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Livro «Seminal» do poeta Gonçalo Salvado
apresentado na Galeria António Prates

Livro «Seminal» do poeta Gonçalo Salvado<br>
apresentado na Galeria António Prates O livro Seminal do poeta Gonçalo Salvado, editado pela Lua de Marfim, será apresentado na Galeria António Prates de Lisboa hoje, dia 28 de Fevereiro (quinta-feira), pelas 18h30.

O prefácio é do poeta Albano Martins e as ilustrações do pintor Ambrósio Ferreira. A apresentação estará a cargo de Fernando Paulouro, escritor e ex-Director do Jornal do Fundão.

Gonçalo Salvado que nasceu em 1967, em Lisboa, residiu toda a sua infância e a sua juventude em Castelo Branco. Licenciado em Filosofia, tem vindo a assumir-se como um poeta exclusivo do amor. Publicou já uma obra que o situa na grande tradição lírica da cultura portuguesa inspirada pelo Cântico dos Cânticos, referência marcante do seu próprio percurso, quer na poesia quer na pintura. A este respeito pronuncia-se no prefácio, o consagrado poeta Albano Martins: “Gonçalo Salvado entronca neste filão dourado da poesia portuguesa que vem dos primitivos cancioneiros aos nossos dias e tem como modelos paradigmáticos nacionais, entre outros, nos tempos modernos, os nomes de Herberto Helder e David Mourão-Ferreira.” É aliás como poeta e artista que se justifica a sua presença atualmente numa grande exposição a decorrer nas instalações da Delegação em Paris da Fundação Calouste Gulbenkian (até 30 de Março): Artistas Poetas e Poetas Artistas, Poesia e Artes Visuais do Século XX em Portugal que reúne grandes nomes do panorama artístico português, de João de Deus e Teixeira de Pascoaes a António Carneiro, Almada Negreiros, José Régio, Julio /Saúl Dias, Fernando Namora, Júlio Pomar, Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny e Natália Correia, Herberto Helder, Ana Hatherly e Ernesto Melo e Castro, Eugénio de Andrade e António Ramos Rosa, entre muitos outros.
Gonçalo Salvado publicou até agora sete livros de poesia: Quando, A Mar Arte, Coimbra, 1996; Embriaguez, Sirgo, Castelo Branco, 2001; Iridescências, Sirgo, Castelo Branco, 2002; Duplo Esplendor, Afrontamento, Porto, 2008; Entre a Vinha, Portugália Editora, Lisboa, 2010; Corpo Todo, Labirinto, Fafe, 2010 e Ardentia, Editorial Tágide, Lisboa, 2011. Como antologiador foi autor, em 1999, da transcriação Camões Amor Somente , Caja Duero, Salamanca/Lisboa e co-autor com Maria João Fernandes de Cerejas - Poemas de Amor de Autores Portugueses Contemporâneos, Editorial Tágide, Lisboa, 2004, e de Tarde Azul - Poemas de Amor de Saúl Dias, Desenhos de Julio, Bonecos Rebeldes, Lisboa, 2008. Prepara a edição também em co-autoria com MJF, da obra: A Chama Eterna, O Cântico dos Cânticos na Poesia de Amor e na Cultura de Língua Portuguesa, com prefácio de Agustina Bessa-Luís.
Acerca da sua poesia pronunciaram-se autores e críticos como Perfecto E. Quadrado: “Gonçalo Salvado é daqueles poetas a quem foi dado o dom de recriar o mundo e a luz e os nomes e as formas e as cores e os perfis do amor mais transparente e puro.” Carlos Nejar: “Extraordinário poeta do amor, onde a música se alia ao fascínio das imagens, com a capacidade de sugerir, mais do que dizer, tocar a carnação do verso sem ferir a árvore.” e António Ramos Rosa : “ Poeta lírico e erótico de um lirismo muito claro e muito perfeito, de uma claridade e unidade estilística extraordinárias.”

28.2.2013 - 1:36

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