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ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR
António A. B. Pinela

ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR<br />
António A. B. Pinela A Inovação Pedagógica é uma exigência que não pode ser ignorada. O professor do nosso tempo não pode ficar “agarrado” a preconceitos, tem que olhar para a novidade e integrá-la no seu quotidiano profissional.

O que me motivou a escrever este trabalho foi, em primeiro lugar, o desejo de organizar as minhas próprias experiências, enquanto professor e como Orientador de Estágio Pedagógico − Ramo Educacional −, primeiro com alunos da Universidade Católica (Lisboa), depois com alunos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; em segundo lugar, por verificar que faz sentido incluir num só texto temas que encontramos dispersos por várias obras, mas que constituem um todo que se traduz na Organização e Desenvolvimento Curricular.

Esta obra destina-se, em primeiro lugar, aos Licenciados que ingressam nos estágios − Ramo Educacional −, com vista à sua profissionalização, quer em actividades na Universidade, primeira parte do estágio, quer nas escolas: estágio pedagógico; aos alunos das Licenciaturas em ensino, cursos de formação profissionalizante integrada; aos alunos das Escolas Superiores de Educação, professores para o Ensino Básico. Em segundo lugar, destina-se a todos os Professores que pretendam ter à mão um instrumento de trabalho que, eventualmente, lhes possa ser útil em situações específicas da sua prática lectiva.

A abordagem temática envolve a actividade docente nas suas múltiplas dimensões, como «O Sistema Educativo» (Introdução − 2); «A Escola» (Introdução − 3); «O currículo» (Introdução − 4).

O Desenvolvimento do Processo Curricular constitui a parte central do presente estudo, faz a abordagem, passo-a-passo, da «Planificação do Processo de Ensino/Aprendizagem» (I). A partir do desenvolvimento destas tarefas, trata-se da «Implementação do Processo Curricular» (II), que tarefas desenvolver para que a prática lectiva não se torne um pesadelo, como por vezes acontece.
Reflecte-se também sobre as características dos alunos, que é preciso conhecer, e como recolher essa informação; sobre o modo de adaptar o currículo à realidade concreta, as turmas que são distribuídas aos docentes; a organização e condução da lição também fazem parte destas preocupações, etc.

Também é tratado o tema «Visita de Estudo» (II-5), actividade nem sempre muito considerada nas planificações.
A «Avaliação da Aprendizagem» (III), talvez a tarefa mais difícil que o docente tem que realizar: Quando e para quê avaliar, qual a função da avaliação, que tipos de avaliação efectuar, como construir os instrumentos de avaliação, com que objectividade e justiça avaliamos os nossos alunos, que rigor imprimimos à classificação final dos alunos?

A Inovação Pedagógica é uma exigência que não pode ser ignorada. O professor do nosso tempo não pode ficar “agarrado” a preconceitos, tem que olhar para a novidade e integrá-la no seu quotidiano profissional. Dar atenção às novas exigências da denominada «Sociedade de Informação» e integrá-las na educação é já inovar a prática lectiva. O docente tem que estar atento à novidade, se não quer ser ultrapassado pelos seus próprios alunos.

António A. B. Pinela

19.09.2020 - 17:31

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