2018
Todos premiados receberam «Uma viagem pelo Barreiro» de Bruno Vieira Amaral


Barreiro - «Sonhos...e ilusões» um livro onde as palavras se cruzam e florescem
Ler e conhecer...«um coração onde muitas marés bateram»


MOLDURA
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
É finalista dos Iberian Festival Awards e renova selo EFFE


Casos de Policia na Península de Setúbal
Em Almada detido indivíduo por posse de 90 doses de haxixe


Centro Hospitalar Barreiro Montijo
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Barreiro - Comédia «Os Vizinhos de Cima»
Nova sessão dia 24 de março no AMAC


NO FORUM BARREIRO
EXPOSIÇÃO PEQUENOS FORMATOS DO ARTISTA KIRA


No salão da Igreja de Santo António da Charneca - Barreiro
Robertinho Marques em ação solidária


AUTARQUIAS
Barreiro – Pista de Gelo instalada no Parque da Cidade
Município entregou 13.215€ da venda de ingressos às IPPSS’s do Concelho.


Barreiro - Receita do Concerto Solidário de José Cid
Município entregou 3090€ às corporações de Bombeiros
“Que haja mais iniciativas de


Barreiro - No Auditório Municipal Augusto Cabrita
Sessão de Esclarecimento sobre Quinta do Braamcamp


Moita aposta na eficiência energética
Substituição da iluminação pública existente por iluminação LED


Barreiro - Na Sala de Sessões dos Paços do Concelho
Reunião Pública de Câmara
. Dia 20 fevereiro


Moita | Tomada de Posição dos Presidentes das Assembleias e Juntas de Freguesia do Concelho

«Queremos tornar o Barreiro um concelho com boas práticas dirigidas às famílias»
Bruno Vitorino apresenta candidatura ao programa «Autarquia F


Ao longo do ano no Barreiro Ciclo «Novos Desafios do Poder Local»
«Democracia Participativa à Escala Local» é o tema do 2º Seminário


OPINIÃO
Gestão com e para as pessoas
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QUINTA BRAAMCAMP, EM TERRAS DE ESPLENDOR
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Barreiro


Quanto vale a Quinta do Braamcamp? ( 2 )
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Quanto vale a Quinta do Braamcamp?
Por Rui Lopo
Barreiro


OS ERROS EM POLÍTICA PAGAM-SE CAROS (1)
Por José Bastos
Montijo


Ignorar a realidade
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O mito «No Barreiro não há nada para ver!»
Por Gonçalo Brito Graça
Barreiro


Gripe e a sua prevenção
Por Joana Peralta e Inês Silva
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Viver plena_mente: Mindfullness
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Era uma vez … uma promessa, um centro de saúde, mais médicos e a credibilidade …
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A DEFESA DOS DIREITOS E PROMOÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA DO OSTOMIZADO UM NEGÓCIO DE DÚVIDAS
Por Vitor Bento Munhão
Barreiro


ASSOCIATIVISMO
Barreiro - XI Jornada de Recolha de Medicamentos do Banco Farmacêutico
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Nos 170 anos comemorar a Classificação do Património Ferroviário do Barreiro
De Interesse Nacional e a implantação do Núcleo Museológico


Barreiro - MELLITUS CRIANÇA DISTINGUIDA INTERNACIONALMENTE
Donativo do NATO Charity Bazaar destinado à aquisição de dispositivo para medição da


POSTAIS
Biblioteca Municipal do Barreiro divulga autores barreirenses
Ciclo Encontros «OAUTOR E OS LIVROS»


No Distrito de Setúbal não temos condições de acolhimento para crianças
No nosso sistema de tutela não temos Unidades Terapêuticas


Barreiro - Em Portugal as perturbações psicóticas atingem mais as mulheres
Uma em cada quatro pessoas vive com doenças mentais


Barreiro - Arteviva «JOSÉ MATIAS, entretém para quatro mulheres»
Estão ali pessoas reais…em personagens reais!


