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Vereadores Socialistas Câmara Municipal do Seixal
Classificam greve de «lock-out imposto pela maioria comunista»

Vereadores Socialistas Câmara Municipal do Seixal<br>
Classificam greve de «lock-out imposto pela maioria comunista» «Os vereadores Samuel Cruz e Fonseca Gil já depois de se encontrarem nos seus gabinetes foram abordados por um segurança que os informou que teriam de abandonar as instalações, de acordo com as instruções de que dispunha. O mesmo segurança seguidamente fechou à chave as portas dos referidos gabinetes.
Ou seja, na prática, os Vereadores Socialistas da CMS foram expulsos das instalações municipais!» - refere o comunicado dos Vereadores socialistas eleitos na Câmara Municipal do Seixal.

Divulgamos o texto integral do comunicado dos Vereadores Socialistas da Câmara Municipal do Seixal:

Hoje realiza-se a primeira greve estando em funcionamento o novo edifício da CMS.
Os vereadores Socialistas esperavam que também neste domínio tal representasse uma entrada na modernidade, daquele que já é o maior concelho a Sul do Tejo, com mais de 170.000 habitantes.
A greve é um direito e não pode ser uma obrigação!
Mas para que o edifício funcionasse o Sr. presidente da Câmara determinou condições assaz curiosas:
Para abrir o edifício são necessários dois funcionários no atendimento plantas, será um para mandar fotocopiar a planta e outro para a ir fotocopiar?
E mais três no atendimento do urbanismo, será que se forem trabalhar apenas dois, as filas porão em causa a segurança do edifício?
E que dizer do mínimo de seis funcionários no atendimento geral? Só se atende à meia dúzia?
Já para os dois funcionários na acção social que o Sr. presidente entende indispensáveis ao funcionamento do edifício não há explicação possível.
Como se pode afirmar que é necessário garantir o normal funcionamento do arquivo? Os papéis que não forem arquivados hoje estragam-se?
Por fim a verdadeira pérola, exige o Sr. presidente a presença de 5 funcionários da direcção do projecto municipal gestão, manutenção e segurança do edifício municipal, quando o quadro de pessoal é de 6 pessoas!
Ou seja na prática se apenas dois funcionários deste departamento da CMS fizerem greve o edifício tem de ser encerrado e ninguém pode trabalhar!
Os vereadores Samuel Cruz e Fonseca Gil já depois de se encontrarem nos seus gabinetes foram abordados por um segurança que os informou que teriam de abandonar as instalações, de acordo com as instruções de que dispunha. O mesmo segurança seguidamente fechou à chave as portas dos referidos gabinetes.
Ou seja, na prática, os Vereadores Socialistas da CMS foram expulsos das instalações municipais!
Puderam estes Vereadores verificar no local que ao mesmo tempo funcionários que já tinham picado o ponto e se encontravam a trabalhar foram forçados a abandonar o edifício e outros foram impedidos pela segurança de entrar nas instalações.
Esta prática corresponde a um verdadeiro lock-out, na medida em que a administração impede indevidamente o acesso às instalações a quem quer trabalhar, utilizando justificações falsas.

20.9.2010 - 12:47

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