ARTES
ArteViva - Companhia de Teatro do Barreiro
Em cena «JOSÉ MATIAS, entretém para quatro mulheres»


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Europa - Previsões económicas de inverno de 2019
Moderação do crescimento devido a incertezas a nível mundial


Combate à incitação ilegal ao ódio em linha
Código de Conduta da União Europeia garante uma resposta rápida


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A UBER AGRADECE
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro

A UBER AGRADECE<br />
Por Carlos Alberto Correia<br />
BarreiroTenho, no meu telemóvel, a APP da Uber e, no entanto, nunca a utilizei. Talvez por hábito prefiro esperar a passagem de um táxi e nele encaminhar-me para o destino pretendido. Quer isto dizer que sou um defensor da luta dos taxistas? Se assim o pensaram desenganem-se. Não lhes retirando o direito à indignação e à luta, considero porém que, desde início, utilizaram formas erradas de contestação as quais, por violência verbal e física, retiram senão legitimidade, pelo menos simpatia ao seu movimento.

Debrucemo-nos primeiro sobre o serviço de táxi. Durante muitos anos foi o meio alternativo de circulação, mais ou menos rápida, nas grandes urbes ou de deslocações para e de lugarejos onde o transporte público não chega ou é insuficiente. Aqui, irei pronunciar-me, sobretudo, sobre esse meio de transporte na Grande Lisboa. Ao longo dos anos encontrei um pouco de tudo. Desde, a minoria, gente simpática e capaz de ajudar qualquer pessoa em dificuldades, até, muitos, oportunistas que após testarem o conhecimento da urbe pelo passageiro, o levam do Rossio aos Restauradores com passagem pela Ajuda. Nos tempos de antanho, dizia-se, muitos puxavam pelo descontentamento do cidadão de molde a terem matéria de delação para a PIDE. Dir-me-ão, não seriam todos nem muitos, os tempos mudaram, já não é assim. Concedo facilmente, mas, coisas como estas, não deixam de vir carregadas como peso histórico, a que poderemos juntar a má vontade e falta de cortesia de alguns, quando lhes é solicitado um percurso pequeno ou que, por qualquer motivo, não lhes convenha. Ou ainda, lembro-me de tantas, se o passageiro não tem dinheiro trocado para o pagamento a receber pelo motorista, como se não fosse obrigação dele estar munido de meios para fazer trocos, ouvir um seco não tenho retorno e vê-lo ficar, de mau modo, à espera que o passageiro resolva, de qualquer forma, o problema que a ele competiria solucionar. Recordo-me, também, de um caso, entre muitos semelhantes, passado comigo. Por questões pessoais deslocava-me frequentemente à Margem Sul e só voltava a Lisboa, noite adiantada. Na estação Sul e Sueste apanhava um táxi para me conduzir a Sapadores, mais precisamente ao início da Av. General Roçadas, onde então residia. Como é evidente conhecia o percurso a palmo, bem como o custo da corrida. Ressalto que, entre centenas de viagens, isto apenas me aconteceu uma vez, embora tenha tomado conhecimento, por vários meios, de bastantes comportamentos semelhantes. Voltando à história. O procedimento anómalo do condutor, iniciou-se com a pergunta, deslocada àquela hora de trânsito morto, por onde quer ir? Interpelação teste para aquilatar do conhecimento do percurso pela presumível vítima. Tocadas as campainhas de alarme respondi, como se desconhecesse a rota, pelo caminho mais rápido. Começou logo ali o desvio. Não vou maçá-los com pormenores, apenas adiantando que, consciente do logro que estava a sofrer, entrando na Avenida de destino pelo lado contrário ao habitual, lhe disse, siga em frente até o mandar parar. Era a zona da minha residência. Conhecia-a bem e sabia que, a alguns metros do meu destino, ficava uma esquadra de polícia. Ali o mandei parar. Foi então que, reverberando-lhe o comportamento, o informei conhecer bem o preço da deslocação, por fazê-la inúmeras vezes, e o que o taxímetro marcava era quase o triplo do valor habitual. Dei-lhe duas opções: ou eu pagava o preço normal, ou saíamos ambos para a esquadra, mesmo em frente, para resolver o problema. Com o humor como devem adivinhar decidiu ficar-se pelo que seria devido pagar. Não é minha intenção, como é evidente, fazer de casos como tais, um juízo alargado sobre a classe. Apenas pretendo demonstrar que muita gente já se sentiu incomodada, ludibriada e ofendida por alguns taxistas e que, tais desagrados, resultam numa simpatia inicial pelo serviço das novas plataformas.

Chegamos assim à Uber. De quantos têm utilizado os seus serviços nenhum relato me foi feito de desagrado. Pedidos atendidos rapidamente, pessoal cortês, carros limpos, percurso marcado no GPS, transparência nos preços, possibilidades de avaliação do serviço. Eficácia e cortesia a toda a prova. O que me leva, então, apesar de quanto acima escrevi, a preferir, com todos os seus malefícios, o abrupto táxi à simpatia Uber?

Uma questão clássica da forma de trabalho. Em termos referenciais existe uma classe que dispões dos meios de produção – os patrões – e outra que não dispondo dela aliena o único bem possuído, o tempo de vida transformado em tempo de trabalho. Sobre esta situação, estudada por marxistas e liberais até ao tutano, mais não adianto. Apenas quero referir o facto novo de, no uberismo, termos estes modos clássicos invertidos. A Uber nada possui a não ser uma plataforma informática que gere pedidos e serviços. O trabalhador é, ao mesmo tempo, o seu patrão enquanto detentor do meio de produção (o carro é seu); a plataforma apenas lhe permite chegar a quem necessita dos seus serviços, pagando, por tal, o condutor-dono, uma percentagem pela informação. Por outro lado, a plataforma, permite-se a seleção de quem usará os seus serviços e, como patrão de outro modo, tem o poder de, através das classificações dadas pelos utentes aos condutores, mantê-los em linha ou, não posso dizer despedir porquanto não há uma relação clara de subordinação, afastá-los do acesso à informação necessária para a prestação de serviço. No final, um despedimento sem custos nem indemnizações, uma precariedade vitalícia. Um trabalhador subordinado, que é ao mesmo tempo o proprietário do meio de produção, paga à plataforma o preço por um serviço que ela não poderá prestar se não houver quem disponha de viatura, tempo, conhecimento e vontade para fazer lucrar a Uber. Não é bem neste mundo de relações de trabalho que me quero ver.

No entanto ele está aí, é imparável, veio para ficar. Faz parte deste admirável mundo novo onde, dentro de duas ou três dezenas de anos, a maior parte dos empregos conhecidos deixará de existir. Tal como na Revolução Industrial, se não forem tomadas medidas a tempo e adequadas, o custo dos empregos a surgirem na nova sociedade será pago pelo preço do sangue. Não é imperioso que tal suceda, mas, pelo andar da carruagem, pelo nada fazer de impeditivo, é para aí que caminhamos. Com isto quero apenas dizer que, gostemos ou não, teremos de adaptar-nos às relações de trabalho trazidas pelas modernas tecnologias. É aqui que está o enorme erro dos profissionais dos táxis. Na realidade a forma uber traz consigo o modo futuro das relações de trabalho. O pessoal dos táxis, em vez de perceber a situação e atualizar-se, melhorando e adaptando o serviço, decide parar o comboio com as mãos, pondo-se, galhardamente, a meio da linha onde será destroçado. Não me parece forma de resolver o problema.

Só conheço a lei sobre a legitimação destas plataformas pelas notícias dos meios de comunicação. Por isso, ignoro a bondade das soluções aportadas. O que sei, é que foram discutidas, aprovadas por quem de direito e têm data marcada para entrar em vigência. Fazer manifestações de táxis parados para evitar que uma lei promulgada deixe de produzir efeitos, num Estado de Direito, é, mais uma vez, não só um erro, como voltar a querer parar o comboio, a toda a velocidade, pondo-se apenas na sua frente. Nada disto leva a nada e só um trabalho eficaz, inteligente e adaptativo das organizações de patrões e empregados desta indústria, poderá, em tempo, formas e locais corretos, introduzir alterações no legislado, avançando para a desejável normalidade e fiscalização destes serviços.

Tal como estão a fazer, para obstar que a Lei produza os efeitos para que foi criada, é facilitar a vida do adversário. Por cada táxi parado um uber será chamado por quem necessitar de transporte. Continuem assim companheiros taxistas. A Uber agradece!

Carlos Alberto Correia

21.09.2018 - 18:56
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